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quinta-feira, 15 de junho de 2017

REDE DE INFORMAÇÕES

Fernando Rosemberg


Se escrevermos o vocábulo: ‘Informação’ em quaisquer sites de busca da Internet obteremos seus sinônimos de, por exemplo:

-Instrução;
-Notícia;
-Relação;
-Diretriz;
-Ordem;
-Preceito;
-Saber;
-Memória,
e etc., etc.

Mais recentemente, alguns sábios da Física Quântica têm se mostrado favoráveis à ideia de que o Universo: físico e astronômico, se nos patenteia como algo semelhante a uma complexa ‘Rede de Informações’; e, mais ainda, tais físicos têm concebido a Consciência humana não mais exatamente como um epifenômeno (produto cerebral), e sim, como Espírito mesmo, sendo o cérebro, pois, um efeito proveniente da Causa, do Espírito, da Consciência.

E isto é bem relevante, conquanto a indecisão dos que se demoram no ceticismo alegando que o ‘Universo é tão complexo e tão inteligente que ele dispensa a ideia de um Criador’, ou seja: de Deus. Sendo que, em nosso caso, deistas como o somos: tratamos logo de consertar tal assertiva, corrigindo-a por:

“O Universo é tão complexo e tão inteligente que exige a ideia de um Criador”!

Ora, por si só, ou seja, do nada, o Universo não poderia engendrar a Si mesmo, seus ordenados e complexos movimentos: seja de expansão, das rotas incríveis dos astros, estando Tudo regido por Leis matemáticas indiscutíveis. E nem poderia engendrar, como é óbvio, a complexidade das Leis que regem a evolução, a vida: do átomo à Consciência humana, e desta, até o infinito das mais altas inteligências que se presume haver no além de Tudo, dos mundos superiores, excelsos, do nosso total desconhecimento, e muito mais.

Mas, para que possamos melhor compreender o que é a tal da ‘Rede de Informações’, vamos partir de exemplos bem simples do nosso cotidiano e de fácil compreensão.

Quando estou escrevendo este texto, posso sentir que não estou só, pois penso rápido, escrevo rápido, e, pois, estou trabalhando não exatamente sozinho, mas, muito provavelmente, estou sendo inspirado, intuído, ou, quem sabe, algo mediunizado por informações que não são minhas, e que, se não sou louco e estou em plena saúde física e mental, algo existe além de mim, pois sinto sua leve presença, inspirativa e moral.

Logo, estou concebendo e percebendo ‘Informações’ não são só minhas, mas também do meu instrutor, do meu superior. De mim mesmo, e, dele mesmo, as recebo e as transmito para quem quiser recebê-las, assimilá-las, divulga-las, ou não.

Assim sendo, você mesmo: Leitor: quando ler este texto: você recebe a ‘Informação’, crê ou descrê do que digo, e, como conseqüência, poderá, ao registrar dita ‘Informação’, passa-la ou não passa-la adiante; mas você, em suma, captou a informação, e, só de pensar nela, só de lê-la, você é um “sujet” informacional: receptor como também transmissor sem o querer, pois recebemos tudo, e, tudo, transmitimos, seja do nosso gosto, ou não.

Outro exemplo: quando acolhe em tuas mãos uma pequena semente, qualquer semente, por exemplo, como o fiz, dias atrás: ou seja: de um saquinho de papel retirei algumas sementes de tomate, e, logo após, as enterrei, reguei, e, após alguns dias, ali estava brotando um saudável, e bem verdinho tomateiro.

Ora, o que operara o gatilho da semente de tomate que fora colocada na terra? Ela “percebera”, com suas ‘Informações’ mesmas, o novo ambiente em que se achava, e, com tais ‘Informações’, tratara de romper o seu pequeno casulo e de brotar um raminho para baixo e outro para cima, sendo que o debaixo se dividiria em distintas raízes, e, o outro, rompendo a terra de sobre si derramada, tratara de nos mostrar sua “cara” que, a partir daí, bem verdinho, e bem nutrido, trataria de crescer com seus caules, ramos e folhas, e, mais adiante, com seus frutos para a nossa nutrição.

Pois bem: donde a semente de tomate retirara tais ‘Informações’ suas para fazer tudo quanto fizera? Para um cético: do seu ‘dna’; mas, para um espiritualista, ou, um físico quântico, parece haver algo mais, ou seja: ‘Informação’ para que tal semente – bem como outras sementes, de modo igual - arrojasse de si tais informes, o que nos parece, e que não deixa de ser, algo um tanto mecânico, mas no fundo, no fundo, é representativo de alguma inteligência, de alguma sabedoria para produzir tudo quanto produz.

Ou, noutros termos: a semente, bem como toda semente: tem ‘Informação’ e passa adiante tais ‘Informações’, estas, agora, contidas nas sementes de seus frutos: o tomate de nossa nutrição.

