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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O que devemos estudar nas Casas Espíritas?

Paulo da Silva Neto Sobrinho


“É por isso que dizemos que estes estudos requerem atenção demorada, observação profunda e, sobretudo, como o exigem todas as ciências humanas, continuidade e perseverança. São precisos alguns anos para forma-se um médico medíocre e três quartas partes da vida para formar-se um sábio, e querem em algumas horas adquirir a Ciência do Infinito?” (KARDEC) [1]
“Ninguém pode ser bom juiz naquilo que está fora de sua competência”; este trecho, de uma das falas de Kardec, em O que é o Espiritismo, nos chamou a atenção. Referia-se, o Codificador, à ciência materialista com relação aos fenômenos espíritas. Disso surgiu-nos uma indagação: “Nós, os espíritas, somos doutrinariamente competentes?”
Sinceramente, acreditamos que não; especialmente se levarmos em conta a grande maioria de seus adeptos. Há, é certo, notáveis destaques e inúmeros estudiosos, mas o grosso de nós não tem competência, somos ainda carentes de um conhecimento doutrinário mais aprofundado.
Emmanuel, o mentor do saudoso Chico Xavier, parece-nos ter tocado nessa “ferida” [2], chamando-nos a atenção:
Convençamo-nos de que é necessário:
sentir Kardec;
estudar Kardec;
anotar Kardec;
meditar Kardec;
analisar Kardec;
comentar Kardec;
interpretar Kardec;
cultivar Kardec;
ensinar Kardec e
divulgar Kardec.
É claro que aqui não se prega o endeusamento de Kardec; porém, é inquestionável a necessidade de se conhecer profundamente todas as suas obras, uma vez que elas tratam de instruções dadas pelos Espíritos Superiores, sob a direção do Espírito de Verdade, que, para nós, não é outro senão o próprio Jesus, afirmarmos isso não por achismo, mas como resultado de extensa pesquisa. [3]
J. Herculano Pires, que, segundo Emmanuel, “foi o melhor metro que mediu Kardec”, por sua vez, alertava:
[…] Precisamos de estudar Kardec intensamente, de assimilar os ensinos das obras básicas, de mergulhar nas páginas de ouro da “Revista Espírita”, não apenas lendo-as, mas meditando-as, aprofundando-as, redescobrindo nelas todo o tesouro de experiências, exemplos, ensinos e moralidade que Kardec nos deixou. […]. [4]
Para algumas pessoas isso pode parecer sem nenhuma importância, mas, convenhamos, que, sem um conhecimento aprofundado da Doutrina Espírita, não temos, por exemplo, as mínimas condições de avaliar nem mesmo se aquilo que se atribui a algum Espírito pode ser considerado uma verdade do ponto de vista doutrinário.
Sobre certas revelações, especialmente as de fatos ignorados, orienta-nos Kardec que: “É nisto, sobretudo, que o estudo sério e completo da ciência espírita é indispensável, a fim de só se lhe pedir o que ela pode dar e do modo por que o pode fazer; ultrapassando esses limites é que nos expomos a ser enganados.” (grifo nosso) [5]
Sem conhecer, por exemplo, a classificação dos Espíritos quanto à moral, seremos levados a considerar todos como “santos”; daí o que vem deles passa a se tornar algo inquestionável. Não foi sem razão que Erasto, sabiamente, recomendou: “É melhor repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea.” [6]
Prevenindo aos médiuns sobre os escolhos da mediunidade, Kardec recomenda:
Se o estudo prévio, neste caso, é útil para o observador, mais indispensável é ao médium, a quem fornece os meios de prevenir um inconveniente que lhe poderia trazer bem desagradáveis consequências. Assim, é pouca toda a recomendação para que o estudo preceda à prática. (grifo nosso) [7]
E quanto à possibilidade do charlatanismo, conclui dizendo:
Quem estudou e conhece as condições normais em que elas se dão, distingue facilmente a imitação da realidade; além disso, aquela nunca pode ser completa e só ilude o ignorante, incapaz de distinguir as diferenciações características do fenômeno verdadeiro. (grifo nosso) [8]
