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quinta-feira, 30 de julho de 2015

INVESTIMENTO



Luiz Carlos Formiga


Jesus é guia e modelo para os espíritas.


Em educação, crianças precisam de paradigmas.


Quando menino, Jesus surpreendeu doutores.

Depois uma de suas melhores aulas práticas foi imortalidade da alma.

Hoje, no teatro a morte é até piada.


Mas, o fato de Jesus ter usado parábolas, para ministrar ensinamentos e não ter escrito nada, ajudou ou prejudicou o entendimento do Cristianismo?

Se tivesse escrito, como Kardec, reduziria as multidivisões futuras e melhoraria o entendimento? 

O Mestre dos Mestres lecionou com perfeição.

As parábolas já eram conhecidas no Velho Testamento e nos livros sagrados do Oriente, mas Jesus as imortalizou.

São histórias simbólicas, comparativas, que embora utilizem reálias, encerram um conteúdo moral que precisa ser buscado.

Jesus ensinou como fazê-lo explicando a parábola do semeador (Mateus, 13:18-23) e do Joio e do Trigo (Mateus, 13: 36-43).

Há muitas vantagens na sua utilização.


Jesus é a porta; Kardec a chave.


Kardec é também um bom modelo de pesquisador nas ciências sócio-morais.


Há nas famílias bons modelos. Pode ser uma avó, um tio ou qualquer outro. No meu caso particular, o avô foi muito importante.


Chico Xavier foi bom modelo de mediunidade. Principalmente, quando aceitou a linha de segurança oferecida para o trabalho Doutrinário.

Emmanuel recomendou ao médium que “deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec . E mais, que se um dia ele, Emmanuel, algo aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, que Chico deveria permanecer com os dois, procurando esquecê-lo.”


Para mim, alguém especial foi um “leproso”.

Leproso pois ficou doente antes da era dos quimioterápicos e antibióticos.


Amazonas Hércules fez Política, mas a Divina.



Política Divina é aquela onde não há necessidade de respirar o clima da política administrativa do mundo. Nela, o político deve representar os interesses de Deus junto do coração humano, não havendo necessidade de portarias e decretos ou de se vestir o traje de sacerdote ou da toga de magistrado.

Por outro lado, há necessidade de testemunhar a grandeza celestial. Nesse particular, não se deve estar subordinado a reis e ministros, câmaras e parlamentos transitórios.

Na Política Divina deve-se utilizar as Plataformas do Evangelho Redentor, cessando o egoísmo da animalidade primitiva, fazendo-se o bem aos que nos fazem mal. Não é tarefa fácil, pois, deve-se abençoar os perseguidores e caluniadores e conseguir orar pela paz dos que nos ferem.

Talvez seja mais fácil repartir as alegrias com os menos afortunados e mais pobres do caminho; dissipar as trevas, fazer brilhar a própria luz e revelar o amor que acalma as tempestades do ódio.

Amazonas Hércules, o secretário do Centro Espírita Filhos de Deus, manteve viva a chama da esperança, onde soprava o frio do desalento e levantou os caídos. Por causa da hanseníase, usava muleta para locomoção, mas foi também a muleta benfeitora dos que se arrastavam sob os aleijões morais.

Amazonas, também, combateu a ignorância, acendendo lâmpadas de auxílio fraterno, sem golpes de crítica e sem gritos de condenação. Soube amar, compreender e perdoar sempre. Em síntese não dependeu de decretos humanos para meter mãos à obra.

Ficamos felizes quando vemos que sua biografia atravessou as fronteiras.


Deus permita que possa servir como modelo, auxiliar da educação espírita, nascido na pátria do Evangelho.

A criatura humana é o maior investimento divino.

1 Comentários:

  • Precisamos investir em nosso conhecimento e nesse artigo encontramos várias fontes de conhecimento e reflexão.
    Vamos em frente.
    Marcos Fonseca

    Por Blogger Marcao, às 31 de julho de 2015 08:08  

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