<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781</id><updated>2012-02-14T16:17:47.383-08:00</updated><category term='ENVIADO'/><title type='text'>O Rebate - Jorge Hessen</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rose Nogueira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SI0mZ397lTQ/ThsOeGjGwFI/AAAAAAAAELE/vZbrofDw9tY/s220/eu.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>424</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-6398892468880183209</id><published>2012-02-14T16:17:00.001-08:00</published><updated>2012-02-14T16:17:47.400-08:00</updated><title type='text'>SUICÍDIOS NA EUROPA, ALGUNS APONTAMENTOS ESPÍRITAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/sui.jpg" alt=" " height="153" width="272" align="left" /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;A  Grécia tem sido notabilizada ao longo dos séculos como um dos berços da  civilização ocidental. Aos gregos são atribuídas realizações  legendárias nas áreas da filosofia, as artes plásticas, o teatro, a  política, a gastronomia e a organização de cidades. Entre as maiores  contribuições está a mitologia. E as mais conhecidas e notórias  narrativas mitológicas estão contidas nas duas grandes obras de Homero,  “A Ilíada” e “A Odisséia”. Alguns dos expoentes gregos como Sócrates,  Platão, Aristóteles, Péricles e Sólon (entre muitos) são considerados  patrimônios eternos da sabedoria humana.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Os milênios esvaíram-se nos dédados dos anos. Hoje a Grécia atravessa  momentos de flagelos econômicos com drásticas consequências  psicossociais. Ondas de suicídios adensam a psicosfera grega. Nos cinco  primeiros meses de 2011, houve um aumento de 40% nos suicídios na  república helênica, em semelhança a período homólogo, conforme dados do  Ministério da Saúde.  Sob o ponto de vista sociológico, o suicídio é um  ato que se produz no marco de situações anômicas (1), em que os  indivíduos se veem forçados a tirar a própria vida para evitar conflitos  ou tensões inter-humanas, para eles insuportáveis. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; O pensador Émile Durkheim teoriza que a "causa do suicídio, quase  sempre, é de raiz social, ou seja, o ser individual é abatido pelo ser  social. Absorvido pelos valores [sem valor], como o consumismo, a busca  do prazer imediato, a competitividade, a necessidade de não ser um  perdedor, de ser o melhor, de não falhar, o jovem se afasta de si mesmo e  de sua natureza. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Segundo avaliação dos estudiosos alguns países do Velho Continente  precisam de um plano nacional para a prevenção de suicídios, pois é  assustador o número de mortes auto-infligidas. A taxa de autocídio  aumentou em toda a Europa desde o início da crise financeira em 2008, de  acordo com um estudo recente do jornal médico britânico The Lancet, a  Grécia é um dos países que sofreu o maior impacto da crise. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Na França, como se não bastasse o preocupante “Dia nacional de prevenção  ao suicídio”, a Justiça francesa está investigando a onda de suicídios  na operadora de telefonia France Telecom. Nos últimos anos, 46  funcionários da companhia se mataram - 11 deles apenas em 2010, segundo  dados da direção da empresa e dos sindicatos.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Até mesmo no Novo Mundo, nos EUA a Universidade de Cornell, no estado  americano de Nova York, lançou recentemente uma campanha de prevenção ao  suicídio. A Universidade já carrega há muito tempo a fama negativa de  ser uma escola marcada por suicídios. Entre 2000 e 2005, houve 10 casos  de suicídio confirmados na Cornell.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; O suicídio é um ato exclusivamente humano e está presente em todas as  culturas. Os nexos causais são numerosos e complexos. Os determinantes  do suicídio patológico estão nas inquietações mentais, desesperanças,  tristezas, desequilíbrios emocionais, delírios crônicos, etc. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Há os processos depressivos, onde existem perdas de energia vital no  organismo, desvitalizando-o, e, consequentemente, interferindo em todo o  mecanismo imunológico do ser. O suicida é, especialmente, um deprimido,  e a depressão é a doença da modernidade. A religião, a moral, todas as  filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. Todas  asseveram que ninguém tem o direito de abreviar, voluntariamente, a  vida. Por que não se tem esse direito? &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Ao Espiritismo estava reservado comprovar, pelo exemplo dos que  sucumbiram, que o suicídio não é uma falta somente por constituir  infração de uma lei moral - consideração, essa, de pouco peso para  certos indivíduos - mas, também, um ato estúpido, pois que nada ganha  quem o pratica.  A Doutrina dos Espíritos adverte que o suicida, além de  sofrer no plano espiritual as dolorosas consequências de seu gesto  impensado, de revolta diante das leis da vida, ainda renascerá com todas  as sequelas físicas daí resultantes, e terá que arrostar, novamente, a  mesma situação provacional que a sua flácida fé e distanciamento de Deus  não lhe permitiram o êxito existencial.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; A rigor, não existe pessoa "fraca", a ponto de não suportar um problema,  por julgá-lo superior às suas forças. O que de fato ocorre é que essa  criatura não sabe como mobilizar a sua vontade própria e enfrentar os  desafios.  Na Terra, é preciso ter calma para viver, até porque, não há  tormentos e problemas que dure uma eternidade. Recordemos que Jesus nos  assegurou que "O Pai não dá fardos mais pesados que nossos ombros" e  "aquele que perseverar até o fim, será salvo”. (2) &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Situação grave que merece ser avaliada é a obsessão. Há suicídios que se  afiguram como verdadeiros assassinatos, cometidos por perseguidores  desencarnados (e encarnados também). Esses seres envolvem de tal forma a  vítima que a induzem a matar-se. Obviamente que o suicida nesse caso  não estará isento de responsabilidade. Até porque um obsessor não obriga  ninguém ao suicídio. Ele sugere telepaticamente ao ato, porém a decisão  será sempre do autocida.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Refletindo sobre a grave questão em "O Livro dos Espíritos", Kardec  indaga aos Espíritos “que pensar do suicídio que tem por causa o  desgosto da vida?”  Os Benfeitores da Codificação Espírita  redarguiram:  "Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes seria uma  carga!"(3) “A vida na Terra foi dada como prova e expiação, e depende do  próprio homem lutar, com todas as forças, para ser feliz o quanto  puder, amenizando as suas dores(4).&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; Referência:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; (1)    Anomia é um estado de falta de objetivos e perda de identidade,  provocado pelas intensas transformações ocorrentes no mundo social  moderno (1)    Cf.  informa a edição online do jornal de Hong Kong South  China Morning Post&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; (2)    MT. 24:13&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; (3)    Kardec , Allan, O Livro dos Espíritos, RJ: Ed FEB, 2001, perg. 945&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt; (4)    idem perg. 920&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-6398892468880183209?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/6398892468880183209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=6398892468880183209' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/6398892468880183209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/6398892468880183209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/suicidios-na-europa-alguns-apontamentos.html' title='SUICÍDIOS NA EUROPA, ALGUNS APONTAMENTOS ESPÍRITAS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-9045485063479106009</id><published>2012-02-13T09:41:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T09:52:46.030-08:00</updated><title type='text'>Loucura Social Por Alienação: A Face Oculta do Adoecer Humano</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IpaEI_G53XA/TzlM7zaYKPI/AAAAAAAABs8/i4tf0fORPY4/s1600/mediunidade11.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 130px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-IpaEI_G53XA/TzlM7zaYKPI/AAAAAAAABs8/i4tf0fORPY4/s200/mediunidade11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5708678592965650674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="Book Antiqua&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt;Claudia Gelernter&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="Book Antiqua&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;claudiagelernter@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:13.5pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 19.2pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i  style="font-weight: bold;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 19.2pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i  style="font-weight: bold; font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i  style="font-weight: bold; font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=" Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;"  &gt; (Lucas, 22:46.)&lt;/span&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já dizia o sábio Aristóteles (384 a.C. a 322 a.C) em seu livro Ética a Nicômaco que “é&lt;i&gt; fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”&lt;/i&gt;. Em outras palavras: só saberemos o verdadeiro caminho das pedras quando aprendermos a trilhá-lo.&lt;br /&gt;O  saber pode ser a antessala do fazer, porém, é só através do fazer, do  “botar a mão na massa” que conseguiremos a certeza sobre o que devemos  realmente continuar fazendo. Confuso? Explico-me.&lt;br /&gt;Depois de  alguns anos realizando estudos sobre saúde mental, posso afirmar que foi  só quando passei a freqüentar estágios no CAPS (Centro de Atendimento  Psicossocial), em Campinas, junto aos doentes mentais que pude  compreender melhor as questões do sofrimento psíquico, das síndromes, da  loucura – suas faces e possíveis intervenções. Outra fonte preciosa de  ‘saber através do fazer’ surgiu das vivências que tive (e continuo  tendo) com meu pai, portador do mal de Alzheimer, com freqüentes  episódios de delirium, além de outros sintomas comuns da doença.&lt;br /&gt;Confesso  que antes destas experiências, o doente mental surgia na minha mente  como algo amedrontador, enigmático, até mesmo insondável. Evitava o  contato com estas questões, talvez por medo de não saber como conseguir  dar conta da situação. Até que surgiu a oportunidade, ou melhor, a  necessidade do fazer. A partir daí, tudo mudou.&lt;br /&gt;Entre outras  aprendizagens, pude perceber algumas similaridades entre a loucura comum  e o modo de viver de nossa sociedade, no ocidente.&lt;br /&gt;É o que tentarei alinhavar neste despretensioso artigo.&lt;br /&gt;Cabe  dizer que ele não surge como manual para se conhecer a loucura. Existem  muitos livros – ótimos, por sinal – que explicam as questões da  semiologia dos transtornos mentais.&lt;br /&gt;Buscarei trazer, em  contrapartida, uma reflexão que tentará, de um lado, dar conta de  sintetizar os sintomas típicos da esquizofrenia (psicose mais comumente  encontrada pelos psiquiatras) e, de outro, elencar sintomas que surgem  em nossa sociedade como um todo, que configuram o que chamarei de &lt;i&gt;loucura social por alienação.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Iniciarei os esforços pelas vias da loucura comum.&lt;br /&gt;Para tanto, imaginemos um diálogo entre dois loucos, num hospital psiquiátrico:&lt;br /&gt;- Sou Jesus de Nazareth.&lt;br /&gt;- Como soube disso?&lt;br /&gt;- Uma revelação!&lt;br /&gt;- Quem te disse?&lt;br /&gt;- Deus.&lt;br /&gt;- Mentiroso! Nunca lhe falei nada disso!&lt;br /&gt;Embora  engraçado, o diálogo traz a questão central da loucura: a perda de  contato com a realidade. O sujeito cria uma realidade paralela para  tentar dar conta de sua própria situação, para ele insuportável.&lt;br /&gt;Os  sintomas típicos desta síndrome são as alucinações, os delírios,  pensamentos desorganizados e comportamento claramente bizarro. Cabe aqui  diferenciar as alucinações dos delírios, pois sabemos que muitos  confundem estes termos. Nas alucinações a pessoa tem ilusões auditivas  ou visuais (ouve vozes, vê objetos, animais ou pessoas que não estão no  ambiente). Os delírios são as idéias criadas, a realidade paralela –  como no exemplo do diálogo acima.&lt;br /&gt;Quanto à gênese deste  transtorno, admite-se hoje que várias causas concorrem entre si para o  aparecimento, como: quadro psicológico (consciente e inconsciente); o  ambiente; histórico familiar da doença e de outros transtornos mentais; e  mais recentemente, tem-se admitido a possibilidade de uso de  substâncias psicoativas poderem ser responsáveis pelo desencadeamento de  surtos e afloração de quadros psicóticos.&lt;br /&gt;Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, afirma que &lt;i&gt;“com efeito, a maior parte dos casos de loucura são provocados pelas vicissitudes que o homem não tem forças de suportar”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Não  nos prenderemos aqui nas causas da loucura comum, visto não ser este o  objetivo deste artigo, porém podemos destacar que vivências difíceis  aliadas a questões anteriores de existências pretéritas (anomalias  psíquicas do Espírito reencarnante) que encontram ressonância na  genética da pessoa podem deflagrar a doença.&lt;br /&gt;Parto agora para outro conceito, que fala de questões mais amplas, inconscientes e de longo percurso. Trata-se, então, da &lt;i&gt;loucura social por alienação&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Para tanto, me apoiarei no conceito de normose, criado pelos pensadores Jean-Yves Leloup na França, e Roberto Crema, no Brasil.&lt;br /&gt;De  forma resumida podemos dizer que normose é uma patologia moderna,  caracterizada pela aceitação de comportamentos pessoais e sociais  nocivos aos indivíduos, sem questionamento. São atitudes aceitas pela  sociedade e reafirmadas, constantemente, seja através da mídia ou por  outros meios de propagação de ideologias, que promovem o adoecimento do  ser, com profundos comprometimentos psíquicos, sociais, biológicos e  espirituais.&lt;br /&gt;Trata-se de alienação existencial, resultando em estagnação e adoecimento.&lt;br /&gt;Se  na esquizofrenia temos, como ponto central, a questão da perda de  contato com a realidade, na loucura social por alienação, não é  diferente. E a normose surge para dar conta de explicar esta perda de  contato, suas causas e desdobramentos.&lt;br /&gt;Na alienação social, o doente vive em outra realidade, arrastando os dias como gado marcado a seguir para o abate.&lt;br /&gt;Não sabe de onde veio; a que veio; para onde vai; o que buscar e onde buscar.&lt;br /&gt;Apenas “vive”, como a maioria sugere que se deva viver.&lt;br /&gt;Com práticas em estilo &lt;i&gt;pão e circo&lt;/i&gt;,  tão ao agrado do povo desde antes ainda da era Romana, as pessoas  seguem os dias, caminhando como autômatos, em busca de ideais  patológicos.&lt;br /&gt;Citaremos abaixo alguns sintomas típicos da loucura  social por alienação, com fins didáticos, salientando que muitos outros  existem, porém não tão evidentes.&lt;br /&gt;Dentre eles, percebemos:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Delírios / Vivências delirantes.