Assim, pois, Tudo do nosso planeta, Tudo do nosso universo tão gigantesco como é, carrega, em si mesmo, algo da sabedoria, da inteligência de tal ‘Rede de Informações’, concebendo-se, tal ‘Rede’, como algo concebido pela Inteligência Suprema do Universo, em suma, de Deus: Nosso Soberano e Justo Criador.

Logo, os físicos quânticos estão corretos e confirmando com suas interessantes ideias da ‘Rede de Informações’, algo além da matéria, pois estão concebendo a matriz intelectual de Tudo: o Espírito, o elemento primordial de todas as coisas: de mim, de você, de todos nós.

Fernando Rosemberg Patrocinio:
Fundador de Casa Espírita, Coordenador de Estudos Doutrinários, Articulista, Palestrante e Escritor de cinco dezenas de e.Books gratuitos em seu blog.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Tatuagens estigmatizam a alma? (Jorge Hessen)



Jorge Hessen

Uma leitora narrou-me o seguinte: “meu noivo tem tatuados desenhos exóticos, como a “caveira”, “Capitão Gancho”, “morte”, “deuses da mitologia nórdica” e “símbolos de bandas Death Metal”. Sei que tais emblemas o representam, pois que ele venera essas coisas. Acho de mau gosto, estranhos e um tanto "patológicos". Entretanto é a opção dele. A escolha dele só a ele diz respeito”. Você concorda comigo?
Explicamos para a nossa leitora que ante as regras morais do Espiritismo não há dispositivos para “danações infernais”. Certamente, pela tatuagem a pessoa pode estar pronunciando algo de si mesma. Todavia e apesar disso, paradoxalmente, não cremos que as tatuagens retratem totalmente a índole e o caráter de alguém. Nada obstante conhecermos alguns modelos de tatuagens, com pretextos assombrosos que podem ser classificados (sem excomunhões) como censuráveis e inadequados para o cristão.
Ainda sobre o tema, outra leitora nos indagou: “a tatuagem é uma forma de arte no corpo? Se é uma arte deverá ser condenada? Tenho uma tatuagem no braço de uma linda borboleta. Ela me representa inteiramente. A borboleta é considerada o símbolo da transformação, da felicidade, da beleza, da inconstância, da efemeridade da natureza e da renovação. Não posso crer que algo tão expressivo para mim possa ser pernicioso na minha vida no além-túmulo. O que você acha?
Explicamos que não identificamos argumentos de caráter rigorosamente útil o uso de quaisquer tatuagens, especialmente se a lesão imposta ao próprio corpo for por idolatria, vaidade e egocentrismo. Contudo, o uso de tatuagens não abafa as qualidades morais. Até porque ninguém pode penetrar na intimidade da consciência de alguém e saber o que aí ocorre.
Outro leitor escreveu: “meu corpo físico já é uma arte, em face disso não ousaria manchar-lhe! E vou mais adiante, quem teria audácia de rabiscar sobre as telas originais de um Vincent  van Gogh, de Michelangelo, de Leonardo da Vinci ou de Pablo Picasso? Ora, a minha irmão me contradiz, argumentando que  se o corpo é um templo, porque não decorar as paredes? Cada caso é um caso, e não se pode dizer que uma tatuagem é um rabisco em uma obra de arte. O corpo é uma obra de arte dada a nós como presente, sim, e não é uma tatuagem que irá tirar esse aspecto de obra de arte”. Me elucide aí, Jorge Hessen.
Aqui especificamente redargui que pelos ditames do livre arbítrio cada um responderá por si. Porém, lembremos que mesmo com toda tecnologia atual, uma tatuagem não é espontaneamente removível. Não há como desconhecermos que o corpo é o templo do Espírito e não nos pertence, portanto, é importante preservá-lo contra ofensivas que possam truncar a sua composição natural.
É difícil sabermos se haverá ou não mutilação perispiritual por causa das tatuagens. Embora saibamos que o perispírito seja lesado pelas anomalias de caráter, desequilíbrios emocionais, vícios físicos e mentais, rancores, pessimismos, ambição, vaidade desmesurada, luxúria, nem  todos os tatuados se enquadram nesses desvios morais.
É verdade! Golpeia-se o perispírito todas as vezes que se prejudica o semelhante através da maledicência, da agressividade, da aventura extraconjugal, da violência de todos os níveis, da deslealdade. Deste modo,  analisando por esse ângulo, as tatuagens afetam nada ou quase nada o perispírito.
As tatuagens que alguns indivíduos elaboram como forma de demonstrar carinho a exemplo de alguém que grava o nome do pai ou da mãe no corpo de modo discreto não trariam, acreditamos, os mesmos efeitos que ocorreriam com aqueles que se tatuam de modo resoluto, movimentados por anseios mais abrutalhados.
André Luiz registra que “os desencarnados podem, sob o ponto de vista fluídico, moldar mentalmente e de maneira automática, no mundo dos Espíritos, roupas e objetos de uso e gosto pessoal”. (1) Como se observa, é possível, embora deploremos, que um ser no além-túmulo permaneça condicionado aos vícios, modismos e tantas outras coisas inúteis da sociedade terrena.
Perante essas questões propostas, evocamos a lógica espírita que nos convida ao autoconhecimento, ao estágio do auto aprimoramento sob o patrocínio da liberdade responsável. Os Benfeitores espirituais recomendam o bom senso, a autoconfiança, a altivez, o equilíbrio e a busca incessante de Deus, que nos faculta contentamento e paz ao coração e à consciência, sem as penúrias de procurarmos alentos nas figuras e emblemas incrustrados na epiderme.