No intuito de verificar pessoalmente como andava o movimento espírita na França, Kardec, por três anos, visitou várias cidades, processo iniciado em 1860. A sua última viagem foi em 1862, cujo relato se encontra no opúsculo Viagem Espírita em 1862. Há, nessa obra, algo que tem a ver com o que estamos falando. Vejamos:
Há algum tempo constituíram-se alguns grupos, de especial caráter, e cuja  multiplicação entusiasticamente desejamos de encorajar. São os denominados grupos de ensino. Neles, ocupam-se pouco ou nada das manifestações. Toda a atenção se volta para a leitura e explicação do “O Livro dos Espíritos”, do “O Livro dos Médiuns” e de artigos da “Revista Espírita”. Algumas pessoas devotadas reúnem com esse objetivo certo número de ouvintes, suprindo para eles as dificuldades da leitura ou do estudo isolado. Aplaudimos de todo o coração essa iniciativa que, esperamos, terá imitadores e não poderá, em se desenvolvendo, deixar de produzir os melhores resultados. Para essa atividade não se tem necessidade de ser orador ou professor, trata-se de uma leitura em família, seguida de algumas explicações despretensiosas do ponto de vista da eloquência, mas que estejam ao alcance de toda gente.
Sem fazer disso norma obrigatória, muitos grupos têm por hábito iniciar as sessões pela leitura de algumas passagens do “O Livro dos Espíritos” ou do “O Livro dos Médiuns”. Seríamos felizes vendo essa prática adotada de modo geral, uma vez que o seu resultado é despertar as atenções para princípios que poderiam ser mal compreendidos ou passar despercebidos. Neste caso é útil que os dirigentes, ou presidentes dos grupos, preparem antecipadamente as passagens que deverão constituir o objeto da leitura, a fim de harmonizar essa escolha às circunstâncias.
Não deve causar estranheza ou incompreensão que eu indique essas obras como básicas para estudo, uma vez que são as únicas em que a ciência espírita se encontra analisada em todas as suas partes e de maneira metódica. Todavia julgar-me-ia mal quem me supusesse exclusivo a ponto de recusar outras obras, entre as quais muitas merecem toda a simpatia dos bons espíritos. Em um estudo completo, ademais, é preciso examinar-se tudo, mesmo aquilo que é mau. Julgo também muito útil a leitura das críticas, para delas fazer ressaltar o vazio e a ausência de lógica; nelas nunca há uma única assertiva capaz de abalar a fé de um espírita sincero; pelo contrário, podem apenas fortalecê-la, pois que muitas vezes já o fizeram nascer no coração de incrédulos que se deram ao trabalho de compará-las. O mesmo se pode dizer de certas obras que, se bem escritas com uma finalidade digna, nem por isso deixam de conter erros manifestos ou excentricidades que é sempre preciso pôr a descoberto. (grifo nosso) [8]
A formação de grupos para estudar a Doutrina e a leitura de obras nas reuniões é algo que Kardec confessa ficaria feliz se isso viesse a acontecer de forma generalizada. É bom lembrar que, naquele momento histórico, estavam publicadas apenas as duas obras mencionadas – O Livro dos Espíritos e O Livro dos Médiuns – com um estudo mais metódico da Doutrina.
Merece destaque, nessa fala de Kardec, o fato dele não reclamar exclusividade para as obras espíritas que publicara; recomenda mesmo que se faça estudo de outras. Certamente, julgamos oportuna essa recomendação; porém, nos desculpem os confrades, pela ousadia, acrescentaríamos também, por vemos como de fundamental importância, a necessidade de se conhecer profundamente a Doutrina antes de se lançar ao estudo de outras obras, porquanto é somente por esse caminho que teremos capacidade necessária para julgarmos doutrinariamente qualquer outra obra.