&lt;/b&gt;   - Somos seres espirituais numa experiência reencarnatória. Estamos aqui  para evoluir, aprender, seja através das ciências humanas, das  experiências do cotidiano ou do exercício do amor, com fins de progresso  contínuo até os limites da perfeição relativa. Inúmeros missionários  tem vindo à Terra comentar nossa verdadeira realidade e os melhores  caminhos a seguir, dando poderosos exemplos de amor e equilíbrio. Homens  e mulheres, nas mais diversas culturas e em todos os tempos, tem  vestido a roupa da carne para nos ensinarem o que buscar, como buscar,  onde buscar e quando buscar. Entretanto nós nos mantemos surdos aos seus  apelos, tornando-os muitas vezes como mitos inatingíveis, citados nos  livros e nas cerimônias, distantes de serem realmente vivenciados.  Transitamos pelo mundo, portanto, numa construção paralela da realidade,  numa formação delirante.&lt;br /&gt;Dentro desta situação, surgem diversos sintomas, tais como:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.1 Meta de vida incongruente&lt;/b&gt;  – a partir do que temos aprendido na sociedade ocidental, acreditamos  que o auge do sucesso pessoal está no acúmulo de dinheiro, de poder, de  prazer, etc. Tais ‘bens de consumo’ tornam-se metas a serem atingidas e,  paradoxalmente, se conquistadas, levam o sujeito ao adoecimento, seja  por perda de energia vital constante, seja por desequilíbrios oriundos  do processo, etc. Por outro lado, se não se consegue atingir tais metas,  o ser adoece por crer-se incapaz, fracassado.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.2 Relacionamentos rasos, fluidos, frágeis&lt;/b&gt;  – Este sintoma surge em toda uma sociedade, como reflexo da  precariedade dos laços afetivos. Os casais procuram manter  relacionamentos abertos, que lhes possibilitem novos encontros, pois o  par ideal é uma meta a ser atingida (sempre distante). Além disso,  existe a busca do prazer momentâneo. A insatisfação está, portanto,  constantemente presente na esfera da afetividade humana. As pessoas  desejam interagir, buscam a vivência do afeto, mas não querem se  comprometer. É o que o sociólogo polonês Zigmunt Bauman chamou de amor  líquido.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.3 Aceitação sem questionamentos&lt;/b&gt; – Assistimos as  cenas de violência, de corrupção, de pornografia e, após breve  comentário (quando surgem) passamos adiante, conformados, crendo ser  ‘normal’ estas situações, na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.4 Eleição de bodes expiatórios&lt;/b&gt;  – Alguns exemplos: o culpado pelo problema social é o governo; o  culpado pelo problema em minha casa é meu companheiro/ minha  companheira; o culpado pelo mau desempenho na empresa é o chefe mau  humorado ou o colega imprudente; os culpados pela fome do mundo são as  grandes potências, etc. Agimos como se fôssemos seres à parte do  contexto, isentando-nos de nossa responsabilidade diante de todas as  questões humanas e universais.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.5 Ciência surge como deus&lt;/b&gt; – A  partir do positivismo, as únicas verdades aceitas passam a ser as  apresentadas pelas ciências humanas. Tendo em vista que tais ciências  baseiam-se em paradigmas materialistas, percebemos que muitas vezes as  receitas acabam por produzir e manter ideologias complicadas, como por  exemplo, a higiene social, com táticas de exclusão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.6 Negação da morte&lt;/b&gt;  – Este sintoma surge como resultado da higiene social, destacada no  item anterior. A morte é um fracasso, um erro e deve ser colocada  embaixo do tapete, negada. As pessoas seguem os dias sem se perceberem  finitas, portanto sem refletirem sobre a própria vida.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.7 Culto ao corpo biológico&lt;/b&gt;  – O bom é o belo, o saudável, dentro dos padrões atuais (o magro, o  musculoso, com contornos precisos), no âmbito corporal. Para manter tal  padrão, as pessoas precisam comer pouco, malhar muito, se submeterem às  cirurgias plásticas, etc.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.8 Saber para promoção do poder&lt;/b&gt; –  Os conhecimentos são buscados não para progresso íntimo e/ou social, mas  para promoção e manutenção do poder (nas mais diversas instituições,  inclusive as religiosas).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. – Vivências de vozes de comando &lt;/b&gt;(do  coletivo/ sem reflexões). O individuo não sabe explicar como, porém ele  segue crenças, conceitos que foram internalizados através da fala e  exemplos de seus pais, de educadores na escola ou em relações outras.  Frases como “Você tem de ser assim! Isso é ser normal!” fazem parte do  repertório comum.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Desequilíbrios freqüentes&lt;/b&gt;: Viver em  alienação tem um preço alto. Somos Espíritos criados para a evolução.  Quando negamos esta nossa dimensão, tendemos ao desequilíbrio, pois  estamos fora da rota traçada pelo Criador. A dor (física e moral), a  angústia e o adoecimento físico/mental passam a fazer parte de nossas  vivências como forma de alerta.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Busca por ferramentas externas:&lt;/b&gt;  Com a angústia resultante deste modo de existir, pessoas passam a  buscar outros meios de sobrevivência psíquica. O aumento no uso de  álcool, drogas, medicamentos SNC, relacionamentos patológicos, etc. têm  sido o termômetro a sinalizar os níveis de alienação e desequilíbrios,  na atualidade. Segundo a ONU, cerca de 200 milhões de pessoas usam  drogas ilícitas em todo o mundo, mais da metade destas as consome ao  menos uma vez por mês. Aproximadamente 25 milhões de pessoas são  dependentes químicos. Outro dado relevante aponta que, em 04 anos, a  venda do medicamento Rivotril cresceu em 36% no Brasil. O clonazepam  (principio ativo do Rivotril) é normalmente prescrito como ansiolítico  geral e também para Síndrome do Pânico, Ansiedade, Distúrbio bipolar,  Agorafobia, Depressão (como coadjuvante de antidepressivos, pois estes,  geralmente causam insônia) e para tratamento de epilepsia (também como  coadjuvante), o que reflete como anda a saúde mental do povo brasileiro.  Cabe citar que esta droga é uma das mais vendidas nas farmácias de  nosso país.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Desserviço à educação de almas.&lt;/b&gt; Aqueles que  vivem na normose são, por lógica, propagadores de normose. Tornam-se,  portanto, péssimos educadores das almas que chegam ao Planeta, com fins  evolutivos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. Aumento dos crimes, da violência, da pornografia, etc&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;Até  aqui falamos sobre a alienação nesta vida, ou seja, na existência  física, a atual. Como resultado destas vivências, temos, além da pouca  qualidade emocional, a abreviação da própria vida física¹ , com enormes  prejuízos ao Espírito Imortal. Ganhamos alguns tímidos passos na escada  evolutiva, através de nossas experiências, mas deixamos de caminhar  longos quilômetros por falta de bússola e boa vontade.&lt;br /&gt;Temos  aprendido, através da Doutrina Espírita que a vida não se resume a esta  existência, muito ao contrário – após a morte física somos lançados em  outra dimensão, de acordo com nosso padrão mental.&lt;br /&gt;E, na outra vida – a verdadeira vida, a situação fica ainda mais complicada.&lt;br /&gt;A  partir deste momento passaremos a destacar nossas experiências no campo  mediúnico², aliadas ao saber Espírita que se consolidou através de  inúmeros estudos, com a importantíssima contribuição dos Espíritos André  Luiz, Emmanuel, Humberto de Campos [entre outros], através da  mediunidade de Francisco Cândido Xavier.&lt;br /&gt;Tanto nas obras ditadas por  estes valorosos Espíritos como em nossas experiências no campo da  mediunidade, temos visto relatos de irmãos nossos, que freqüentemente  visitam as Casas Espíritas em busca de alivio para suas dores e  angustias, trazendo na fala os sintomas típicos da alienação a que se  submeteram durante a vida física, com maiores agravantes. São alguns  deles:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Desconhecimento sobre o próprio estado&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.1 Sono angustiante por longos períodos&lt;/b&gt;  – São os que habitualmente crêem no sono após a morte, com despertar  previsto para o momento do juízo final - seguindo os preceitos da  religião que abraçaram.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.2 Ficam perdidos, caminhando, sem saber para onde&lt;/b&gt;  - Não sabem de onde vem, nem para onde vão. Fogem daquilo que acreditam  ser perigoso, sem contudo conseguirem encontrar algo familiar, que lhes  dê algum conforto ou alívio. Por vezes voltam aos seus lares, mas não  entendem porque as pessoas não lhes vêem e nem lhes dão ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.3 Estágios de longos períodos nas regiões umbralinas ou trevosas&lt;/b&gt;  – Após a morte física demoram-se em locais nos quais se reúnem muitos  Espíritos sofredores, aumentando suas dores e angústias. Não têm  consciência de onde estão, tampouco de como poderiam fazer para sair  dali.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. O Espírito sabe onde está, mas não consegue sair:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.2 Fixam-se em seus lares&lt;/b&gt;  - desequilibram os familiares, pois, mesmo sabendo que já não pertencem  mais ao mundo físico, perdem-se em lamúrias, cobranças, falas que não  podem ser ouvidas, porém sentidas, abalando sobremaneira os seres  amados.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.3 Fixam-se no ambiente de trabalho&lt;/b&gt; – desequilibram o ambiente profissional, tentando manipular decisões, alterar rumos, etc.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.4 Ficam em torno das mesmas sensações&lt;/b&gt;  - fumantes, drogaditos, alcoólatras, etc. fixam seu psiquismo em torno  das pessoas que fazem uso destas substâncias, em busca dos prazeres que  sentiam, quando em vida física.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.5 Cristalizados em determinadas posses ou acontecimentos&lt;/b&gt;  – Espíritos que viveram em prol do acumulo financeiro tendem a se  imantarem junto daqueles que recebem heranças; outros fixam-se nos  últimos acontecimentos reencarnatórios, repetindo as vivências criticas  do momento da morte física, num continuum que resulta em enormes  sofrimentos.&lt;br /&gt;Estas experiências fazem-nos relembrar o lúcido  comentário de Jesus de Nazareth, citado por Mateus, no capítulo 6,  versículo 21: &lt;i&gt;"Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração". &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Não conhecem o valor da oração&lt;/b&gt;  - Quando convocados a orar, confessam não ter se lembrado disso, nem no  mundo físico. Não tiveram contato com esta poderosa ferramenta de  reequilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Não conseguem visualizar a ajuda&lt;/b&gt; - Não  percebem os parentes, os amigos, os protetores que se aproximam,  tentando ajudá-los, devido a grande distância no padrão vibratório.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Sofrimentos “físicos” e morais&lt;/b&gt;  - Dores, taquicardia, falta de ar, enjôos, angustias são comuns. O  corpo perispiritual, atingido pelas ações equivocadas, apresenta  deformidades. Devido ao estado demasiadamente ‘animalizado’ do Espírito,  as sensações são idênticas as vivências físicas, muita vez  potencializadas.&lt;br /&gt;Enfim, estes são alguns dos sintomas que vemos  surgir nos relatos dos nossos irmãos desencarnados. Cabe salientar que  tais sintomas variam ao infinito, uma vez que existem inúmeras formas de  ser e de agir no mundo. O que, porém, nos salta aos olhos são as dores e  desequilíbrios que a maioria deles traz até nós, desesperados por  conseguirem algum alívio.&lt;br /&gt;Quando ‘despertados’ para aquilo que  deveriam ter realizado, a dor moral reaparece, desta vez com outras  disposições, convocando-os ao reajuste, através de novas tentativas. Já  dizia o médium Francisco Cândido Xavier que “&lt;i&gt;o maior sofrimento para o Espírito no além é a consciência do tempo perdido&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;Emmanuel, na lição Por Que Dormis?, do livro Caminho Verdade e Vida, comenta que &lt;i&gt;"inúmeras  comunidades de alicerces cristãos permanecem dormindo nas convivências  pessoais, nos mesquinhos interesses, nas vaidades efêmeras. Falam do  Cristo, referem-se à sua imperecível exemplificação, como se fossem  sonâmbulos, inconscientes do que dizem e do que fazem, para despertarem  tão-só no instante da morte corporal, em soluços tardios"&lt;/i&gt;. Por fim, convoca: &lt;i&gt;"Levanta-te  e esforça-te, porque é no sono da alma que se encontram as mais  perigosas tentações, através de pesadelos ou fantasias".&lt;/i&gt; (EMMANUEL, pag. 189).&lt;br /&gt;Ninguém  que abandona o corpo desvitalizado se torna consciente, como num passe  de mágica. Geralmente este despertar surge a custa de muito sofrimento.  Devemos buscar este despertar para nossa verdadeira vida desde já, o  quanto antes.&lt;br /&gt;Na loucura comum usamos os antipsicóticos, as terapias, para alivio dos sintomas de nossos irmãos em desequilíbrio.&lt;br /&gt;Na loucura social, entretanto, o antídoto é a reflexão, a oração e a vivência modificada.&lt;br /&gt;Só  os que conseguem respirar acima dos padrões ‘normóticos’ da atualidade,  poderão perceber quais são e de que forma devem atingir seus objetivos  existenciais.&lt;br /&gt;São estes, ainda, que conseguirão, através da  lucidez espiritual [na qual firmam seus passos], auxiliar com eficácia  aqueles que ainda não despertaram para a grande realidade de todos nós,  ajudando na construção de um amanhã melhor, mais justo, mais  equilibrado, mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 19.2pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="Book Antiqua&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;hr size="2" width="100%" align="center"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;"  &gt;1.  Muitos programam estagiar no mundo físico por 70, 80 anos, tendo de  retornar ao Mundo Espiritual antes do tempo, por desgastes provocados  através deste modo de ser – são os chamados suicídios indiretos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br style="font-weight: bold; font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;"  &gt;2. A  autora do artigo realiza atividades no campo mediúnico, como médium, há  21 anos, sendo, também, monitora de estudos avançados espíritas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;b&gt;Referências Bibliográficas:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Introdução, tradução e notas de António de Castro Caeiro. São Paulo: Atlas Editora, 2009;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;BAUMAN, Z. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora; 2004.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais; 2. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;KARDEC,  A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo V. Bem Aventurados os  Aflitos. Item 14 - O suicídio e a loucura. FEB, Rio de Janeiro; 2001.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;LELOUP, Jean-Yves; CREMA, R.; WEIL, P. Normose, a patologia da normalidade. Campinas: Verus, 2003.