Referência bibliográfica:

[1]     Xavier, Francisco Cândido. Nosso Lar, ditado pelo Espírito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1955  

terça-feira, 6 de junho de 2017

VONTADE, TRABALHO E ÊXITO. LOUIS PASTEUR



Em Educação, Pasteur é modelo. Modelos de excelência são de grande valia.
No entanto, nos dias de hoje há uma tendência a favor da desmistificação dos heróis. Em consequência os jovens carecem de imagens concretas de pessoas admiráveis para ajudá-los no esforço de evolução pessoal.
É natural, na juventude, querer ser ou ter um herói.
Jesus discute uma escala de valores que só os heróis, mesmo os pequenos e anônimos, podem possuir. (1)
Extremamente oportuno o lançamento da Editora Lorenz.
Louis Pasteur, Vontade, Trabalho e Êxito, obra de Brunilde M. do Espirito Santo.
Lembro-me que citamos o cientista numa solenidade, histórica para o Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O Instituto formava a Primeira Turma de Graduados em Microbiologia e Imunologia do Brasil, quanta emoção!
Naquela oportunidade na tela mental, materializou-se a figura de Louis Pasteur e suas palavras. (2)
“Não fiquem maravilhados diante do novo nem assustados pelo que ontem vos era desconhecido. Não recuem diante do mistério, mas procurem enfrenta-lo e desvendá-lo... Não se considerem os únicos donos da verdade e do conhecimento, pois o diploma não faz o cientista. E façam tudo com amor.”
Nossos esforços nunca deverão produzir monstros ou psicopatas hábeis. Aquelas pessoas sem coração.
Talvez pensando nisso, Pasteur tenha dito que “será um dia esplêndido aquele em que, dos progressos da ciência, participará também o coração.”
Um livro sobre o cientista teria que ser produzido por alguém com extrema sensibilidade e inspiração, digamos “mediúnica”, como na letra da canção.
“Olhando ao teu redor verás que almas tristes te pedirão amor. Tua tristeza esquece, sorri, ampara e aquece, seja o irmão quem for. Sofrendo chuva e vento o trigo doura o campo, sem falar de sua dor e, assim que a nuvem passa, a terra generosa desabotoa em flor. Imita a natureza que se desfaz em luz até o entardecer e, quando a noite chega, o céu acende estrelas, até o amanhecer.” (3)
“E, façam tudo com amor”, recomendou o cientista.
“As conquistas intelectuais valem muito, as indagações são louváveis, mas em verdade somente será efetivo e eficiente cooperador se tiver amor.”
Tu me amas?
Por que Jesus fez a mesma pergunta a Pedro pela terceira vez?
-  Simão, Filho de Jonas, amas-me? João, 21.17. (4)

Referências


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Parto. Aborto. “Experiência vivida não pode ser transmitida”