Ao final dessa transcrição acima, vemos Kardec referir as obras escritas com finalidade digna, mas que “nem por isso deixam de conter erros manifestos ou excentricidades que é sempre preciso pôr a descoberto” [9]; mas, como apontar erros ou excentricidades se não conhecemos profundamente a Doutrina?
Em nosso meio, há, infelizmente, pessoas que parecem nada saber dessa seguinte recomendação:
[…] Daí resulta que, com relação a tudo que esteja fora do âmbito do ensino exclusivamente moral, as revelações que cada um possa obter terão caráter individual, sem cunho de autenticidade; que devem ser consideradas como opiniões pessoais de tal ou qual Espírito e que seria imprudente aceitá-las e propagá-las levianamente como verdades absolutas. (grifo nosso) [10]
Tempos depois, Kardec, demonstrando preocupação, volta a esse tema:
O Espiritismo não é mais a obra de um único Espírito como não é a de um único homem; é a obra dos Espíritos em geral. Segue-se que a opinião de um Espírito sobre um princípio qualquer não é considerada pelos Espíritos senão como uma opinião individual, que pode ser justa ou falsa, e não tem valor senão quando é sancionada pelo ensino da maioria, dado sobre os diversos pontos do globo. Foi esse ensino universal que fez o que ele é, e que fará o que será. Diante desse poderoso critério, caem necessariamente todas as teorias particulares que sejam o produto de ideias sistemáticas, seja de um homem, seja de um Espírito isolado. Uma ideia falsa pode, sem dúvida, agrupar ao seu redor alguns partidários, mas não prevalecerá jamais contra aquela que é ensinada por toda a parte. (grifo nosso) [11]
Os que não seguem essa recomendação estão aceitando, como ponto doutrinário, qualquer novidade provinda dos Espíritos; aliás, em alguns casos, quem garante que provém deles e não dos próprios médiuns? Utilizam-se de opiniões pessoais dos Espíritos, às vezes até mesmo opiniões pessoais dos médiuns, para justificarem suas ideias, sem ao menos terem o cuidado de comprovar se houve o CUEE – Controle Universal do Ensino dos Espíritos. Infelizmente, não imaginam o mal que causam à doutrina; pois, inadvertidamente, apenas fornecem armas aos adversários do Espiritismo. Não faltam também aqueles que se aferram às suas opiniões individuais, para negarem algo, sem se darem conta de que, sobre ele, o CUEE já foi exercido há muito tempo; como só raramente pesquisam ficam completamente desatualizados.
Um entendimento equivocado, que estamos encontrando várias vezes no movimento espírita, é o de que o Espiritismo está pronto e acabado, o que não é bem a verdade; senão vejamos: O Livro dos Espíritos não é um tratado completo do Espiritismo; não faz senão colocar-lhe as bases e os pontos fundamentais, que devem se desenvolver sucessivamente pelo estudo e pela observação.” (grifo nosso) [12]
Observar, caro leitor, que, quando Kardec disse isso, só faltava publicar a obra A Gênese, razão pela qual essa fala se pode ampliar para todas as obras da Codificação ou, na pior das hipóteses para as obras O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e a própria A Gênese, já que cada uma delas são o desdobramento natural das quatro partes de O Livro dos Espíritos, o estender seria até coerente.
Encontramos algo interessante no opúsculo intitulado Catálogo Racional – obras para se fundar uma biblioteca espírita; essa obra deve parecer “coisa de grego” para muitos espíritas; mas, sim, caro leitor, em março de 1869, Kardec publicou uma obra com este título. Ela está dividida em três partes: 1ª – obras fundamentais da Doutrina Espírita (por Allan Kardec); 2ª –  obras diversas sobre o Espiritismo ou complementares da Doutrina; e, 3ª – obras contra o Espiritismo.