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;SCHNEIDER, K. Psicopatologia Clinica. São Paulo: Mestre Jou, 1976&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: rgb(0, 0, 0);font-family:&amp;quot;;" &gt;XAVIER, F. C.; Caminho, Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel, capítulo Por Que Dormis?; Rio de Janeiro, FEB, 2005. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-9045485063479106009?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/9045485063479106009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=9045485063479106009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/9045485063479106009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/9045485063479106009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/loucura-social-por-alienacao-face.html' title='Loucura Social Por Alienação: A Face Oculta do Adoecer Humano'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-IpaEI_G53XA/TzlM7zaYKPI/AAAAAAAABs8/i4tf0fORPY4/s72-c/mediunidade11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-7672417947983644537</id><published>2012-02-13T04:39:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T04:41:56.858-08:00</updated><title type='text'>Espírita brinca carnaval?</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: right; font-weight: bold; font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Agnaldo Cardoso &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;   &lt;div align="center"&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/fverdosoluz5B15D.jpg?t=1199766761" border="0" cellpadding="8" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/fverdosorayasluz5B15D.jpg?t=1199766834" border="0" cellpadding="40" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/fverdosoluz5B15D.jpg?t=1199766899" border="0" cellpadding="8" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/Sa2Dmixgrren5B15D.jpg?t=1199766957" border="0" cellpadding="80" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/fverdosoluz5B15D.jpg?t=1199767019" border="0" cellpadding="8" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/Fondos%20para%20Orillas/13.jpg?t=1190180243" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table style="width: 36px; height: 55px;" background="http://i205.photobucket.com/albums/bb314/MINI070/TEXT-VARIADAS/fverdoso5B15D.jpg?t=1199767082" border="0" cellpadding="10" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td align="center"&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;É carnaval. Puxa! Como demorou  prá chegar! Hora de relaxar! Hora de acabar com o estresse! Hora  ansiosamente aguardada para “sair do sério.” Pierrôs, colombinas,  palhaços e outras fantasias inomináveis, que, muitas vezes, refletem os  desejos mais íntimos, e nem sempre confessáveis, dos foliões. Surgem do  nada, guiados pelo som irresistível dos tambores e clarins, para “cair  na folia.” Quanta loucura... Mas é carnaval e no carnaval, tudo é  permitido...&lt;br /&gt;Marginais, no meio da multidão que pula de forma alucinada,  aproveitam-se da confusão para cometer crimes. Muitos jovens e adultos,  transtornados pela música hipnotizante e frenética, caem nas armadilhas  das drogas alucinantes. É hora de pular, sambar e frevar, além de trocar  propositais empurrões e cotoveladas. Esse é o lado da festa que podemos  observar deste lado da vida. Mas há outro lado...&lt;br /&gt;Pelo lado espiritual, o carnaval  observado do Além, é lamentavelmente muito mais triste e perigoso.  Milhares de espíritos infelizes, também invadem as avenidas, num triste e  feio espetáculo, que transforma o carnaval em um terrível circo dos  horrores de grandes e atemorizantes proporções.&lt;br /&gt;A música de Caetano que diz: “Atrás do trio elétrico, só não vai  quem já morreu”, está totalmente equivocada, pois os queridos  malfeitores das trevas, os “vagabundos do mundo oculto,” vão atrás sim e  se vinculam aos foliões pelos fios invisíveis das preferências que  estes trazem escondidas no seu íntimo.&lt;br /&gt;Dezenas, centenas, milhares de entidades vampirescas, abraçam e se  desdobram em influenciar os foliões, para juntos beberem, fumarem, se  drogarem, se entregarem ao sexo desvairado e cometerem os mais tristes  desatinos.&lt;br /&gt;O homem vive onde e com quem se sintoniza psiquicamente. E essa  sintonia se dá pelos desejos e tendências existentes na intimidade  de cada um. E é, graças a essa lei de afinidade, que os espíritos das  trevas se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias  deprimentes e atitudes grotescas, animalizadas, de lamentáveis  conseqüências.&lt;br /&gt;Quantos crimes acontecem nesses dias, quantos acidentes, quanta  loucura... Tramas terríveis são ardilosamente arquitetadas no  além-túmulo, esperando por esses dias em que o desequilíbrio é a tônica.&lt;br /&gt;Enquanto  os foliões se envolvem com o brilho dos refletores, com plumas, paetês e  lantejoulas, nas avenidas feericamente iluminadas, os bons espíritos  vêem e lamentam pelo ambiente espiritual deprimente, triste, envolto em  escuras nuvens criadas pelas vibrações mentais negativas. As  conseqüências cruéis desse grotesco espetáculo se fazem sentir de forma  rápida e inexorável.&lt;br /&gt;É dramática, a triste estatística de horrores, durante e após o carnaval. Crimes acontecem depois do carnaval, mas em  conseqüência dele, como nos abortos realizados, fruto de envolvimentos insensatos.&lt;br /&gt;Pergunte  a si mesmo: vale a pena pagar o alto preço exigido por alguns dias de  loucura? Vale a pena ver seu nome na estatística de horrores que  acontece no carnaval? Espero que não.&lt;br /&gt;Alguns espíritas, devem estar pensando: Eu brinco, mas não faço nada  de errado! É possível. Mas se você atravessar um pântano de lama  fétida, local de doenças e outras mazelas, pode até acontecer de você  não adoecer, mas que vai sujar-se, não há a menor dúvida...&lt;br /&gt;Ah, e não venha com o exemplo do lírio belo e perfumado que brota  nos pântanos. Ele nasce lá, mas seu perfume e beleza só são percebidos,  quando estão longe daquele lugar.&lt;br /&gt;Para atravessar a tempestade de  energia negativa que envolve o carnaval, sem ser tocado por ela, só se  você for alguém espiritualmente iluminado. Mas se você for tão  iluminado, com certeza não estará  participando do carnaval...&lt;br /&gt;Mas, quem achar que está havendo  exagero, ponha a fantasia de bobo da vida, a máscara da insensatez e  libere geral, mas não esqueça, na 4ª feira de cinzas, ao retornar para  sua casa espírita, de convidar os inúmeros foliões desencarnados, que  estão em sua companhia, querendo mais, mais e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="HOEnZb"&gt;&lt;span style="color:#888888;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="HOEnZb"&gt;&lt;span style="color:#888888;"&gt;&lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-7672417947983644537?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/7672417947983644537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=7672417947983644537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7672417947983644537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7672417947983644537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/espirita-brinca-carnaval.html' title='Espírita brinca carnaval?'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-3391444899970303093</id><published>2012-02-11T08:40:00.001-08:00</published><updated>2012-02-11T08:43:31.849-08:00</updated><title type='text'>DO FIM DA POLÍTICA À AGONIA DAS RELIGIÕES</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s1600/MARGARIDA.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 75px; height: 73px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s200/MARGARIDA.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699142969320909858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Margarida Azevedo&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="post-title"&gt;  &lt;/h3&gt;                      &lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sendo a política uma ciência que tem por objecto a organização e  administração do Estado, e o homem o objectivo, segundo Aristóteles, de  atingir a felicidade, isto significa para o referido filósofo que só em  sociedade o homem poderá ser feliz. Na medida em que é um animal  político, e é precisamente isso que o distingue dos outros animais, o  homem cria leis de forma a que direitos e deveres se equilibrem, isto é,  constrói um sistema de trocas. Por isso concluí que o homem que não  quer viver em sociedade ou é um deus ou uma besta.&lt;br /&gt;Esta posição é algo interessante, pois os extremos tocam-se na diferença  abissal que os separa. É que se há seres que estão tão acima do comum  dos mortais que já superaram a necessidade de viver em sociedade, outros  há que estão tão abaixo que ainda não conseguiram ver nela o seu  caminho para a construção de si próprios, enquanto indivíduos. Digamos  que a estrutura política da sociedade coloca-nos num plano intermédio  entre o superior e o inferior, não confundível com a noção de Platão, o  seu mestre, de Alto e Baixo. O Alto é o mundo ideal arquetípico, o Baixo  é o mundo terreno como sua representação. Em Aristóteles não temos esta  estrutura, até porque, para ele, dizer que o mundo real é o mundo das  ideias e que este é uma sombra mais não é que “fazer metáforas  poéticas.” (Metafísica)&lt;br /&gt;A política revela a nossa capacidade organizativa, confere-nos um  estatuto de superioridade de tal forma que eu só sou indivíduo na medida  em que tenho consciência de outros indivíduos que são, tal como eu,  outros eu para si mesmos. Na falta desta estrutura, caímos numa  desorganização onde os instintos tomam o rumo da vida, reduzindo o homem  ao estado de mero animal irracional, isto é, anula-se enquanto  indivíduo, uma vez que a felicidade deixa de ser o objectivo principal  cedendo lugar à lei da força.&lt;br /&gt;Com mais ou menos nuances, a política tornou-se progressivamente mais  elaborada, acompanhando as novas necessidades organizativas, mercê da  maior complexidade social. Ela ditou desde sempre as regras da vida em  comunidade dentro dos Estados, política interna, e entre os Estados,  política externa. Definiu interesses, estabeleceu regras, ergueu  preceitos e valores, continuando, em minha opinião, a objectivar a  felicidade como fim supremo. E parece-me que não há outro, ser feliz é o  fito máximo do indivíduo, o móbil de todas as acções.&lt;br /&gt;A partir da Segunda Guerra Mundial, entramos num processo de decadência,  cuja agudização se situa no último quartel do séc. XX, com as novas  noções de cidadania, não já o indivíduo da polis, um Estado um país, mas  com o surto dos ideais de globalização cujo poder vigente é o  económico, a bandeira o dinheiro e o hino as moedas mais fortes. Ser  cidadão foi progressivamente tornando-se sinónimo de habitante de  qualquer parte do planeta, ainda que ele nada tenha a ver com o espaço  geográfico em que se encontre.&lt;br /&gt;Daí o desenvolvimento de uma disciplina que até então não o era, pelo  menos com o cinismo com que é estudada hoje, a Sociologia. Ser cidadão  tornou-se ser capaz de se adaptar às condições sociais mais adversas, e  não o ser que está empenhado em conquistar a felicidade, sua e dos seus  compatriotas. A pátria deu lugar a uma geografia amorfa e insípida, a  polis morreu e com ela o eu, não deus nem besta, mas tão simplesmente o  indivíduo que quer evoluir numa sociedade em que se sente  com-responsável entre semelhantes. O novo cidadão socializado é aquele  que aceita e consegue conviver com a diferença, nem que ela vá ao  arrepio dos seus interesses e convicções. A diferença e o diferente  deixaram de ser o outro eu, o outro indivíduo diferente de mim mas tal  como eu e comigo empenhados na construção de uma sociedade melhor;  passaram a ser aqueles que vêm de um lado qualquer e que impõem os seus  critérios numa sociedade que lhes é estranha, tentando com isso  sobreviver.&lt;br /&gt;Com tudo isto, morreu a organização política como o garante de justiça,  equidade entre os cidadãos, educação e saúde ao serviço de todos e,  principalmente, como a estrutura responsável pela feitura de leis. Quem  dita as regras é o poder económico, ao qual está completamente submisso o  que resta da política muribunda. Os indivíduos já não são os  pensadores, os que discutem política, mas os cidadãos adormecidos, que  não precisam de pensar pois têm quem pense por eles, uma vez que o poder  económico construíu pensadores de carreira, uma casta pseudo-política  rendida ao poder económico.&lt;br /&gt;A Política, subsidiada pela História, Direito, Antropologia e, pela mais  recente, Sociologia, desenvolve critérios de justiça e uma maior  equidade entre as classes sociais. É nela que se debatem interesses,  cuja satisfação deverá culminar em progresso das sociedades, maior  produtividade, melhor gestão dos recursos naturais, melhor Educação, com  consequente repercussão nos meios técnicos e tecnológicos. Ora, ao  esmagarem a organização política, os interesses económicos põem em causa  a soberania dos Estados, pois sai sempre vencedor o mais forte  economicamente, implementando a deshumanização.&lt;br /&gt;Entre tudo o que se perde, temos o fenómeno religioso que, perante fiéis  na confusão do emaranhado de interesses que são artificialmente criados  e impostos, não sabem para que lado se virar. Vendo-se confrontados com  novas realidades que lhes põem à prova e em causa a fé em que sempre se  apoiaram, dão consigo perdidos numa amálgama de crenças que não sabem  gerir.&lt;br /&gt;Assim, e por via das dúvidas, há quem vá à missa de manhã, à reunião das  Testemunhas de Geová depois do almoço, à meditação budista antes do  jantar, terminando o dia com meditação transcendental. Isto para se  sentir muito Zen, muito In ( a forças positivas até são Yang), muito  positivo, com muita energia.&lt;br /&gt;No entanto, considerando que a actividade religiosa é composta por três grupos de fiéis distintos:&lt;br /&gt;Primeiro, a hierarquia dirigente, grupo minoritário, que dita as regras e  estabelece aquilo em que e como devem os fiéis acreditar. É um grupo de  poderosa influência política, cuja presença visivelmente se constacta,  pois não raro assume o poder ou, quando na sombra, prepara leigos que o  represente. São estes o alvo principal das críticas de Jesus, os que  devoram as casas das viúvas, vestem-se de longas vestes, fazem longas  preces e procuram ser respeitados pelas populações através de todo um  aparato vistoso.&lt;br /&gt;Segundo, o grupo maioritário dos seguidores, aqueles que vêem na  religião o caminho salvífico, os que seguem a doutrina e procuram o  alívio dos males. Estar bem com Deus e com os homens são os seus grandes  objectivos. Seguem os preceitos ritualísticos com rigor e oferecem  grandes dádivas; são os que alimentam e mantêm economicamente as  religiões, enriquecendo-as com os tesouros das oferendas tentando com  isso angariar um lugar no céu. No tempo de Jesus constituem as multidões  compostas por seguidores e simpatizantes, pois eram os principais  ouvintes da sua pregação, como por exemplo, o episódio da multiplicação  dos pães e dos peixes, do Sermão da Montanha, (em Lucas é na planície),  entre outros.&lt;br /&gt;Por último, temos o grupo restrito dos que se impõem à religião, mas  mantêm-se dentro dela. Não procuram que lhes traga a salvação, nem um  bem estar terreno. Trata-se de um grupo pio, que busca a santidade, que  trabalha pelo bem e para o bem, procurando atingir um mundo de beatitude  junto de Deus, único fundamento da sua existência. Não raro se  confundem com os profetas, porém ser profeta não significa ser pio, mas  ser pio implica ser um profeta num sentido amplo, isto é, pregar a Deus,  o Bem, e todas as demais virtudes constitui uma mesma coisa. Os  Evangelhos falam-nos de João Baptista, referem Elias e Isaías, e é posta  na boca de Jesus a referência, aquando dos Mandamentos, de que o  primeiro e o segundo encerram toda a Lei e os profetas. Contudo, João  Baptista desempenha na tradição exegética um papel não só de profeta mas  também de santo. Por isso se diz que veio preparar o caminho para  Jesus, de quem foi mestre.