Luiz Carlos Formiga


Perguntei, e minha mulher respondeu como eram as dores do parto. Sem possuir útero, câmara de materialização de espíritos, não entendi. Pensei em litíase urinária. Foi como explicar o que é uma coisa fofa, sem usar as mãos.
Minha mulher passou por um aborto. O que nos deixou marcados na alma. Tivemos que fazer opção diante de um surto de Rubéola (*). Dois partos anteriores nos deram filhas normais. Mas, com o vírus da rubéola o papo é outro!
Decidimos confiar na Providência Divina e deixamos a gravidez prosseguir seu curso natural.
Ao mesmo tempo, com auxílio de uma colega da UFRJ, no Departamento de Virologia, do Instituto de Microbiologia, realizamos exames laboratoriais com o soro da gestante.
Chegamos à conclusão que minha mulher era competente, sob o ponto de vista imunológico, mas havia ainda a possibilidade do vírus romper a barreira de sua defesa.
Diante da explicação, minha mulher seguiu confiante, mas o neném desistiu. (1) Aborto espontâneo.
Permitam-me uma provocação: deve-se aceitar o aborto para salvar a vida da gestante HIV soro convertida, grávida pelo estupro?
Antes que o leitor inicie a resposta, e pensando na visão transdisciplinar, gostaria que considerasse alguns pontos.
Qualquer tentativa de reduzir o ser humano a uma mera definição e de dissolvê-lo nas estruturas formais, sejam elas quais forem, é incompatível com a visão transdisciplinar.
O reconhecimento da existência de diferentes níveis de realidade, regido por lógicas diferentes é inerente à atitude transdisciplinar.
Qualquer tentativa de reduzir a realidade a um único nível regido por uma única lógica não se situa no campo transdisciplinar.
A ética visa mais o bem a ser conquistado e garantido que ao mal que deve ser evitado.
A bioética é a ética aplicada aos novos problemas que se desenvolvem nas fronteiras da vida. Vem em salvaguarda do ser humano: na singularidade da individualidade, mas também na universalidade da sua humanidade.
Não pretende ser restritiva, mas tem a tarefa de colocar limites éticos a fim de salvaguardar a pessoa humana, sua vida e humanidade.
Convido o leitor a oferecer resposta ou continuar lendo.
O artigo foi intitulado de “Ética, Sociedade e Terceiro Milênio “. Pode ser encontrado em vários sítios. Basta colocar o título no Google. (2)
Poder e ausência de ética associados produzem perdas e danos, como o roubo, a censura, o sequestro,
O aborto seria um direito ou apenas uma possibilidade, decorrente do poder e da anestesia da consciência? (3)
(*) Rubéola na gravidez.
Apesar de não ser grave, a rubéola é particularmente perigosa na forma congênita. Neste caso, pode deixar sequelas irreversíveis no feto como: glaucoma, catarata, malformação cardíaca, retardo no crescimento, surdez e outras.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu descriminalizar o aborto no primeiro trimestre da gravidez.

Referências



quarta-feira, 31 de maio de 2017

“Fogo fátuo” e “duplo etérico” - o que é isso ? (Jorge Hessen)



Jorge Hessen

Um amigo indagou-me o que era  “fogo fátuo” e “duplo etérico”. Respondi-lhe que uma das opiniões que se defende sobre o “fogo fátuo”, acena para  a emanação “ectoplásmica” de um cadáver que, à noite ou no escuro, é visível, pela luminosidade provocada com a queima do fósforo “ectoplásmico” em presença do oxigênio atmosférico. Essa tese tenta demonstrar que um “cadáver” de um animal pode liberar “ectoplasma”.

Outra explicação encontramos no dicionarista laico ,definindo o “fogo fátuo” como uma fosforescência produzida por emanações de gases dos cadáveres em putrefação[1], ou uma labareda tênue e fugidia produzida pela combustão espontânea do metano e de outros gases inflamáveis que se evola dos pântanos e dos lugares onde se encontram matérias animais em decomposição. Ou , ainda, a inflamação espontânea do gás dos pântanos (fosfina), resultante da decomposição de seres vivos: plantas e animais típicos do ambiente.

Sob o enfoque espírita, Allan Kardec fez breve referência ao termo conforme inserto  no cap. VI, de O Livro dos Médiuns ,  questão 29, ao indagar: “Que se deve pensar da crença que atribui os “fogos-fátuos” à presença de almas ou Espíritos?” Os espíritos responderam: "Superstição produzida pela ignorância. Bem conhecida é a causa física dos “fogos-fátuos”. [2]

Sobre o tema “duplo etérico” explicamos ser muito intricado.  O termo não está presente na Codificação, porém existem associações teóricas subjetivas,  por vezes polêmicas, contidas  nas obras “complementares” para explicá-lo. O fato é que não encontramos  a nomenclatura, digamos,  “clássica” no Espiritismo, isto é, não é definido por Kardec, embora superficialmente o tema é  acenado (uma única vez) em O Livro dos Médiuns. [3] A rigor, a palavra e seus conceitos dimanam especialmente dos burgos místicos do esoterismo, apinhada de crença orientalista , mística e espiritualista, portanto não sendo objeto de estudo de Kardec ou dos Espíritos nas Obras básicas.

Partindo do princípio definido pelo dicionário esotérico somos informados que todo corpo físico está cercado por um invólucro de matéria etérica, sendo uma reprodução perfeita do corpo físico. Ele ultrapassa epiderme cerca de cinco centímetros. Não é um veículo independente, se desfazendo após a morte física. Sua grande importância é receber e distribuir as forças vitais provenientes do sol e da terra. É nele que estão localizados os chamados “chacras”. [4]

Kardec inquiriu aos Espíritos se a alma é externa e envolve o corpo. Os Benfeitores explanaram que as almas (os encarnados)  irradiamos e nos manifestamos no exterior (do corpo físico), como a luz através de uma lâmpada ou como o som em redor de um centro sonoro. É por isso que se pode dizer que ela (alma) é externa, mas não como uma película do corpo. A alma tem dois envoltórios: um, sutil e leve, o primeiro que chamas perispírito; o outro, grosseiro, material e pesado, que é o corpo biológico. [5]