Além das obras fundamentais e obras diversas sobre o Espiritismo, sabe, caro leitor, o que mais Kardec recomenda ter numa biblioteca espírita? Trata-se da Revista Espírita (que poucos recomendam ler), além de livros com poesias, músicas e desenhos espíritas.
Na parte das “obras fora do Espiritismo”, contempla obras de Filosofia e História, uma longa lista delas, e também não faltaram os romances, nos quais a ideia espírita é dominante fazendo fundo ao tema e mesmo naquelas em que ela é acessória. Pois é, e tanta gente condenando a leitura de romances espíritas… Claro que não se abona os espíritas que só leem romances. Kardec inclui, ainda, obras de teatro, ciência e magnetismo.
Merece destaque a inclusão de Os quatro Evangelhos, obras publicadas pelo Sr. Roustaing, advogado em Bordeaux; entretanto, não deixa de mencionar impropriedade da tese apresentada por ele do corpo fluídico de Jesus, que vê como um retorno da tese dos Docetistas e dos Apolinaristas dos primeiros séculos da era cristã, ideia sobre a qual comenta em A Gênese.
Hoje, particularmente, temos algo que nos fez ter sérias reservas contra elas. No volume 1 encontramos dois pontos um tanto quanto espinhosos.
O primeiro, trata-se da afirmação (isso o Sr. Roustaing faz várias vezes), de que o princípio inteligente tenha estagiado no reino mineral, o que não encontramos apoio em nenhuma obra de Kardec, que, a nosso ver, cita o reino animal como o início do processo de evolução, com boas possibilidade de ser talvez o reino vegetal.
O segundo, é a firmação de que “[…] o apóstolo Mateus, Marcos, discípulo do apóstolo Pedro, Lucas, discípulo do apóstolo Paulo, e o apóstolo João, que se haviam encarnado em missão para esse propósito, já tinham escrito os Evangelhos, sob a influência e inspiração dos Espíritos do Senhor […]” [13] e, novamente, reafirma que “Os evangelistas eram, sem o saberem, médiuns historiadores inspirados, […]” [14]. Ora, estudiosos e críticos bíblicos da atualidade nos informam que os nomes constantes nos títulos dos Evangelhos – Mateus, Marcos, Lucas e João –, não designam seus autores [15]; portanto, não condiz com o que se afirma nas obras de Roustaing. No caso de João, por exemplo, em Atos dos Apóstolos, o seu autor informa que tanto ele, quanto Pedro eram “homens iletrados e incultos” (At 4,13).
Vejamos o que Kardec diz no início da parte “Obras Contra o Espiritismo”, na qual elenca várias obras contrárias à Doutrina:
Proibir um livro é sinal de que se o teme. O Espiritismo, longe de temer a divulgação dos escritos publicados contra si e proibir-lhes a leitura a seus adeptos, chama a atenção destes e do público para tais obras, a fim de que possam julgar por comparação. […]. (grifo nosso) [16]
Quanto a essas obras que criticam a Doutrina Espírita, poucos de nós se aventura na sua leitura; entretanto, somos concordes com Kardec que as recomenda, até mesmo porque, na maioria das vezes, elas mais fortalecem a nossa convicção dos princípios doutrinários, que o contrário.
Para finalizar, é oportuno relembrar essa recomendação de Kardec: “Nunca será demais repetir que ela exige um estudo assíduo e, geralmente, muito prolongado” [17], para que fiquemos conscientes de que não será com pouco tempo de estudo doutrinário que adquiriremos o conhecimento aprofundado, já que isso demanda muito tempo, esforço e paciência.
A nossa resposta à pergunta título, está na direção da proposta de Kardec em Catálogo Racional, ou seja, primeiramente devemos estudar, por longo tempo, todas as obras da Codificação, para, em seguida, lermos todas as outras que contém ideias espíritas, sejam elas a favor ou mesmo contra, já que essas devem também compor a biblioteca de um estudioso espírita. Quem tem base doutrinária segura pode e deve ler tudo, já que possui um bom alicerce para não se deixar seduzir pelo “canto de sereia” provindo de revelações questionáveis.