&lt;br /&gt;Constatamos, desta forma, que nos tempos que correm esta situação está  em profundas convulsões. Continuando a fazer referência à Segunda Guerra  Mundial, ao ser dividido o mundo em dois blocos distintos, a Guerra  Fria dá origem ao tipo de debate político gradativamente empobrecedor e  de que somos hoje herdeiros. A manifestação religiosa passa à  clandestinidade, de um lado, e a uma falsa liberdade, por outro. É  quando se começa a confundir a livre manifestação da fé com o pôr em  causa todo um projecto beatífico, no amor incondicional a Deus, como  fundamento último de todo o crente.&lt;br /&gt;Entrados no séc.XXI, virificamos a perigosa substituição do  insubstituível, a saber, já não sendo mais a política que dita as  regras, calou-se o debate e conferiu-se às manifestações de desagrado  uma temeridade como se de um bando de saltimbancos se tratasse. Com o  desmoronar da política é promovida a aridez ideológica, levianamente  submissa aos interesses económicos, e a Humanidade ruma, assim, ao  descalabro. Vão longe os debates de ideias, vão longe os valores que as  religiões a custo erigiram e, nesta amálgama onde tudo se inverte,  estamos a constactar que o Homem é um ser cada vez mais insatisfeito,  logo mais infeliz porque despolitizado, perdido na sua fé e cada vez  mais distante de Deus porque lhe faltam os princípios beatíficos que a  Ele conduzem.&lt;br /&gt;Todos sabemos que religião e política se entrecruzam. Porém, a  laicização dos Estados, responsável por um salto qualitivo notável,  permitiu que as religiões, ávidas de poder, se constituíssem como  partidos políticos e, como dispõem de grande aparato económico, mudaram  de discurso: já não são caminhos para Deus mas para o mundo. Chegar até  Deus, além de ser discurso de segundo plano, é assunto vocacionado quase  exclusivamente para os insatisfeitos, os excluídos e todos aqueles que  procuram agarrar-se a algo que os proteja e lhes garanta o pão de cada  dia. Por isso o caminho para Deus já não se faz por meio de oração,  jejum, meditação, ajuda ao próximo e restantes actos de bem-fazer,  tornou-se sulcooso. Para chegar até Deus basta convencer os fiéis, que  agora se tornaram o eleitorado crente, de que votando em tal partido têm  garantida a via directa para a felicidade neste mundo, o que se tornou  sinónimo de Deus.&lt;br /&gt;Ora, jamais poderemos confundir a felicidade terrena com a Luz Divina.  Um indivíduo pode ser feliz no mundo porque tem o que de melhor a  sociedade lhe facultou, porém ser vazio dos mais elementares valores  espirituais. O que se pretende é que ele seja portador de ambos, o que  significa lutar por merecê-los, conquistando o Bem em plenitude.&lt;br /&gt;A religião, ao tomar o lugar da política e prometer a felicidade na  terra, conduz a que já ninguém ore pedindo a santidade, a bondade e as  demais virtudes beatíficas; as novas orações pedem a aceitação por parte  do líder e um emprego bem remunerado. Quanto ao voluntariado, basta  contribuir para instituições perfeitamente identificadas pelas novas  redes económico-sociais, cujos dirigentes são criteriosamente escolhidos  por estas pseudo-religiões.&lt;br /&gt;Desta forma, as religiões e as igrejas disputam entre si os melhores  lugares na sociedade rendida ao poder económico e, consequentemente,  vendem tudo a quem quer comprar: já não apenas estatuetas dos seres  devocionais ou outros artigos sacros, mas armas, pornografia,  prostituição, droga, entre outros produtos similares. Traficam  influências, desenvolvem o compadrio, manipulam as mentes. E ainda que  possamos dizer que desde sempre o tenham feito e que agora tudo está  mais divulgado, o certo é que não nos podemos ingenuamente deixar  manipular por tal posição. É que, caso não tenham alguns em  consideração, a complexidade social implica um aprimoramento da moral e  da ética. Somos confrontados todos os dias com situações novas, ou pelo  menos com novas apresentações de um mesmo problema. A ideia de progresso  espiritual não é apanágio desta ou daquela igreja ou religião. O  progresso espiritual é uma constante dentro de todos os grupos  religiosos e do qual não podem prescindir.&lt;br /&gt;Se a política trata das coisas da terra rumo à felicidade, a religião  trata das coisas do espírito rumo a Deus. A política tem um fim, a  religião tem um princípio. É que encaminhar as almas para Deus não é um  fim, porque Deus não é um fim. Deus é um eterno princípio.&lt;br /&gt;Com tudo isto, estão a surgir novas formas de fé e com elas novas formas  de estar na religião, portadoras de novos conceitos de igreja. São as  organizações, não já filhas da polis nem da cidade cosmopolita, mas de  um espaço aldeão globalizado. Na ausência de um pastor que as encaminhe  para Deus, são dirigidas por líderes que lhes prometem a terra, pois  que, de um ponto de vista da espiritualidade, já ninguém acredita em  ninguém. Cada um tornou-se pastor de si próprio, o que é tão nocivo como  se, de repente, todos tornassem médicos de si mesmos e automedicassem.  Há excepções? Mau seria se as não houvesse, mas estão silenciadas em  quase todos os grupos religiosos.&lt;br /&gt;Tudo isto está a conduzir a picos de fundamentalismo preocupantes, pois o  senso comum religioso é tão perigoso como outro qualquer, uma vez que  há quem tente com todas as forças impedir o contágio benéfico de outras  ideologias religiosas, recorrendo, se necessário, à força. Quanto ao  fundamentalismo, ele tem aspectos positivos, se encarado como aquilo que  verdadeiramente é: o regresso aos fundamentos, mas isso é outra coisa  de que a poucos interessa falar.&lt;br /&gt;Esta agonia religiosa, a pior que se pode ter, faz das religiões  movimentos sem Deus, sem fé, sem respeito pelo Homem e onde o nome Deus é  usado em vão. Tornaram-se redutíveis, mesquinhas, interesseiras. No  entanto, muitos tentam impôr-se a esta realidade. São os novos  perseguidos, os isolados na sua fé, o novos hereges, mas que muito nos  podem legar.&lt;br /&gt;Com a morte da política vão-se os valores da laicidade, que tão caros  nos são, tais como a Saúde e a Educação ao serviço de todos, o direito à  liberdade religiosa e ao respectivo discurso emancipado, a defesa das  minorias, etc. Isto significa ainda que foi iniciado todo um processo de  silenciamento, em que pensar é uma actividade perigosa, a começar no  seio das próprias religiões onde quem pensar de forma relativamente  diferente depara-se com a possibilidade de ser excomungado.&lt;br /&gt;Se alguns espíritas teimarem em fazer da Doutrina um partido político,  cavam a sua sepultura, pois que o Espiritismo não é, por sua própria  natureza, compatível com este estado de coisas. Há que ter em conta que a  Doutrina pretende restaurar o Cristianismo Primitivo, por outras  palavras, cumprir o mais fielmente possível as máximas de Jesus Cristo,  enquanto o grande profeta de Deus, no entanto respeitando todos os  outros, sejam eles profetas ou pensadores, como é o caso de Sócrates e  Platão, de Moisés ou João Baptista, etc. O Espiritismo é uma doutrina de  espírito aberto, pluralista, cuja origem se perde na noite dos tempos.&lt;br /&gt;A Doutrina existe para servir e não para ser servida. Não tem  interesses, sejam eles quais forem, não exerce influências de espécie  alguma. Pode haver políticos espíritas, como os há de outras  organizações religiosas, porém isso não significa uma organização  partidária espírita.&lt;br /&gt;Podemos ser felizes neste mundo? Há que perceber que, quando se fala de  felicidade, em Espiritismo, não estamos a falar de um conceito político  aristotélico. É claro que todo o ser humano tem direito a conquistar a  felicidade no plano em que vive, como por exemplo, ter melhores  condições de vida, melhor educação e todas as demais coisas a que  socialmente tem direito. No entanto, quando se fala em felicidade,  segundo a Doutrina, estamos a remeter o conceito para uma plenitude. Ser  feliz é ser bom, é ter encontrado qualquer coisa que está acima de  todas as coisas. Esta noção de felicidade é tão abrangente e tão vasta  que é praticamente um chavão da Doutrina dizer que “a felicidade não é  deste mundo”. Isto significa que, ainda que eu viva num país de grande  justiça social, um país onde me são dadas todas as oportunidades, eu não  sou totalmente feliz, por melhor que eu seja. Esta felicidade implica o  outro, isto é, eu sou feliz na medida em que tudo e todos, ao meu  redor, estão bem.&lt;br /&gt;O objectivo social do Espiritismo é tornar o ser humano melhor e  encaminhá-lo para essa plenitude. Isso só é realizável na medida em que o  outro é um parceiro, um colega de caminhada, o que torna o jugo mais  leve porque partilhado.&lt;br /&gt;A entreajuda é tão gratificante para quem dá como para quem recebe. Uma  troca de sorrisos, um brilho nos olhos constituem uma felicidade  indizível. E a santidade, para um espírita, deve começar precisamente  aí.&lt;br /&gt;É certo que precisamos de conquistar a felicidade da terra e do céu. Mas  para lá de tudo isso, é infinitamente mais importante que a terra se  torne no espelho do céu. Só aí a felicidade e o bem são um só, a  Plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Margarida Azevedo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia aconselhada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARISTÓTELES, Metafísica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________, Política&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Testamento: Mt 5:1; 9:8; 10;15:1; 20:29; 22:41; 23:1; 24;1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(entre outras cit.) Mc 2:2; 2:13; 4:1; 4:36; 5:31; 6:1; 6:33; 6:45; 7:14,17; 8:1; 8:27; 9:2,14; 15:40;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lc 8:3; 9:1-11; 10:1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jo 12:1-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KARDEC, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução; cap. I; XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________, O Livro dos Espíritos, Livro Terceiro, cap.I;VII; VIII; X.  Livro Quarto, cap. I, Penas e Gozos Terrenos, I Felicidade e  Infelicidade Relativas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-3391444899970303093?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/3391444899970303093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=3391444899970303093' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3391444899970303093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3391444899970303093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/do-fim-da-politica-agonia-das-religioes.html' title='DO FIM DA POLÍTICA À AGONIA DAS RELIGIÕES'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s72-c/MARGARIDA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-7070219149384039315</id><published>2012-02-07T04:17:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T06:44:28.023-08:00</updated><title type='text'>O BEM DE UM BOM NEGÓCIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-KQCcBbKIsAY/TzE17eqcvlI/AAAAAAAABsI/BLwZIha4c6M/s1600/ABV.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 166px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-KQCcBbKIsAY/TzE17eqcvlI/AAAAAAAABsI/BLwZIha4c6M/s200/ABV.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706401498814791250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;  text-align: right;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;LUCIANO DOS ANJOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style=" text-align: right;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;            Rio, 6.2.2012 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#1f497d;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p face="times new roman" style=" text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na análise do eclético panorama dos negócios religiosos, critiquei, em 25.1.11 (&lt;i&gt;Projeto ou projétil? Pompom ou pom-pom?&lt;/i&gt;) e, depois, em 9.2.11 (&lt;i&gt;Ainda o cartão de (des)crédito espírita&lt;/i&gt;),  as démarches para lançamento do cartão de crédito OBEM, destinado,  quase que com exclusividade, ao público espírita de bom cadastro.  Aconteceu. E, com o acontecimento, assistimos a mais uma ulceração  dolorosa da pureza doutrinária. Não é dito mais, como antes, que está  associado ao missionário Bezerra de Menezes (pudera! essa estava além da  normalidade neurológica), mas o marketing é melífluo e joga no drible  da melhor técnica de vendas, mirando o sentimento nobre dos espíritas. A  iniciativa - entenda-se - não visa apenas à caridade; é, também, como  qualquer negócio, para os idealizadores ganharem dinheiro, muito  dinheiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-size:100%;" &gt;O  assunto foi ventilado no Conselho Federativo Nacional, na assembléia  dos dias 11,12 e 13 de novembro de 20011, e em seguida foi noticiado no  órgão oficial; mas, ao contrário do que se poderia esperar, não foi  explicado para os leitores, com detalhes, o que é esse OBEM e muito  menos as reações eventualmente acontecidas no plenário daquele Conselho.  Afinal, a imprensa existe para informar ao público espírita o que passa  no movimento, cujos canais de repercussão são as federadas e o órgão  federativo. Preferiu-se, como sempre, não dizer nada, escondendo-se dos  mais interessados (o público, o leitor, o espírita) o que foi discutido  na ocasião. O resumo dos trabalhos apenas registrou sete míseras linhas  de uma coluna estreita e sintetizou que houve “intenso diálogo a  respeito”. Ora, seria muito justo e mais correto que todos soubessem o  que de fato aconteceu nessa reunião, que intensos diálogos foram esses,  quem apoiou e quem repudiou a ideia. No entanto, mais uma vez, diante de  questões gravíssimas como essa, preferiu-se o mutismo monacal. Num  cenário nada asséptico, ninguém quer contrariar ninguém e muito menos  dar opinião. Os espíritas, como num regime de censura, não têm que saber  o que acontece no movimento, ainda que façam parte dele. Imagine-se, em  contrapartida bem mais asséptica, se Allan Kardec também optasse por  esse tipo de comportamento. E se Jesus também não devesse dizer  claramente quem eram os fariseus, os saduceus, os príncipes dos  sacerdotes, os vendilhões do Templo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-size:100%;" &gt;             A estratégia mercantilista dos descompromissados com o preceituário  kardecista ainda não esgotou sua capacidade de surpreender. O marketing  de lançamento do cartão começou no melhor padrão profissional e  acrescenta um dado a mais no inflacionado balanço da violência  consciencial. A peça publicitária carrega no azul celestial e abre  espaço para linda e sorridente  garota-propaganda, num convite direto e  indireto à adesão à felicidade e à garantia do passaporte para a colônia  Nosso Lar; ou alguma outra, mais acima. Na confecção ilustrativa do  dinheiro de plástico, temos o nome do portador, homônimo do apóstolo  Marcos, e rebatizado com o sobrenome “dos Santos”, em flagrante  santimônia comercial e invejável saúde mercantilista. O texto joga com o  verbo &lt;i&gt;fazer&lt;/i&gt; na determinação dobrada de que se faça o cartão e se  faça o bem (como se uma coisa não pudesse ser feita sem a outra) e  sugere que essa é a oportunidade que antes ninguém nunca teve de fazer  esse bem. No arremate, à direita, uma imagem espiritualizada que mais se  assemelha a Jesus de braços para o alto, numa exortação salvífica para  despertar ou sacudir as emoções cristãs do portador. Parabéns ao criador  da peça. (Na montagem que fiz abaixo usei a capa do livro &lt;i&gt;O Cristo de Deus&lt;/i&gt;, de Manuel Quintão, edição FEB.