Divulga-se que o “duplo etérico”, ou, para alguns, a “bioenergia”, é o contingente de energia vital (“neuropsíquica”), resultado da ação do corpo espiritual (perispírito) sobre os elementos físicos, canalizados à consolidação do corpo físico como, também, aglutinados em uma outra estrutura que vai servir de verdadeiro reservatório de vitalidade, necessário, durante a vida física, à reposição de energias gastas ou perdidas. [6]

André Luiz distingue o perispírito - a que chama também de “corpo astral”, “corpo espiritual” e “psicossoma” - do “duplo etérico”, cuja natureza, afirma como sendo de "um conjunto de eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo biológico" (...), "formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao arcabouço carnal por ocasião da morte renovadora".[7]

Na desencarnação “duplo etérico” (ou “corpo vital”) pode ficar adjunto ao corpo físico ou pairar no ambiente, por um período curto ou longo consoante a evolução do desencarnado, até o desligamento definitivo, quando sobrevém a sua desintegração. Isto porque, sendo um campo de energia de predominância física, poderá servir de sustentação a espíritos vampirizadores. Nos seres evoluídos, o “duplo etérico” é quase que imediatamente desintegrado.

André Luiz , portanto , confirma  que todos os seres vivos se revestem de um halo magnético que lhe corresponde à natureza e que no homem essa projeção é modificada e enriquecida pelos fatores do pensamento contínuo, constituindo a “aura” humana, o “corpo vital” ou "duplo etérico". Por ele exteriorizamos o reflexo de nós mesmos, de acordo com o que pensamos e fazemos. [8]

Sinceramente? Não identificamos problemas conceituais nas considerações de André Luiz. Não obstante, ocorrerem clamores que divergem do autor de “Nosso Lar”, a propósito do emprego das terminologias “aura”e “corpo vital”. Asseguram tais divergentes que as palavra e os conceitos estão propostos sem um maior critério doutrinário, pois que nas obras básicas e na Revista Espírita, Kardec não usou tais palavras. Lembremos, porém, que o Codificador usou a expressão “atmosfera fluídica” ou “atmosfera individual” para definir o mesmo fenômeno aqui analisado.

Nalgumas escolas espiritualistas, o “corpo vital” (empregado por André Luiz) é constituído por átomos de matéria sutil (etérea), sendo denominado como tal  por ser a fonte das forças nervosas eletrovitais, e, portanto, o construtor e restaurador das formas densas, interpenetrando todo o corpo físico.  Todavia, na época de Kardec  não se empregava com frequência o termo “duplo etérico” ou “corpo vital”, mas ao registrar Kardec que o perispírito é composto de matéria sutil, de matéria nervosa, de matéria inerte, evidentemente estava referindo-se ao perispírito como um corpo complexo, e não de natureza compacta.

Leopoldo Cirne, um espírita estudioso de Kardec,    concluía, das experiências de materialização, a existência de um corpo invisível no encarnado, dessemelhante do perispírito, que poderia subsistir por algum tempo após a morte física, mas não permaneceria definitivamente ligado ao Espírito desencarnado, a que denominou de “corpo etéreo”, “duplo astral”, “corpo astral”, responsável pela possibilidade de materialização dos Espíritos. [9] Em seguida, na sua obra (póstuma) O Homem Colaborador de Deus, Cirne manteve seu ponto de vista sobre a existência de um corpo não-físico além do perispírito, não o designando mais de duplo (corpo) astral, mas apenas de “corpo etéreo”, inseparável do corpo físico durante a vida. [10]

Sabemos que o tema é sensível, difícil, problemático e não pacificado ainda, mas faço minhas as palavras de Kardec,   mencionando que o estudo de um tema que nos lança numa ordem de coisas abstratas só pode ser feito com inteligência, imparcialidade e utilidade por pesquisadores sérios, perseverantes, livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado. Não sabemos como dar esses qualificativos aos que julgam “a priori”, inconsideradamente, sem tudo ter visto; que não imprimem a seus estudos a continuidade, a regularidade e o recolhimento indispensáveis. [11]

Referências bibliográficas:

[1] Disponível em https://www.priberam.pt/dlpo/fogo-f%C3%A1tuo acessado em 25-05-2017

[2] KARDEC , Allan. O livro dos Médiuns, cap VI, questão 29, RJ: Ed FEB, 1990

[3] Idem questão 4 do item 128 do capítulo VIII

[4] Disponível em https://dicionarioesoterico.wordpress.com/ acessado em 24-05-2017

[5] KARDEC , Allan. O livro dos Espíritos, RJ: Ed FEB, 1990 questão. 141

[6] ZIMMERMANN Zalmino. PERISPÍRITO, SP: Editora: Centro Espírita Allan Kardec, 2002

[7] XAVIER, Francisco Cândido. Evolução em Dois Mundos, RJ: Ed. FEB 1958, 13a ed.