Paulo da Silva Neto Sobrinho
Jul/2015.
(versão 5 – set/2015).

Referências bibliográficas:
[1] KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 2013, p. 37-38.
[2] CALLIGARIS, R. As leis morais. Rio de Janeiro: FEB, 1989, p. 7.
[3] NETO SOBRINHO, P. S. Espírito de Verdade, quem seria ele?. Belo Horizonte, fev/2015, disponível no link: http://www.paulosnetos.net/viewdownload/10-ebook/530-espirito-de-verdade-quem-seria-ele-ebook
[4] PIRES, J. H. Na hora do testemunho. São Paulo: Paideia, 1978, p. 19.
[5] KARDEC, A. O que é o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 2001, p. 190.
[6] KARDEC, A. O Livro dos Médiuns. Rio de Janeiro: FEB, 2013, p. 245.
[7] KARDEC, A. O que é o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 2001, p. 175.
[8] KARDEC, A. O que é o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 2001, p. 182.
[9] KARDEC, A. Viagem espírita em 1862. Matão, SP: O Clarim, 2000, p. 108-109.
[10] KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 2013, p. 17.
[11] KARDEC, A. Revista Espírita 1865. Araras, SP: IDE, 2000, p. 307.
[12] KARDEC, A. Revista Espírita 1866. Araras, SP: IDE, 2000, p. 223.
[13] ROUSTAING, J. B. Os quatro evangelhos. Vol. 1. Rio de Janeiro: FEB, 1999, p. 84.
[14] ROUSTAING, J. B. Os quatro evangelhos. Vol. 1. Rio de Janeiro: FEB, 1999, p. 127.
[15] NETO SOBRINHO, P. S. Os nomes dos títulos dos Evangelhos designam seus autores?, disponível em: http://www.paulosnetos.net/viewdownload/7-assuntos-biblicos/405-os-nomes-dos-titulos-dos-evangelhos-designam-seus-autores, acesso em 30.08.2015, às 14:48hs.

[16] KARDEC, A. Catálogo Racional: obras para se fundar uma biblioteca espírita. São Paulo: Madras: USE, 2004, p. 85.


1 Comentários:

  • PERMITIMO-NOS APENAS UM BREVE COMENTÁRIO.
    HÁ QUE SE DISTINGUIR, NA OBRA DE KARDEC, O QUE É CIÊNCIA ESPÍRITA, OU SEJA: O QUE FORA DESCOBERTO POR KARDEC (BEM COMO SUAS IDEIAS), E O QUE É ESPIRITISMO: DOUTRINA DOS ESPÍRITOS SUPERIORES.
    SE KARDEC, COM SUAS IMPORTANTES ILAÇÕES, PREFERIA ENQUADRAR E DETERMINAR O ESPÍRITO QUANDO ELE ENTRA NO REINO DAS HUMANIDADES, TAL DADO DE SUA CIÊNCIA, NO ENTANTO, NÃO INVALIDA O DADO DO ESPIRITISMO QUANDO AFIRMA QUE "TUDO SE ENCADEIA NA NATUREZA, DESDE O ÁTOMO PRIMITIVO AO ARCANJO, POIS QUE ELE MESMO COMEÇOU POR SER ÁTOMO".
    PORTANTO, QUE NÓS, ESTUDIOSOS QUE SOMOS, POSSAMOS DETECTAR QUE: NA OBRA DE KARDEC HÁ POSTURAS SUAS MESMAS, DA CIÊNCIA ESPÍRITA; E POSTURAS DO ESPIRITISMO, COMO DOUTRINA DOS ESPÍRITOS SUPERIORES; O QUE, ALIÁS, DEFENDO EM MEU POUCO IMPORTANTE E.BOOK: "KARDECISMO E ESPIRITISMO".
    fernandorpatrocinio.blogspot.com.br

    Por Blogger Fernando Rosemberg Patrocinio, às 25 de setembro de 2015 02:06  

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