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-size:100%;" &gt;             Reafirmo o que já expus no ano passado em textos mais amplos e mais  argumentados. Nada tenho contra o capitalista espírita, católico,  protestante ou materialista que queira e lance um cartão de crédito,  oferecendo seus lucros em parte ou totalmente para qualquer instituição  beneficente, religiosa ou não. Não é ilegal, não é imoral, não é  condenável. Mas, apelar, direta ou indiretamente, para o sentimento  religioso das pessoas é pura chantagem espiritual. Esse tipo de apelo só  se justificaria se TODO o valor arrecadado fosse destinado à caridade,  excetuadas, em certos casos, é claro, as despesas administrativas.  Lucrar com apelação religiosa não vale. É exploração. Vergonha para o  espiritismo. E isso nada tem a ver com desonestidade pura e simples. Não  lanço esse qualificativo a nenhum dos promotores desse OBEM, pois eu  estaria desconsiderando erradamente a presunção de honradez das pessoas.  Minhas admoestações - pautadas na doutrina - não estão capituladas na  Lei  Penal ou Civil; mas exclusivamente na Lei de Deus. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;Vejamos  daqui para frente quem ainda tem, no movimento espírita (com simuladas  maiúsculas), coragem e autoridade para censurar a Igreja Universal do  Reino de Deus e a venda das indulgências da Apostólica Romana. Entre os  que mantêm sua lucidez kardecista, resta a memória a contemplar com  nostálgica reverência os idos de Bezerra de Menezes e tantos mais de  igual grandeza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="times new roman" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="times new roman" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-J3-0Lr2VdJY/TzE3SWnQOeI/AAAAAAAABsU/KczOJeKSYgQ/s1600/obem.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 410px; height: 247px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-J3-0Lr2VdJY/TzE3SWnQOeI/AAAAAAAABsU/KczOJeKSYgQ/s200/obem.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706402991302523362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;  text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-7070219149384039315?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/7070219149384039315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=7070219149384039315' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7070219149384039315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7070219149384039315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/o-bem-de-um-bom-negocio.html' title='O BEM DE UM BOM NEGÓCIO'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-KQCcBbKIsAY/TzE17eqcvlI/AAAAAAAABsI/BLwZIha4c6M/s72-c/ABV.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-5738791797730612999</id><published>2012-02-06T06:39:00.001-08:00</published><updated>2012-02-06T06:46:04.638-08:00</updated><title type='text'>O Espiritismo não veio para curar corpos materiais</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oIhWKXK-EiM/Ty_maUrdixI/AAAAAAAABr8/b4D7dAwXOkk/s1600/aformiga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 135px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-oIhWKXK-EiM/Ty_maUrdixI/AAAAAAAABr8/b4D7dAwXOkk/s200/aformiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5706032592803695378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Luiz Carlos Formiga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Recentemente fizemos uma palestra, 12 de setembro, 2011, semelhante aos estudos que fazíamos no NEU, no G E Fabiano que registrou em vídeo (*). Nela ficamos entre as teses e hipóteses das ciências biomédicas e a &lt;b&gt;fé na cura verdadeira, &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;quando internalizamos leis do princípio espiritual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 0); font-family: times new roman;"&gt;&lt;p style="text-indent: 1cm; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;“Assim como a Ciência propriamente dita tem por objeto o estudo das leis do princípio material, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b&gt;o objeto especial do Espiritismo é o conhecimento das leis do princípio espiritual.”&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;No plano de ensino, Jesus usou parábolas como estratégia e lecionou com propriedade. (1)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-size:10pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O &lt;i&gt;1º Fórum Nacional de Paranormalidade e Mediunidade&lt;/i&gt; foi realizado em Florianópolis, no dia 1º de outubro de 2011. O evento promovido pelo Instituto de Cultura Espírita de Florianópolis - ICEF e pela Associação Educacional Terceiro Milênio – AETM foi desenvolvido na Associação Catarinense de Medicina. O médico especialista em Clínica Médica e Medicina Intensiva, Dr. Hildebrando Scófano abordou o assunto &lt;i&gt;Mediunidade e Cura&lt;/i&gt;. Apresentou as definições de mediunidade e de cura, os médiuns curadores, o espectro eletromagnético.&lt;br /&gt;Abordou a possibilidade de cura através de três prismas: &lt;i&gt;cura pelo fluido ou princípio vital&lt;/i&gt;; a &lt;i&gt;cura mental&lt;/i&gt;; e a &lt;i&gt;cura espiritual&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Embasado nas Obras Básicas da Doutrina Espírita afirmou que o Espiritismo não veio para curar os corpos materiais, mas o Espírito.&lt;/b&gt; O autoconhecimento, o esforço pessoal permanente e a mudança comportamental são pressupostos básicos para o indivíduo alcançar a cura.(2)&lt;br /&gt;Não esqueçam que todos os que Jesus curou ficaram doentes depois e "morreram"!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Hoje, que freqüento “a fila dos idosos”, tentando manter uma conduta equilibrada pela educação recebida na idade dourada, (3) posso com maior propriedade repetir o que disse anteriormente na Revista de Enfermagem, ainda como professor na Faculdade de Ciências Médicas da UERJ.(4) &lt;strong&gt;"A morte é hereditaria"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;(*)&lt;span&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 0, 0);" href="http://www.youtube.com/watch?v=qyzWrgNS1lM&amp;amp;feature=plcp&amp;amp;context=C3a75f8fUDOEgsToPDskLQ8je78n7ZNEYZQAvdmCTZ" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;v=qyzWrgNS1lM&amp;amp;feature=plcp&amp;amp;&lt;wbr&gt;context=&lt;wbr&gt;C3a75f8fUDOEgsToPDskLQ8je78n7Z&lt;wbr&gt;NEYZQAvdmCTZ&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Leitura indicada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;(1) &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.luzmaior.com.br/espiritismo/universidade-e-espiritualidade-entre-teses-das-ciencias-e-a-fe-quotidiana" target="_blank"&gt;http://www.luzmaior.com.br/&lt;wbr&gt;espiritismo/universidade-e-&lt;wbr&gt;espiritualidade-entre-teses-&lt;wbr&gt;das-ciencias-e-a-fe-quotidiana&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;(2)&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/especial2.html" target="_blank"&gt;http://www.oconsolador.com.br/&lt;wbr&gt;ano5/230/especial2.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;(3)&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/10/educacao-na-idade-dourada.html" target="_blank"&gt;http://orebate-jorgehessen.&lt;wbr&gt;blogspot.com/2011/10/educacao-&lt;wbr&gt;na-idade-dourada.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;(4)&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores/FORMIGA_Luiz_tit_o_que_espero_de_meus_medicos.htm" target="_blank"&gt;http://www.espiritualidades.&lt;wbr&gt;com.br/Artigos/F_autores/&lt;wbr&gt;FORMIGA_Luiz_tit_o_que_espero_&lt;wbr&gt;de_meus_medicos.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(153, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qyzWrgNS1lM&amp;amp;feature=plcp&amp;amp;context=C3a75f8fUDOEgsToPDskLQ8je78n7ZNEYZQAvdmCTZ" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-5738791797730612999?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/5738791797730612999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=5738791797730612999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5738791797730612999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5738791797730612999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/o-espiritismo-nao-veio-para-curar.html' title='O Espiritismo não veio para curar corpos materiais'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-oIhWKXK-EiM/Ty_maUrdixI/AAAAAAAABr8/b4D7dAwXOkk/s72-c/aformiga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4519994436199029516</id><published>2012-02-05T12:38:00.001-08:00</published><updated>2012-02-06T16:39:10.021-08:00</updated><title type='text'>MÉTODOS CONTRACEPTIVOS,  UMA REFLEXÃO ESPÍRITA (*)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/plane.jpg" alt=" " width="172" align="left" height="133" /&gt;Ao  realizar a vasectomia em comum acordo com a esposa, tendo dois filhos e  sem projetos para outros e considerando que a consorte, por  recomendações médicas, não pode tomar pílula anticoncepcional,  perguntou-nos certo leitor, se ele lesaria o perispírito? Dissemos que a  questão é complexa e deve ser analisada conforme cada caso. Explicamos  que não se pode ter uma visão simplista do assunto, até porque,  as  situações e casos devem ser abordados em particular e individualmente,  por pessoas preparadas e com conhecimento desses tópicos para melhor  orientar os envolvidos.&lt;br /&gt;Todavia, em face da insistência do nobre leitor para opinássemos,  afirmamos-lhe que temos o direito de fazer o nosso planejamento familiar  e essa decisão está atrelada ao livre arbítrio dos casais. Sem colidir  com a coerência doutrinária, explicamos que a prole é programada no  mundo dos Espíritos, considerando as determinações de crédito e débito,  oriundas das vidas pregressas , antes da incursão no corpo físico.  Portando, “planificamos a formação da família, antes do renascimento  terrestre, com o amparo e a supervisão de instrutores beneméritos.”(1)&lt;br /&gt;Há escolhas que antecederam o planeamento reencarnatório, bem como  aquelas no decorrer da encarnação – são conhecidas como momentos de  decisão. Será então que  “podemos proceder à escolha de nossas  provas,  enquanto encarnados? Sim, é possível. Mesmo na vida material, há sempre  momentos em que nos tornamos independentes da matéria que serve-nos de  habitação.”(2)&lt;br /&gt;Os filhos derivam de pactos asilados antes do processo reencarnatório  pelos futuros pais, visando erguerem a família de que carecem para a  inevitável evolução. Mas, é de boa lembrança, não deixar as coisas por  conta da natureza, pode ser insensatez e imprudência. O Criador nos deu o  uso do raciocínio no bom emprego das leis naturais.  Não fosse assim,  em que pese os prévios compromissos pactuados no “além”,  teríamos que  procriar indefinidamente, durante toda a existência física, o que  obviamente não seria uma atitude racional.&lt;br /&gt;Na  literatura básica do Espiritismo não há referência específica sobre  os métodos contraceptivos da vasectomia e da laqueadura de trompas. Não  obstante, analisando O Livro dos Espíritos, em o capítulo sobre a “Lei  de Reprodução”,  encontramos alguns subsídios importantes para discutir o  tema. Aprendemos com os Espíritos que se pode controlar a natalidade,  sem abusos. Porém, advertem-nos os Benfeitores que se o objetivo for a  sensualidade, onde a predominância do lado animal esmague os anseios do  espírito, acarretará gravíssimas conseqüências morais. E , quanto mais  nos sentimos culpados por alguma coisa, igualmente isto nos afeta o  campo emocional.&lt;br /&gt;Há os que fazem vasectomia ou a laqueadura de trompas apenas para evitar  as complicações oriundas de uma gravidez indesejada, todavia,  permanecem abusando da sensualidade. Estes, naturalmente, terão na mente  culpada os reflexos perversos, acicatando a consciência. A  culpabilidade é de contínuo uma nesga de sombra eclipsando-nos a visão. O  sentimento de Culpa é sempre um colapso da consciência e, através dele,  sombrias forças do mal se insinuam.&lt;br /&gt;O controle da natalidade precisa ser verificado à luz da finalidade de  quem o pratique. Se o intuito for de levar a cabo um planejamento  familiar que se ajuste às realidades do casal, sobretudo de ordem  financeira, nada encontramos nas orientações kardecianas que o  desaprove. Se, contudo, a finalidade é puramente física, de nutrir a  sensualidade, de ter uma atividade sexual voltada precipuamente para o  prazer, aí a circunstância muda de silhueta. Neste caso, estará sendo  contrariada a Lei Natural e a implicação será a obrigatória retificação  numa reencarnação subseqüente, de forma bastante dolorosa.&lt;br /&gt;Existindo motivo genuinamente justo, podemos limitar nossa prole,  principalmente se já possuímos filhos e não desejamos ter outros.  Percebemos, nessa suposição, corretamente admissível que podemos evitar a  concepção. Se alguém escolhe fazer vasectomia ou laqueadura  de trompas  apenas como forma preventiva de se livrar de filhos e se despreocupar  para ter uma vida sexual intensa e inconsequente, a conotação e a  implicação serão uma. Se, ao contrário, em razão de uma patologia grave  pela qual seria arriscado gerar filhos sob pena de vir a mãe  desencarnar, a conseqüência será outra. A rigor o que vai definir se  haverá ou não transgressão às Leis Naturais será a intenção que motivou a  decisão de fazer a cirurgia.&lt;br /&gt;Chico Xavier, que não era avesso aos anticoncepcionais, disse:  “acreditamos que o anticoncepcional é um recurso que nos foi concedido  na Terra pela Divina Providência para que a delinqüência do aborto seja  sustada, uma vez que a criatura humana, por necessidade de revitalização  de suas próprias forças orgânicas, naturalmente precisará do  relacionamento sexual, entre os parceiros que estão compromissados no  assunto, mas usarão esse agente anticoncepcional para que o crime do  aborto seja devidamente evitado em qualquer parte do mundo.”(3) O  “Mineiro do Século” afirmou que “os anticoncepcionais não estarão  invadindo a Terra sem finalidade justa. Pessoalmente, acreditamos que o  casal tem direito de pedir a Deus inspiração para que não venha a cair  em compromissos nos quais eles, os cônjuges, permaneçam frustrados.”(4)&lt;br /&gt;Sabemos que  há métodos e métodos contraceptivos.  Sobre a vasectomia ou  a laqueadura de trompas, cremos que a atual tecnologia detém outras  maneiras menos traumáticas para se evitar a procriação, que não precisam  de procedimentos invasivos (cirúrgicos) nem ocasionam qualquer lesão  física. Tais métodos de contracepção, por serem menos hostis, podem ser  utilizados. Os procedimentos cirúrgicos precisam ser repensados, adiados  e/ou impedidos por serem medidas extremas, definitivas e com altos  índices de irreversibilidade.