[8] Idem

[9] CIRNE, Leopoldo. Doutrina e Prática do Espiritismo, 1 edição, RJ: Editora: Typ . do Jornal do Commercio, 1920

[10] CIRNE, Leopoldo. O Homem Colaborador de Deus, SP: Ed Mundo Maior, 1949

[11] KARDEC , Allan. O livro dos Espíritos, item VIII da introdução, RJ: Ed FEB, 1990

Coerência da Lei Divina ante a reencarnação (jorge Hessen)

Jorge Hessen

Como toda criança, Virsayia Borum, de sete anos, é bastante ativa - em suas próprias palavras, adora "dançar, pular e voar". Mas ela tem de tomar muito mais cuidado, pois nasceu com a chamada Pentalogia de Cantrell. Uma  doença, que afeta apenas cinco em cada 1 milhão de pessoas, faz com que os órgãos vitais se desenvolvam fora de suas cavidades. No caso de Virsayia , seu coração não desenvolveu dentro da cavidade, mas abaixo da pele do tórax  e seus intestinos se desenvolveram fora do abdômen. [1]

Já historiamos sobre Bethany Jordan, uma garota da cidade inglesa de Stourbridge, que sofre da Síndrome de Ivemark, uma síndrome patológica de etiologia desconhecida, caracterizada por problemas cardiovasculares. [2] Jordan também nasceu com alguns de seus órgãos invertidos, isso mesmo! O fígado, o intestino e o baço estavam posicionados de trás para frente. O fenômeno foi descoberto em exames de ultra-som enquanto ela ainda estava no útero de sua mãe.

Sob o enfoque espíritas aprendemos que nos Estatutos de Deus não há espaço para injustiças. Desta forma, acreditamos que Virsayia e Bethany suicidaram-se em vidas passadas. Em verdade, conforme o tipo de suicídio empreendido (voluntário ou involuntário), brotam na estrutura do ser as desarmonias psíquicas e fisiológicas reflexas, que se manifestam nas diversas aberrações congênitas, inclusive a Pentalogia de Cantrell e a Síndrome de Ivemark, que se tornam terapêutica providencial na cura da alma.

Antes de renascermos, examinando nossas próprias necessidades de aperfeiçoamento moral, muitas vezes, rogamos a limitação psicomotora na nova experiência física, para que essa condição nos induza à elevação de sentimentos. Solicitamos ou nos é sugerida ou infligida (pelos Benfeitores) a enfermidade de longa duração, capaz de nos educar os impulsos; essa ou aquela lesão física que nos exercite a disciplina; determinada mutilação que nos iniba o arrastamento à agressividade exagerada; o complexo psicológico que nos remova as idéias, etc. É a lógica de justiça da Reencarnação, o que nos remete a analisar as patologias congênitas pelo Princípio de Causa e Efeito.

Nosso estado moral é que determinará os renascimentos com anomalias congênitas ou não. Chico Xavier conta o seguinte: Muitas vezes, temos encontrado irmãos nossos suicidas, que dispararam um tiro contra o coração, e que voltam com a cardiopatia congênita ou com determinados fenômenos que a medicina classifica dentro da chamada Tetralogia de Fallow; nós vemos companheiros que quiseram morrer pelo enforcamento e que voltam com a Paraplegia Infantil; nós vemos muitos daqueles que preferiram o veneno e que voltam com más formações congênitas; outras pessoas que violentaram o próprio ventre e que voltam, também, com as mesmas tendências e que, às vezes, acabam desencarnando com o chamado enfarto mesentérico.

Conta ainda o médium de Uberaba, que vemos, por exemplo, aqueles que preferiram morrer pelo afogamento, num ato de rebeldia contra as leis de Deus e que voltam com o chamado enfisema pulmonar. Vemos, ainda, aqueles que dispararam tiros contra o próprio crânio e voltam com fenômenos dolorosos, como, por exemplo, a idiotia, quando o projétil alcança a hipófise; todas essas consequências, porque estamos em nosso corpo físico, mas subordinados ao nosso corpo espiritual. Então, principalmente os fenômenos decorrentes do suicídio, por tiro no crânio, são muito dolorosos, porque vemos a surdez, a cegueira, a mudez, e vemos esse sofrimento em crianças também, o que nos afigura incompatíveis com a misericórdia de Deus, porque nós sabemos que Deus não quer a dor. [3]

Somos herdeiros de nossas ações pretéritas, tanto boas quanto más. O compromisso moral ou conta do destino criada por nós mesmos está impresso no corpo perispiritual.  Esses registros fluem para o corpo físico e culminam por determinar o equilíbrio ou o desequilíbrio dos campos vitais e físicos. É certo que junto de semelhantes quadros de provação regenerativa funciona a ciência médica por missionária da redenção, conseguindo ajudar e melhorar os enfermos de conformidade com os créditos morais que atingiram ou segundo o merecimento de que disponham.[4]

