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sexta-feira, 24 de junho de 2016

No CREMERJ: Desafiando a Incredulidade


 
Luiz Carlos Formiga

Formado em Medicina pela UFMG, Pedro da Silva Nava (1903-1984), foi escritor, autor de sete livros. Baú de Ossos, Balão Cativo, Chão de Ferro, Beira Mar, Galo das Trevas, O Círio Perfeito e Cera das Almas (incompleto). Pode-se constatar também o valor de seus escritos sobre a medicina.

Estava professor na universidade e presenciei o desconforto que foi causado pela notícia de sua morte.

Humberto Werneck diz, em “O Suicídio Anunciado de Pedro Nava”, que “tanto tempo depois de Pedro Nava disparar um tiro contra a própria cabeça, aos 80 anos de idade, tem poucas dúvidas de que o grande escritor mineiro há muito caminhava para se matar. Se não fisicamente (como fez naquela noite, 13 de maio de 1984, arriado num banco sob um oitizeiro quase em frente à sua casa, no Rio), ao menos literariamente Nava teria decidido abreviar o fim.”

Werneck diz ainda que “desconfiava disso quando, um ano antes, passou alguns dias conversando com ele, em seu apartamento na rua da Glória, para escrever na Isto É um perfil do memorialista às vésperas de completar 80 anos. Diz ele que poderia, deveria ter desconfiado, tantas eram as evidências. Estavam numas enigmáticas entrelinhas de nossa conversa, quando, enfático, Nava deplorava a erosão do corpo na velhice e insistia no esplendor da juventude e no primado do amor físico.”

"Sou um suicidário, chegou a dizer Nava pela boca de um personagem de O Círio Perfeito, saído cinco meses antes da tragédia.”

 "O calvário para o suicida é arranjar o revólver, providenciar o veneno, pendurar a corda no gancho, sentar-se no peitoril da janela."


O suicídio é um problema que incomoda à universidade, onde se discute motivações, circunstâncias precipitantes, prevenção. Incomoda também ao movimento espírita, por ser um ato de grande gravidade diante das Leis Divinas ou Naturais.


O Psiquiatra Miguel Chalub, em 1979, chama a atenção para o perfil suicida naquela época: homem, com mais de 55 anos, morador de grandes cidades, agnóstico, socialmente isolado, doente, sem antecedentes psiquiátricos e alcoólatra moderado.


Poderíamos dizer que com esse perfil, a pessoa sofre da “doença da incredulidade” e não conseguem nem perguntar se espíritos existem, mesmo que tenham estado diante deles.

Foi assim que se comportou um paciente posteriormente a uma cirurgia a que foi submetido, feita por um espírito, médico desencarnado materializado com a ajuda de um médium.

O mais interessante é que a peça foi a exame com dois patologistas, e, assistiram ao procedimento dois cirurgiões, um cardiologista e um anestesista.

O paciente, um descrente médico-professor voltou a ter vida normal, sem aqueles sintomas de asma cardíaca. Anos depois desencarnou. Na realidade ele nunca acreditou que houvesse sido submetido a uma cirurgia mediúnica. E agora José?


Agora no dia 04 de julho de 2016 teremos no CREMERJ a oportunidade de estar frente a frente com o Dr. Paulo Cesar Fructuoso, um médico que estava presente naquela cirurgia inusitada. Foi no seu livro que colhi esse exemplo, incapaz de devolver ao paciente a intuição da imortalidade da alma e a da existência de uma Inteligência Suprema, Causa Primária de todas as coisas. A incredulidade é uma difícil provação e os que sofrem dessa “doença da alma” deverão adquirir à custa do próprio raciocínio a prova da existência de Deus e da vida futura. A nossa universidade ainda não mede esforços no sentido do desenvolvimento da Inteligência Espiritual. Na realidade a universidade no nosso país vive de “pires na mão”, para trabalhar o domínio cognitivo. Criar universidades como vitrine política é muito fácil!

Para aguçar a curiosidade de nossos acadêmicos preparamos um pequeno texto, intitulado “A Face Oculta da Medicina no Cremerj”. Esperamos que ele possa ser útil aos que possuem incrédulos materialistas entre os seus amores. Esperamos que possa ser uma estrada de Damasco, para aqueles que estão sem a esperança de dias melhores.

Se dê uma chance. Clique num dos links abaixo e depois vá ao Cremerj, conversar com uma “testemunha ocular”.
“A Face Oculta da Medicina” no CREMERJ

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