&lt;br /&gt;A orientação espírita permite-nos contemplar a gestação como uma série  de episódios que extrapolam em muito os aspectos físicos. Desta forma, a  eleição de métodos contraceptivos abarca encargos morais superiores aos  que possamos imaginar. E nada mais prudente do que a informação para  nos auxiliar em nossas deliberações. A possibilidade de recorrer a  métodos eficazes para planejar adequadamente o nascimento dos filhos é  umas das melhores contribuições da ciência. Por essa razão, os métodos  contraceptivo precisam ter a restrição e a recomendação apropriada pela  medicina terrena a fim de se evitar a  esterilidade irreversível&lt;br /&gt;Em razão da prorrogação definitiva de uma reencarnação pré-agendada,  ocorrerá sim acicates conscienciais, ferindo o perispírito. É importante  considerar o grau de consciência do ato deliberado e da sua intenção,  pois são esses vetores importantes que podem amenizar ou ampliar  patologias emocionais, neuroses, psicoses,  infertilidade, doenças  sexuais diversas,  compressão mental através de  perseguição espiritual  produzidas pelos “filhos” rejeitados de “lá”.&lt;br /&gt;Por esses motivos, pode-se recorrer a diversos outros métodos menos  traumáticos ao corpo psicossomático. Cremos que o ideal é o emprego de  métodos anticoncepcionais capazes de apenas impedir a fecundação. Ou  seja,  controle feito através de métodos naturais como a tabelinha, a  ovulação, o muco cervical , cópula descontínua e a temperatura, ou  métodos artificiais  como preservativo de látex, espermicida, diafragma,  pílula anticoncepcional. Somos impetuosamente contrários  ao uso do  D.I.U e da pílula do dia seguinte por sabê-los abortivos.&lt;br /&gt;Em suma,  sobre o assunto,  cada caso é um caso, todavia ,  desaconselhamos a utilização rotineira e indiscriminada de medidas  contraceptivas, exceto que haja um pretexto lícito e doutrinariamente   aceitável, lembrando,  nesse contexto , que os ditames da Lei de Deus  encontram-se no âmago da consciência de cada um.&lt;br /&gt; &lt;div align="right"&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt; &lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)    Xavier, Francisco Cândido. Vida e Sexo , ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1999, cap 17&lt;br /&gt;(2)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2000,  questão 267&lt;br /&gt;(3)    Disponível  no portal http://www.editoraideal.com.br/chico_ler_perguntas.php?id=21, acessado em 05/02/2012&lt;br /&gt;(4)    Chico Xavier em Goiânia, págs. 49, 64, 65 e 66)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: lucida grande;"&gt;(*) COMENTÁRIOS DO AMIGO LUIZ CARLOS FORMIGA:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;Aborto é coisa séria! E o titânio?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;Por que fazer aborto se você pode &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; engravidar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt; Em 5 minutos o problema está resolvido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt; &lt;strong&gt;Conseqüências só no mundo espiritual e nas próximas reencarnações.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8pt"&gt;&lt;a href="http://www.panoramaespirita.com.br/novo/artigos/42-aborto/7533-titanio-na-prevencao-do-aborto-criminoso.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#0000ff;"&gt;http://www.panoramaespirita.&lt;wbr&gt;com.br/novo/artigos/42-aborto/&lt;wbr&gt;7533-titanio-na-prevencao-do-&lt;wbr&gt;aborto-criminoso.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10pt"&gt;&lt;a href="http://www.teresadavila.org.br/modules.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=67" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#0000ff;"&gt;http://www.teresadavila.org.&lt;wbr&gt;br/modules.php?name=News&amp;amp;file=&lt;wbr&gt;article&amp;amp;sid=67&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;Uns atrapalham a divulgação do titânio no fórum espírita, outros não. E você o que pensa do uso dele?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Faça seu comentário no fórum de Portugal, mesmo que seja contra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Dá discussão "nascerá" a luz sobre o contraceptivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10pt"&gt;&lt;a href="http://www.forumespirita.net/fe/off-topic/titanio-na-prevencao-do-aborto-criminoso/60/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#0000ff;"&gt;http://www.forumespirita.net/&lt;wbr&gt;fe/off-topic/titanio-na-&lt;wbr&gt;prevencao-do-aborto-criminoso/&lt;wbr&gt;60/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10pt"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Formiga, LCD&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4519994436199029516?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4519994436199029516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4519994436199029516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4519994436199029516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4519994436199029516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/metodos-contraceptivos-uma-reflexao.html' title='MÉTODOS CONTRACEPTIVOS,  UMA REFLEXÃO ESPÍRITA (*)'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-3558822822760948036</id><published>2012-02-02T10:14:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T10:15:06.531-08:00</updated><title type='text'>CRISTO DEIFICADO? UMA SÉRIA  REFLEXÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/psicometria.jpg" alt=" " width="130" align="right" height="87" /&gt;Sem  uma religião definida, embora crente em Deus, uma leitora dos artigos   pediu-nos alguns esclarecimentos. Ela mesma considera inaceitável a fé  cega nos mitos da Gênese Mosaica e do Novo Testamento, citando os seis  dias da Criação, a arca de Noé, Adão e Eva, a serpente e a maçã, o  Paraíso perdido, a virgem Maria de Nazaré, a estrela guia, etc. Porém, o  que mais a intriga é: Por que deificaram somente Jesus, se tantos  outros cristos que, certamente, passaram pela humanidade e que, também,  deveriam operar os tais “milagres”, permaneceram anônimos na História?  Segundo ela, como admitir que Jesus tenha vindo ao mundo para sofrer  pelos nossos “pecados”? Por que Deus não impediu a crucificação do  Mestre, consentindo que O matassem?Percebemos que o raciocínio da nossa  leitora é aguçado, sem dúvida; mas, faz-se mister considerar que o  raciocínio humano vem sendo trabalhado, de muitos séculos no planeta,  pelos vícios de toda sorte. “Temos plena confirmação deste asserto no  ultra-racionalismo europeu, cuja avançada posição evolutiva, ainda  agora, não tem vacilado entre a paz e a guerra, entre o direito e a  força, entre a ordem e a agressão.”(1) Sobre suas questões, vamos por  partes. Os hábitos mentais dos espíritas, também, tendem a ser  conduzidos pela fé raciocinada.Sobre os mitos mosaicos que cita,  lembramos que se Moisés se utilizou de muitas metáforas, e se não  transmitiu ao mundo a lei definitiva, ele deu, à Terra, as bases da Lei  divina e imutável. Aqui devemos considerar que os homens receberão,  sempre, as revelações divinas de conformidade com a sua posição  evolutiva. Para nós, a Humanidade da Era Cristã recebeu a grande  Revelação em três aspectos essenciais: Moisés trouxe a missão da  Justiça; o Evangelho, a revelação insuperável do Amor, e o Espiritismo,  em sua feição de Cristianismo redivivo, traz, por sua vez, a sublime  tarefa da Verdade.&lt;br /&gt;Sem querer esbarrar na deificação do Cristo, sabemos que no centro das  três revelações encontra-se Jesus-Cristo, como o fundamento de toda a  luz e de toda a sabedoria. Portanto, não há outros Cristos na Terra.  Ele, o Mestre, está conosco há mais de 4,5 bilhões de anos. Jesus foi o  divino escultor da obra geológica do planeta. Junto de seus prepostos,  iluminou a sombra dos princípios com os eflúvios sublimados do seu amor,  que saturaram todas as substâncias do mundo em formação. E mais ainda,  “Todas as entidades espirituais encarnadas no orbe terrestre são  Espíritos que se resgatam ou aprendem nas experiências humanas, após as  quedas do passado, com exceção de Jesus-Cristo, fundamento de toda a  verdade neste mundo, cuja evolução se verificou em linha reta para Deus,  e em cujas mãos angélicas repousa o governo espiritual do planeta,  desde os seus primórdios.”(2)&lt;br /&gt;Sobre a supremacia do Cristo, lembremos do “Meu Pai e eu somos Um”. Essa  afirmativa evidenciava a sua perfeita identidade com Deus, na direção  de todos os processos atinentes à marcha evolutiva do planeta terrestre.  (3) Por várias razões, qualquer comentário sobre o Cristo não julgamos  acertado fazer, para não condicionar a figura Dele aos meios humanos,  num paralelismo injustificável, porquanto, em Jesus, temos de observar a  finalidade sagrada dos gloriosos destinos do espírito. “N’Ele, cessaram  os processos tacanhos de julgamentos humanos, sendo indispensável  reconhecer, na sua luz, as realizações que nos compete atingir.  Representando, para nós outros, a síntese do amor divino, somos  compelidos a considerar que, de sua culminância espiritual, enlaçou, no  seu coração magnânimo, com a mesma dedicação, a Humanidade inteira,  depois de realizar o amor supremo.”(4) É que Jesus,  com Amor,  manifestou-se na Terra no seu esplendor máximo; Com Jesus, a Justiça e a  Verdade nada mais são que os instrumentos divinos de exemplificação,  Ele que é o Cordeiro de Deus, alma da redenção de toda a Humanidade.&lt;br /&gt;Portanto, o  tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe  servir de guia e modelo foi o Cristo. Para Allan  Kardec “Jesus é para o  homem o exemplo da perfeição moral a que pode pretender a humanidade na  Terra. Deus nos oferece Jesus como o mais perfeito modelo, e a doutrina  que ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque era o próprio  Espírito Divino e foi o ser mais puro que apareceu na Terra. Se alguns  daqueles que pretenderam instruir o homem na lei de Deus algumas vezes o  desviaram, ensinando-lhe falsos princípios, foi por se deixarem dominar  por sentimentos muito materiais e por ter confundido as leis que regem  as condições da vida da alma com as do corpo. Muitos anunciaram como  leis divinas o que eram apenas leis humanas criadas para servir às  paixões e dominar os homens.”(5)&lt;br /&gt;A respeito dos mitos e crendices do Novo Testamento, sabemos que foram  impostos por seres sem escrúpulos. A começar com Constantino, que  permitiu o famigerado Concílio de Nicéia. Posteriormente, com Teodósio,  oficializando o Cristianismo no Estado Romano. Em 384, São Jerônimo teve  a missão de redigir uma tradução latina do Antigo e do Novo Testamento.  Essa tradução tornar-se-ia a norma das doutrinas da Igreja: foi o que  se denominou a “Vulgata”.  Essa tradução oficial, que deveria ser  definitiva, segundo a cúpula da Igreja, foi, entretanto, alterada em  diferentes épocas, por ordem dos ulteriores pontífices. Portanto, os  chamados livros canônicos, foram submetidos a diversas e trágicas  interpolações para satisfazer os mesquinhos interesses da Igreja.  “Sufocaram, antes de desabrochar, os fortalecedores princípios que  teriam conduzido os povos à verdadeira crença, à que eles hoje em dia  inda procuram. Tudo para assegurar, fortalecer, tornar inabalável a  autoridade da Igreja.” (6)&lt;br /&gt;Sobre a crucificação do Messias, permitida por Deus, deve ser apreciado,  tão-somente, pela dolorosa expressão do Calvário? Cremos que não, pois o  Gólgota representou o coroamento da obra do Senhor, mas, o sacrifício  na sua exemplificação, verificou-se em todos os dias da sua passagem  pelo planeta. E o cristão deve buscar, antes de tudo, o modelo nos  exemplos do Mestre, porque o Cristo ensinou com amor e humildade o  segredo da felicidade espiritual, sendo imprescindível que todos os  discípulos edifiquem, no íntimo, essas virtudes, com as quais saberão  demonstrar ao calvário de suas dores, no momento oportuno. (7)&lt;br /&gt;Os mistérios das Leis divinas são insondáveis. Óbvio que não cai um fio  de cabelo de nossas cabeças sem que Deus o saiba e permita. A  crucificação estava nos ditames da Vontade suprema e não havia como ser  modificada. E, mais ainda, a crucificação teve efeito simbólico, uma vez  que, após a condenação, o Mestre ressurge para nós. Desde então, a  morte deixou de ser o lúgubre ingresso para o Nada; porquanto, na  verdade, é a esplendorosa revelação de que a vida é eterna, como perenes  serão as realizações do bem, na terra e no espaço. Quando o Celeste  Amigo revelou o Túmulo Vazio, Ele venceu a morte. É verdade! Todos os  evangelistas narram as aparições de Jesus, após sua crucificação, com  circunstanciados pormenores, que não permitem se duvide da realidade do  fato. Pois bem, minha irmã, eis o motivo pelo qual Deus não impediu a  crucificação de Jesus.&lt;br /&gt;Em outro  assunto, a leitora do blog  http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/ lembra o aborto  provocado, questionando se essa decisão não deveria ser da mãe, uma vez  que o livre-arbítrio nos dá, a todos, a liberdade de escolha?   Explicamos que o aborto provocado, para quem estuda a Doutrina Espírita e  segue os conselhos dos Espíritos, constitui crime.  Se você diz: Eu não  praticaria, mas que outras mulheres tenham o direito de escolha é nada  mais, nada menos que presenciar alguém prestes a cometer suicídio e  fechar os olhos, não tentando, de forma alguma, impedi-lo e pensar,  intimamente: - Nada posso fazer. A escolha é dele.&lt;br /&gt;Portanto, tentar impedir, o quanto nos seja possível, que mulheres  cometam o aborto, nada mais é que valorizar a vida dessas futuras mães e  reconhecer a importância da encarnação dos Espíritos que se ligam a  elas, desde o momento da fecundação. Que a leis humanas e as religiões  continuem firmes no propósito da não descriminalização do aborto.&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt;jorgehessen@gmail.com&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;(1)    Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, ditado pelo espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001&lt;br /&gt;(2)    idem pergunta 243&lt;br /&gt;(3)    idem pergunta 288 –&lt;br /&gt;(4)    idem pergunta 327&lt;br /&gt;(5)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. Feb, 2001, pergunta 625&lt;br /&gt;(6)    Denis. Léon.  Cristianismo e Espiritismo, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2001&lt;br /&gt;(7)    Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, ditado pelo espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001, pergunta 286 –&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-3558822822760948036?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/3558822822760948036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=3558822822760948036' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3558822822760948036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3558822822760948036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/cristo-deificado-uma-seria-reflexao.html' title='CRISTO DEIFICADO? UMA SÉRIA  REFLEXÃO'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-8966112390179031203</id><published>2012-02-02T04:33:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T04:44:40.174-08:00</updated><title type='text'>Gratidão - Um novo olhar sobre a vida (*)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kWTs39BuHOU/TyqD_vf3flI/AAAAAAAABrw/pUy5LkEHygc/s1600/geraldo%2Bcampetti%2Bsobrinho.