Referências bibliográficas:
[1]           Disponível no vídeo http://www.bbc.com/portuguese/geral-39185557  acessado em 31 de maio de 2017
[2]           A Síndrome de Ivemark consiste de más formações de diferentes órgãos, e a expectativa de vida depende de como cada órgão, principalmente o coração, é afetado.
[3]           XAVIER, Francisco Cândido. Pinga Fogo, São Paulo: Ed. Edicel, 1975
[4]          XAVIER, Francisco Cândido. Religião dos Espíritos, Cap 48 , ditado pelo espirito Emmanuel, RJ: Ed FEB, 1999 

terça-feira, 30 de maio de 2017

CARLOTA, DROGA E NOSTRADAMUS

Luiz Carlos Formiga
Encontro Carlota morta. Eu falei, eu gritei, eu implorei  (*)

Década de 1970, fiz duas Especializações, em Microbiologia e Imunologia e outra em Educação para a Saúde, depois, Mestrado e Doutorado, todos na UFRJ. O problema era dar aulas nas duas universidades. Usava droga na madrugada. Café e tabaco. A droga não é boa nem má, o problema é o uso que dela se faz. (1) Na mesma década, meus quatro filhos resolveram nascer e chorar.
Loucura! Nesse período, fiz também a Faculdade de Educação. Foi possível e não fiz nada errado, mas Direito só depois da aposentadoria, não tive energia suficiente. Era viciado em livros. “Durma-se com um barulho desses!” Era como um artista jovem na madrugada!
Nessa mesma década, os baianos invadiram minha praia. Era possível encontrá-los no “Acapulco”, o restaurante onde Eduardo Dussek batia ponto todas as noites, na certeza de encontrar amigos e descolar um comprimido (**) de Mandrix. (2)
 Arthur Xexéo conta que foi saindo do “Acapulco”, que Dussek conseguiu seu primeiro emprego como artista profissional.
Wolf Maya e Zezé Motta lhe perguntaram o que fazia. A resposta singela: “Sou pianista”.
Maya estava participando de uma produção teatral onde um pianista fora demitido.
Dussek acabou, ao lado de Marieta Severo, Marco Nanini, Pedro Paulo Rangel e Camila Amado, no elenco de “Desgraças de uma criança”, a comédia que fez história, em 1973.
Arthur Xexéo relata que foram quatro horas de histórias impagáveis com Eduardo Dussek no Museu da Imagem e do Som. Projeto “Depoimentos para a posteridade”.
No segundo caderno do jornal, o articulista-entrevistador diz que, a partir de certo momento, se emocionou e deixou de lado a rigidez exigida por entrevistas para museus e logo percebeu que a vida de Dussek não era só dele. Ela era a de toda uma geração, a geração que foi jovem no Rio de Janeiro, 40 ou 50 anos atrás. Dussek estava especialmente inspirado no MIS. Imitou o que seria Maria Bethânia interpretando “Nostradamus”, a canção que o revelou para todo o país no festival “MPB-80”.
 O artista resumiu sua trajetória de maneira original: “Eu me arrependo de tudo, pra fazer de novo e melhor”. (3)
Eu também me arrependo e quero dizer com o Zeca: eu não sou mais disso!
Eu não sei se Sonia fez feitiço, macumba ou coisa assim, mas eu deixei de ser vagabundo. Aumentei minha fé em Cristo. Hoje sou bem quisto por todo mundo. (4)
O tabagismo e a hipertensão arterial são dois importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Naquela década, também deixei o tabaco, hoje não me arrependo. (5)
Quando Dussek disse “se arrepender de tudo, pra fazer de novo e melhor”, também me fez recordar a vida difícil das décadas de 1960/70.
A Faculdade de Ciências Médicas, na UERJ, tinha conceito bom, mas quando cheguei acadêmico biomédico aos laboratórios da disciplina de Microbiologia e Imunologia verifiquei que estava no terceiro mundo.
A pesquisa só tomou impulso graças ao concurso e ao novo professor titular, Ítalo Suassuna. O professor Suassuna estimulava o aluno de graduação a colocar o “umbigo na bancada”. (6)
Foi nessa época, que pela primeira vez, nos colocamos diante da avaliação de nossos pares ao apresentar comunicação oral sobre uma droga (***). A Gentamicina. (7)
Os anos se passaram rápidos, mas não estou “velho e acabado”. Certamente faríamos mais e melhor, apesar da crise (8) que atravessamos nessa hora, um verdadeiro pesadelo.
“Eu me arrependo de tudo, pra fazer de novo e melhor”.
 Um autor espiritual explicou como ocorre o progresso espiritual, quando estamos em nova oportunidade fazendo, na reencarnação, uma “delação premiada”, como eu agora. É preciso apresentar provas (links).
O progresso pode ser comparado a montanha que nos cabe transpor, sofrendo-se naturalmente os problemas e fadigas da marcha, enquanto que a recuperação ou a expiação podem ser consideradas como essa mesma subida, devidamente recapitulada, através de embaraços e armadilhas, miragens e espinheiros que nós mesmos criamos.” (Evolução em Dois Mundos, capítulo. XIX, Reencarnação e Evolução)
Devemos ainda considerar que os efeitos da droga não se restringem apenas ao corpo físico, pois os espíritos perversos aproveitam a oportunidade para desagregar a personalidade, liberando dos arquivos do subconsciente as imagens de dramas vividos em outras encarnações. (9)
A pessoa que realiza o suicídio lento e inconsciente pelo abuso de drogas não tomou conhecimento das diversas evidências científicas, que apontam na direção da possibilidade de voltar a viver, em um novo corpo, na Terra.
Ela não sabe que o corpo de carne sofre a ação de um programador, organizador biológico, o períspirito, corpo celeste. Com o abuso de drogas em vida anterior, a pessoa inconsciente não sabe que se imprimiu marcas, ocasionando lesões no corpo espiritual.
Poderá haver lesão no cérebro material/espiritual. Isso se expressará através do DNA.
As características de personalidade do espírito desencarnado refletem-se no corpo espiritual, períspirito, e deste no corpo, tornando o cérebro vulnerável para algumas experiências da vida, gerando transtorno mental.
Esse assunto é tão fascinante que fomos convidados a apresenta-lo aos jovens acadêmicos no Núcleo Espírita Universitário, na UERJ, em 1999. (10)
Imagine desencarnar na cracolândia com Aids e tuberculose. (11)
Não só artistas usam drogas. Políticos, executivos, pessoas bem sucedidas na vida também usam. Certamente lhe veio à mente um nome. Uma realidade surge. As taxas de consumo são mais elevadas no subconjunto populacional em que as famílias não são coesas. Tanto que nossos adversários, encarnados e desencarnados, procuram desacreditar a família como uma instituição. Encorajam o divórcio fácil e enfatizam a necessidade de criar os filhos longe da negativa influência dos pais, como técnica de dominação. (12)
Nesse problema do abuso de drogas enfatizamos três pontos. O encontro de uma personalidade com uma droga psicotrópica, dentro de certo contexto social e cultural. (13) Na cracolândia (11) a droga é apenas um epifenômeno. Dussek faz refletir!

Referências


1. http://espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores_FORMIGA_Luiz_textos/FORMIGA_
Luiz_tit_Cirurgiao_e_a_Doenca_da_Negacao-O.htm
2. https://oglobo.globo.com/cultura/acapulco-21404372#ixzz4iZcwVtRY
3. https://oglobo.globo.com/cultura/acapulco-21404372#ixzz4iZaxX97Y
4. https://www.youtube.com/watch?v=KbpTvLIEd5I
https://www.youtube.com/watch?v=u6LuGdvP65w
https://www.youtube.com/watch?v=x4IeBlzimaM
5. http://www.ceoe.org.br/ceoe/index.php/component
/content/category/14-ceoe-saude
6. https://espirito.org.br/artigos/universidade-da-alma-cidade-universitaria-do-espirito-2/
http://www.aeradoespirito.net/ArtigosLCF/UNIVERSIDADE_DA_ALMA_LCF.html
http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores_FORMIGA_Luiz_textos
/FORMIGA_Luiz_&_FORMIGA_Andre_tit_Universidade_alma.htm
7. http://www.aeradoespirito.net/ArtigosLCF/DIF-D_LEPROES_AO_CLONE_ESTIGM_LCF.html
8. http://science.sciencemag.org/content/356/6340/812.2
9. http://cienciafilosofiareligiao.blogspot.com.br/2011/06/alcool-tabaco-cocaina-lsd-tudo-e-droga.html
10. http://juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=1987995
http://www.aeradoespirito.net/ArtigosLCF/EVID_CIENT_SUGESTIVAS_DE
_REENCARNACAO_LCF.html
11. http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2017/05/cracolandias.html
12. http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2017/05/sonho.html?m=1
https://rinconespirita.wordpress.com/dr-luiz-carlos-formiga-2017/
13. http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2015/09/espiritismo-suicidio-e-usuarios-de.html

             
(*) https://www.youtube.com/watch?v=H56QhWCIR9Q
(**) Methaqualone1 é um fármaco com efeito similar a barbitúricos
(***) La accion de la gentamicina sobre bacilos diftéricos. Symposium Latino-Americano sobre Infeccciones y gentamicina. “Estela” S.A. México, D.F. p 171-174. 1969.
Valoracion de gentamicina em el tratamento de enfermidades infecciosas. Symposium Latino-Americano sobre Infeccciones y gentamicina. “Estela” S.A. México, D.F. p 189-202. 1969.