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 75px; height: 101px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kWTs39BuHOU/TyqD_vf3flI/AAAAAAAABrw/pUy5LkEHygc/s320/geraldo%2Bcampetti%2Bsobrinho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5704517009123278418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;                  &lt;p style="text-align: right;"&gt;           &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Geraldo Campetti Sobrinho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasília/DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/p&gt;          &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:larger;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Vida,   Natureza, família, semelhante, trabalho, chefe, prova, expiação, dor,   sofrimento, enfermidade, saúde, amigo, inimigo, alegria, tristeza,   situação financeira são alguns exemplos dos motivos de gratidão ou  reclamação de nossa parte.&lt;br /&gt;Qualquer coisa pode ser razão para agradecer ou reclamar, a depender do ponto de vista.&lt;br /&gt;Costumamos reclamar de tudo.&lt;br /&gt;Quando chove, reclamamos do mau tempo; quando faz sol, reclamamos porque   está quente; quando é noite, gostaríamos que fosse dia; quando é dia,   nos incomodamos pelo desejo de que a noite chegue logo; se o tempo  passa  depressa, reclamamos sugerindo a ampliação do dia para 36 horas;  se o  tempo é vagaroso, lamentamos pela lerdeza do deus Cronos. Tudo,  sem  exceção, parece ser motivo para reclamar. Poderíamos continuar   escrevendo uma página ou um livro inteiro elencando motivos de   reclamação ou exemplos práticos de sua ocorrência.&lt;br /&gt;Vamos fazer o contrário? Agradeçamos por tudo. Até pela dor que nos  atinge profundamente. “Bendita a dor, ela é a grande sinfonia que acorda  os corações humanos para a Vida Eterna”, já dizia meu pai e continua  dizendo até hoje nos seus 80 anos, como informação colhida de fonte  oral. Segundo Emmanuel, Guia Espiritual do cândido Chico Xavier, “a dor é  um constante convite da vida, a fim de que aceitemos uma entrevista com  Deus”.(1)&lt;br /&gt;Quando tudo está bem, tendemos a nos esquecer do agradecimento. Mas, a  misericórdia divina, reconhecendo nossas necessidades, oferece-nos a  dor-expiação, a dor-evolução, a dor-auxílio(2) para que, humildemente,  nos coloquemos diante do Senhor da Vida e, em definitivo, consigamos nos  libertar de nosso passado infeliz, acordando o homem renovado para o  novo mundo de regeneração.&lt;br /&gt;Joanna de Ângelis, a psicóloga espiritual e guia do médium Divaldo  Pereira Franco, alerta que a “reclamação é perda de tempo”.(3)  Realmente, quem reclama está perdendo a oportunidade de agradecer, de  fazer algo útil na existência Aquele momento de reclamação não nos leva a  resultado efetivo, então, poderia ser absolutamente dispensado sem que  fizesse falta alguma. Não estamos aqui cogitando da avaliação serena e  necessária para determinadas situações, ocorrências e circunstâncias que  vivenciamos, fruto da nossa iniciativa ou decorrente da ação de  terceiros. É importante, sim, avaliarmos para melhorar o que for  indispensável à caminhada evolutiva.&lt;br /&gt;A reclamação, pelo contrário, não tem propósito útil. Apenas o da  lamentação, que deixa transparecer nosso azedume. Seria melhor que nos  silenciássemos, pois o silêncio na maioria das vezes se traduz na melhor  das respostas. É como aquela expressão do ditado popular que nos  exorta, quando não fomos felizes em alguma afirmação: “Você perdeu uma  boa oportunidade de ficar calado”&lt;br /&gt;Vamos exercitar o silêncio quando a vontade de reclamar visitar os  escaninhos da mente, provocando-nos para ações menos recomendáveis.  Reclamar é feio, denota falta de educação, e, dependendo de como a  atitude é manifestada, ausência de respeito para com o semelhante e,  sobretudo, ingratidão para com Deus.&lt;br /&gt;Gostaria de fazer um trato e assinar tacitamente um contrato com o  prezado leitor. No dia, temos três períodos claramente delimitados:  manhã, tarde e noite. Vamos assumir o compromisso de agradecer pelo  menos uma vez em cada período do dia. Agradeceremos: pela manhã ao  acordar – cada dia é como se fosse uma nova encarnação; à tarde, quando  almoçarmos ou olharmos o crepúsculo ou, ainda, estivermos no trânsito  que nos oferece o ensejo de desenvolver várias virtudes, tais como a  paciência, a tolerância e a indulgência; e agradeçamos ao final da noite  por mais um dia, repleto de oportunidades e desafios para o aprendizado  constante. Amanhã, depois de amanhã, e depois... A atitude deverá ser  mantida ao longo de todo o mês. Quando este findar, na noite do  derradeiro dia, o número de agradecimentos chegará a pelo menos 90  vezes!&lt;br /&gt;Acredito que, após esse período, já teremos adquirido o hábito do  agradecimento. A partir daí, o comportamento será espontâneo,  assegurando que começamos a exercitar um novo olhar sobre a vida.&lt;br /&gt;A reclamação reflete postura de orgulho, ao passo que a gratidão é resultado de atitude humilde.&lt;br /&gt;A reclamação nos fecha para a sintonia com o auxílio superior; a  gratidão facilita a sinergia com aqueles que aspiram à harmonia e ao  equilíbrio dela decorrente. A gratidão é um ato que transparece a  divindade existente em cada um de nós. Já a reclamação é de nossa  responsabilidade, sobre a qual deveremos prestar as devidas contas no  momento em que a lei de causa e efeito nos requisitar para uma  entrevista com Deus.&lt;br /&gt;Se analisarmos detidamente, chegaremos à conclusão de que a vida nos  oferece muito mais motivos para agradecer do que para reclamar.  Agradecer faz bem à saúde integral do indivíduo, que se sente mais  aberto à sintonia com o Plano Superior da Vida, em contato com os amigos  espirituais que podem ter o trabalho de inspiração facilitado pelas  vias da nossa intuição a ser colocada, gradativamente, à disposição do  serviço no bem.&lt;br /&gt;Agradecer nos torna felizes, pois aprendemos a enxergar novos  horizontes. Os nossos olhos brilham mais, identificando-se com o belo, o  bom, o útil. Agradeçamos pelo bem e pela oportunidade de melhoria, pela  prova e pela expiação, pela bênção do trabalho e da libertação. Na  vida, é recomendável aprendermos a agradecer mais e a reclamar menos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:larger;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;(*)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.febnet.org.br/reformadoronline/pagina/?id=283" target="_blank"&gt;http://www.febnet.org.br/&lt;wbr&gt;reformadoronline/pagina/?id=&lt;wbr&gt;283&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:larger;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:larger;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:smaller;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;1XAVIER, Francisco C.&lt;em&gt;&lt;i&gt;Material de construção&lt;/i&gt;.&lt;/em&gt; Pelo Espírito Emmanuel. São Paulo: Ideal, 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2______. &lt;em&gt;&lt;i&gt;Ação e reação&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;. Pelo Espírito André Luiz. 28. ed. 4. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Cap. 19, p. 329.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3FRANCO, Divaldo P. &lt;em&gt;&lt;i&gt;Desperte e seja feli&lt;/i&gt;&lt;/em&gt;&lt;i&gt;z&lt;/i&gt;. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. Salvador: LEAL, 2000&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-8966112390179031203?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/8966112390179031203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=8966112390179031203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8966112390179031203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8966112390179031203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/02/gratidao-um-novo-olhar-sobre-vida.html' title='Gratidão - Um novo olhar sobre a vida (*)'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kWTs39BuHOU/TyqD_vf3flI/AAAAAAAABrw/pUy5LkEHygc/s72-c/geraldo%2Bcampetti%2Bsobrinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4290092694761238336</id><published>2012-01-30T08:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T08:39:29.498-08:00</updated><title type='text'>FATALIDADE COMO CONSEQUÊNCIA DA ESCOLHA QUE FAZEMOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="float: left;" 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/&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Numa curiosa pesquisa realizada pela Universidade de Michigan (EUA), foi  empregado um ambiente virtual com todas as imagens, sons e  consequências das ações dos voluntários, incluindo os gritos de  desespero daqueles seres virtuais cujos destinos (mortes) seriam  traçados pelos voluntários. O ambiente cibernético apresenta-se com um  trem se dirigindo para uma passagem estreita onde estão cinco pessoas  que não têm como sair do seu caminho. Só os participantes têm a  possibilidade de redirecionar o trem para outra passagem, onde só há uma  pessoa que não conseguirá escapar. Acionaríamos ou não a alavanca para  mudar o trem de rota?&lt;br /&gt;Considerando essa experiência fatalística, construamos o seguinte  cenário: estamos conduzindo um automóvel e nos defrontamos com situação  bem real de atropelarmos um grupo de crianças, entretanto em frações de  segundos podemos desviar o trajeto do veículo e entrechocar-nos com  apenas uma criança. Será que optaríamos por desviar o veículo rumo a  única criança para preservar a vida do grupo? Sabemos ser uma situação  embaraçosa, porquanto estamos diante de duas soluções extremas, ambas  trágicas, o que redundará terrível perplexidade para uma opção. Eis aí  um dilema penoso perante o mandamento “não matarás”. Sabemos que é muito  delicado e improvável tal episódio, mas se verdadeiro, como resolver?  Não desviar do grupo de crianças para preservar apenas uma vida? Será  que violaríamos uma regra moral considerando a escolha entre “um mal  maior e um mal menor?” E se a única criança fosse nosso filho?&lt;br /&gt;Podemos por nossa vontade, intenções e por nossos atos, fazer que não  ocorram eventos que deveriam verificar-se, se essa aparente mudança  tiver cabimento na sequência da vida que escolhemos. “Para fazer o bem,  como nos cumpre – pois que isso constitui o objetivo único da vida –  é-nos facultado impedir o mal, sobretudo aquele que possa concorrer para  a produção de um mal maior.” (1)&lt;br /&gt;Carlos David Navarrete, coordenador do experimento de Michigan,  descobriu que o mandamento divino “não matarás” foi esmagado  literalmente, pelos participantes, pois 90% dos voluntários acionaram  várias vezes a chave para mudar o trem de rota, decidindo quem deveria  morrer, tendo como justificativas o jargão: “um mal menor” é “melhor” do  que “um mal maior”(!...)(2)&lt;br /&gt;Segundo Chico Xavier “o bem sanará o mal, porque este não existe: é o  bem, mal interpretado. Muitas vezes aquilo que julgamos como mal, daqui a  dois, quatro, seis anos, é um bem. Um bem cuja extensão não conseguimos  avaliar. Portanto, o mal está muito mais na nossa impaciência, no nosso  desequilíbrio quando exigimos determinadas concessões, sem condições de  obtê-las. De modo que o mal é como se fosse o frio. Este existe porque o  calor ainda não chegou. Mas chegando o aquecimento, o frio deixa de  existir. Se a treva aparece é porque a luz está demorando, mas quando  acendemos a luz ninguém pensa mais nas trevas. Não creio na existência  do mal em substância. Isso é uma ficção.”(3)&lt;br /&gt;Cremos que estamos diante de situação funesta e fatalística, mas, será  que existe fatalidade nos acontecimentos da vida? Os fatos de nossa  existência estariam, assim, irremediavelmente traçados?&lt;br /&gt;A fatalidade, como comumente é percebida, supõe deliberação precedente e  irrevogável de todos os episódios da vida, qualquer que seja a  gravidade deles. Mas, se tal fosse a ordem das coisas, seríamos quais  fantoches destituídos de anseios. De que nos serviria a inteligência,  desde que houvéssemos de estar inexoravelmente dominados, em todos os  nossos atos, pela força do destino?&lt;br /&gt;A Doutrina Espírita elucida que “semelhante doutrina, se verdadeira,  conteria a destruição de toda liberdade moral, já não haveria para o  homem responsabilidade, nem, por conseguinte, bem nem mal, crimes ou  virtudes.”(3) No entanto, a fatalidade não é uma palavra sem sentido.  Existe na disposição que ocupamos na Terra e nas funções que aqui  cumprimos, em decorrência do modo de vida que escolhemos como prova,  expiação ou missão.&lt;br /&gt;Padecemos inevitavelmente todas as atribulações dessa existência e todas  as tendências boas ou más que nos são intrínsecas. Aí, porém, finaliza a  fatalidade, pois da nossa vontade depende ceder ou não a essas  tendências. As particularidades dos acontecimentos, essas ficam  subordinadas às circunstâncias que criamos pelos nossos atos, sendo que  nessas ocorrências podemos ser influenciados pelos pensamentos que os  espíritos sugerem. Há fatalidade, por conseguinte, nos episódios que se  apresentam, por serem estes consequência da escolha que fazemos. Pode  deixar de haver fatalidade no resultado de tais acontecimentos, visto  ser-nos possível, pela nossa prudência, modificar-lhes o curso. “Quanto  aos atos da vida moral, esses emanam sempre do próprio homem que, por  conseguinte, tem sempre a liberdade de escolher. No tocante, pois, a  esses atos, nunca há fatalidade.” (4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência bibliográfica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed FEB 2001, síntese das questões. 851, 860, 861 e 866 e 872&lt;br /&gt;(2)    Disponível em  &lt;http: br="" article="dilema-moral&amp;amp;id=7205&amp;amp;nl=nlds."&gt;acessado  em 15 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;(3)    Xavier, Francisco Cândido. Mandato de Amor, org. Geraldo L. Neto  Espíritos Diversos, São Paulo: Ideal, 1993&lt;br /&gt;(4)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed FEB 2001, síntese das questões. 851, 860, 861 e 866 e 872&lt;br /&gt;(5)    idem síntese das questões. 851, 860, 861 e 866 e 872&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4290092694761238336?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4290092694761238336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4290092694761238336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4290092694761238336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4290092694761238336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/fatalidade-como-consequencia-da-escolha.html' title='FATALIDADE COMO CONSEQUÊNCIA DA ESCOLHA QUE FAZEMOS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-1953452409285768985</id><published>2012-01-24T12:05:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T12:07:36.904-08:00</updated><title type='text'>TATUAGENS, PIERCINGS E OUTROS ADEREÇOS SOB O PONTO DE VISTA ESPÍRITA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tArDfSwTt78/Tx8PRotgmgI/AAAAAAAABrQ/acR0ePAVk2U/s1600/tatuagns.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 199px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-tArDfSwTt78/Tx8PRotgmgI/AAAAAAAABrQ/acR0ePAVk2U/s200/tatuagns.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701292448934828546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Alguém nos questionou se se usar uma tatuagem na pele teria influência sobre o perispírito. Há dirigentes de casas espíritas advertindo que todas as pessoas que fizeram ou pensam em gravar tatuagens ou usar piercings, automaticamente estarão em processo de obsessão. Alguns cristãos baseiam-se nas Antigas Escrituras, onde encontramos advertência aos israelitas de “que não deveriam marcar o corpo, fazer cicatrizes com açoites como autoflagelo, por nenhum motivo.”.(1)&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Conhecemos líderes espíritas convictos de que pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings são espíritos primários que ainda carregam lembranças intensas de experiências pretéritas, sobretudo dos tempos dos bárbaros, quando belicosos e cruéis serviam-se dessas marcas na pele para se impor ante os adversários.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Positivamente não identificamos pontos de caráter prático no uso de tatuagens, especialmente se a lesão imposta ao próprio corpo for por mero capricho. Isso sim, refletirá invariavelmente no perispírito, já que, sendo o corpo físico (templo da alma) um consentimento divino para nossas provas e expiações, devemos mantê-lo dignamente protegido e saudável. Entretanto, será que o uso de piercings e tatuagens sobrepujam qualidades morais? Quem pode penetrar na intimidade do semelhante e saber o que aí ocorre?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Sob a percepção histórica, a tatuagem é uma técnica ancestral que se esvai na memória cultural das civilizações. Antigamente eram aplicadas para marcar o corpo de um escravo com o símbolo do proprietário. Gravavam-se os corpos das prostitutas com o emblema de um reino, governo ou estado. Servia também para estigmatizar o corpo da mulher adúltera. Ainda hoje é tradição o seu uso no corpo de príncipes de tribos beduínas, africanas e das ilhas do pacífico.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Presentemente, servem para marcar o corpo de membros de gangues, grupos de atletas esportistas (surfe, motociclismo), "beatniks" (movimento sociocultural nos anos 50 e princípios dos anos 60 que subscreveram um estilo de vida antimaterialista, na sequência da 2.ª Guerra Mundial.), hippies, roqueiros e alastrados principalmente entre jovens comuns dos dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Os que se tatuam devem procurar identificar seus motivos íntimos. Recordemos que o corpo é o templo do Espírito e não nos pertence, portanto, é importante preservá-lo contra agressões que possam mutilar a sua composição natural. Há os que usam vários brincos, piercings e outros adereços. Haveria a mutilação espiritual por causa desses apetrechos? Talvez sim, provavelmente não! O certo é que o perispírito é efetivamente lesado pela defecção moral, desequilíbrio emocional que leva a suicídios diretos e indiretos; vícios físicos e mentais, rancores, pessimismos, ambição, vaidade desmesurada, luxúria.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Esfola-se o corpo espiritual todas as vezes que se prejudica o semelhante através da maledicência, da agressividade, da violência de todos os níveis, da perfídia. Destarte, analisado por esse prisma, os adereços afetam menos o corpo perispirítico. Principalmente porque na atualidade muitos desses adornos que ferem o corpo físico podem ser revertidos, já na atual encanação, e naturalmente não repercutirá no tecido perispiritual.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;André Luiz elucida que o perispírito não é reflexo do corpo físico; este é que reflete a alma. “As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida.”.(2) As tatuagens e as pequenas mutilações que alguns indivíduos elaboram como forma de demonstrar amor a exemplo de alguém que grava o nome do pai ou da mãe no corpo de modo discreto não trariam, logicamente, os mesmos efeitos que ocorreriam com aqueles que se tatuam de modo resoluto, movimentados por anseios mais grosseiros.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Curiosamente, muitas pessoas, retornando ao plano espiritual, podem optar pelo uso dos adornos aqui discutidos. Segundo o autor do livro Nosso Lar, “os desencarnados podem, sob o ponto de vista fluídico, moldar mentalmente e de maneira automática, no mundo dos Espíritos, roupas e objetos de uso e gosto pessoal. Destarte, é perfeitamente possível, embora lamentemos, que um ser no além-túmulo permaneça condicionado aos vícios, modismos e tantas outras coisas frívolas da sociedade terrena.”.(3)&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;No que concerne às tatuagens especificamente, por ser um tipo de insígnia permanente, pode, sem dúvida, ocasionar conflitos mentais. A começar na atual encarnação, quando chega a ocasião em que o tatuado se arrepende, após ter mudado de idéia, em relação à finalidade da tatuagem. Concebamos que seja o apelido, sobrenome, o desenho ou algum emblema de alguma pessoa que já não estima, não ama ou qualquer outra silueta que já não aceita em seu corpo. Então, o que era um mero enfeite, culmina cansando a estética e torna-se um problema particular de complexa solução.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Então, por que a pessoa se permite tatuar? Nas culturas primitivas se usavam tatuagens com finalidades mágicas, para evocar a interferência de divindades, para o bem ou o mal. Hoje é, para muitos indivíduos, uma espécie de ritual de passagem, envolvendo a integração num grupo. Pode ser também de identificação. Pela tatuagem a pessoa está dizendo algo de si mesma.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nas estruturas dos códigos espíritas não há espaços para proibições. Não obstante, a Doutrina dos Espíritos oferece-nos subsídios para ponderação a fim de que decidamos racionalmente sobre o que, como, quando, onde fazer ou deixar de fazer (livre-arbítrio). Evidentemente que não é o uso de tatuagens que retratará a índole e o caráter de alguém. Todavia, não podemos perder de vista que alguns modelos de tatuagens, com pretextos sinistros, podem ser classificados (sem anátemas) como censuráveis e inadequados para um cristão de qualquer linhagem.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Nesse contexto, é importante compreender a pessoa de forma integral. As características anunciadas no corpo são resultados de seus estados mentais, reflexos das experiências culturais, aprendizados e interpretação de mundo. Como dissemos, o Espiritismo não proíbe nada e fornece-nos as explicações para os fenômenos psíquicos. Assim sendo, as recomendações doutrinárias não combatem, porém conscientizam! Não são indiferentes aos dramas existenciais e demonstram como edificar e marchar no mais acautelado caminho.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Dissemos que o uso piercings e outros adereços e da própria tatuagem por si só não caracteriza alguém com ou sem moralidade. Investiguemos porém as causas dessas atitudes. Quais sãos os anseios, os sonhos, as crenças dos que cobrem seus corpos com tais marcas? Tatuagens, piercings, são estágios transitórios. Importa alcançar, porém, se tais indivíduos estão mutilados psíquica, emocional e espiritualmente. O que os conduz muitas vezes a despedaçar a barreira da ponderação e do juízo? Por que atentam contra si submetendo-se a dores e sofrimentos incompreensíveis? Para uns o motivo é o modismo. Outros, todavia, ainda se acham atrelados a costumes de outras existências físicas e trafegam do mundo inconsciente para o consciente, derivando na transfiguração do corpo biológico.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Perante questões controversas, as mensagens kardecianas buscam na intimidade do ser o seu real problema. Convidam-nos ao autoconhecimento e ao estágio do auto-aprimoramento. Sugere-nos sensatez, autoestima, altivez, comedimento e a busca incessante de Deus, o Exclusivo Ente, que facultara-nos completar de contentamento e paz de consciência.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Referência bibliográfica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)    Levítico 19.28; Deuteronômio 14.1-2.&lt;br /&gt;(2)    Xavier, Francisco Cândido e Vieira , Waldo. Evolução em dois mundos, ditado pelo Espírito André Luiz, Rio de Janeiro, Ed. FEB, 1959&lt;br /&gt;(3)    Xavier, Francisco Cândido. Nosso Lar, ditado pelo Espírito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1955&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-1953452409285768985?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/1953452409285768985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=1953452409285768985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1953452409285768985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1953452409285768985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/tatuagens-piercings-e-outros-aderecos.html' title='TATUAGENS, PIERCINGS E OUTROS ADEREÇOS SOB O PONTO DE VISTA ESPÍRITA'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-tArDfSwTt78/Tx8PRotgmgI/AAAAAAAABrQ/acR0ePAVk2U/s72-c/tatuagns.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-8955142925165857822</id><published>2012-01-23T07:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T07:54:36.311-08:00</updated><title type='text'>REFLEXÕES HISTÓRICAS E AS DEFECÇÕES DO CRISTIANISMO SEM JESUS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sZzBMyAZ9HI/Tx2CqrBdhII/AAAAAAAABrE/_y_JqjNUmCQ/s1600/vlcsnap-2011-10-15-14h00m12s191.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-sZzBMyAZ9HI/Tx2CqrBdhII/AAAAAAAABrE/_y_JqjNUmCQ/s200/vlcsnap-2011-10-15-14h00m12s191.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700856372935885954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Com base nas declarações do Espírito Emmanuel, decidimos formatar e publicar em nossas páginas as ajuizadas reflexões históricas sobre o Cristianismo sem Jesus, conforme foram publicadas no livro A Caminho da Luz. Fazendo isso, estamos oportunizando aos leitores conhecer um pouco melhor Emmanuel e a famosa Carta do Bispo Strossmayer, lida no Vaticano em 1870, quando da decretação da Infalibilidade papal.&lt;br /&gt;Segundo escreve o mentor de Chico Xavier, no capítulo intitulado IDENTIFICAÇÃO DA BESTA APOCALÍPTICA, sobre as narrativas do Apocalipse, lemos que “a besta poderia dizer grandezas e blasfêmias por 42 meses, acrescentando que o seu número era o 666 (Apoc. XIII, 5 e 18). Examinando-se a importância dos símbolos naquela época e seguindo o rumo certo das interpretações, podemos tomar cada mês como sendo de 30 anos, em vez de 30 dias, obtendo, desse modo, um período de 1260 anos comuns, justamente o período compreendido entre 610 e 1870, da nossa era, quando o Papado se consolidava, após o seu surgimento, com o imperador Focas, em 607, e o decreto da infalibilidade papal com Pio IX, em 1870, que assinalou a decadência e a ausência de autoridade do Vaticano em face da evolução científica, filosófica e religiosa da Humanidade.”(1) Com referência ao fantasmagórico número 666, Emmanuel pronuncia: “sem nos referirmos às interpretações com os números gregos, em seus valores, devemos recorrer aos algarismos romanos, em sua significação, por serem mais divulgados e conhecidos, explicando que é o Sumo-Pontífice da igreja romana quem usa os títulos de "VICARIVS GENERALIS DEI IN TERRIS", "VICARIVS FILII DEI" e "DVX CLERI", que significam "Vigário-Geral de Deus na Terra", "Vigário do Filho de Deus" e "Príncipe do Clero". Bastará ao estudioso um pequeno jogo de paciência, somando os algarismos romanos encontrados em cada titulo papal a fim de encontrar a mesma equação de 666, em cada um deles. Vê-se pois, que o Apocalipse de João tem singular importância para os destinos da Humanidade terrestre.”(2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emmanuel ainda tece comentários sobre as PROVAÇÕES DA IGREJA, lembrando que “aproximando-se o ano de 1870, que assinalaria a falência da Igreja com a declaração da infalibilidade papal, o Catolicismo experimenta provações amargas e dolorosas. Exaustos de suas imposições, todos os povos cultos da Europa não enxergaram nas suas instituições senão escolas religiosas, limitando-se-lhes as finalidades educativas e controlando-se-lhes o mecanismo de atividades.” (3)&lt;br /&gt;Recorda o autos espiritual de “Há dois mil anos” que “compreendendo que o Cristo não tratara de açambarcar nenhum território do Globo, os italianos, naturalmente, reclamaram os seus direitos no capítulo das reivindicações, procurando organizar a unidade da Itália sem a tutela do Vaticano. Desde 1859 estabelecera-se a luta, que foi por muito tempo prolongada em vista da decisão da França, que manteve todo um exército em Roma para garantia do pontífice da Igreja. Mas a situação de 1870 obrigara o povo francês a reclamar a presença dos guardas do Vaticano, triunfando as idéias de Cavour e privando-se o papa de todos os poderes temporais, restringindo-se a sua posse material. Começa, com Pio IX, a grande lição da Igreja. O período das grandes transformações estava iniciado, e ela, que sempre ditara ordens aos príncipes do mundo, na sua sede de domínio, iria tornar-se instrumento de opressão nas mãos dos poderosos. Observava-se um fenômeno interessante: a Igreja, que nunca se lembrara de dar um título real à figura do Cristo, assim que viu desmoronarem os tronos do absolutismo com as vitórias da República e do Direito, construiu a imagem do Cristo-Rei para o cume dos seus altares.”.(4) Emmanuel cita ainda que após as “afirmativas do Sílabo e depois do famoso discurso do bispo Strossmayer (*) (vide discurso abaixo),  em 1870, no Vaticano, quando Pio IX decretava a infalibilidade pontifícia”(5), o Clero tenta reabilitar-se através de encíclicas de cunho social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;div  style="text-align: justify;  font-style: italic;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;(*)(Discurso pronunciado no célebre Concílio de 1870 , pelo Bispo Strossmayer) (6)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Veneráveis padres e irmãos:&lt;br /&gt;Não sem temor, porém com uma consciência livre e tranqüila, ante Deus que nos julga, tomo a palavra nesta augusta assembléia.&lt;br /&gt;Prestei toda a minha atenção aos discursos que se pronunciaram nesta sala, e anseio por um raio de luz que, descendo de cima, ilumine a minha inteligência e me permita votar os cânones deste Concílio Ecumênico com perfeito conhecimento de causa.&lt;br /&gt;Compenetrado da minha responsabilidade, pela qual Deus me pedirá contas, estudei com a mais escrupulosa atenção os escritos do Antigo e Novo Testamento, e interroguei esses veneráveis monumentos da Verdade: se o pontífice que preside aqui é verdadeiramente o sucessor de São Pedro, Vigário do Cristo e Infalível Doutor da Igreja.&lt;br /&gt;Transporei-me aos tempos em que ainda não existiam o Ultramontanismo e o Galicanismo, em que a Igreja tinha por doutores: Paulo, Pedro, Tiago e João, aos quais não se pode negar a autoridade divina, sem pôr em dúvida o que a santa Bíblia nos ensina, santa Bíblia que o Concílio de Trento proclamou como a Regra da Fé e da Moral. Abri essas sagradas páginas e sou obrigado a dizer-vos: nada encontrei que sancione, próxima ou remotamente, a opinião dos ultramontanos? E maior é a minha surpresa quando, naqueles tempos apostólicos, nada há que fale de papa sucessor de São Pedro e Vigário de Jesus Cristo!&lt;br /&gt;Vós, Monsenhor Manning, direis que blasfemo; vós, Monsenhor Pio, direis que estou demente! Não, monsenhores; não blasfemo, nem perdi o juízo! Tendo lido todo o Novo Testamento, declaro, ante Deus e com a mão sobre o crucifixo, que nenhum vestígio encontrei do papado.&lt;br /&gt;Não me recuseis a vossa atenção, meus veneráveis irmãos! Com os vossos  murmúrios e interrupções, justificais os que dizem, como o Padre Jacinto, que este concílio não é livre se assim for, tende em vista que esta augusta assembléia, que prende a atenção de todo o mundo, cairá no mais terrível descrédito.&lt;br /&gt;Agradeço a S. Excia. o Monsenhor Dupanloup, o sinal de aprovação que me faz com a cabeça; isso me alenta e me faz prosseguir.&lt;br /&gt;Lendo, pois, os santos livros, não encontrei neles um só capítulo, um só versículo que dê a Pedro a chefia sobre os apóstolos.&lt;br /&gt;Não só o Cristo nada disse sobre esse ponto, mas, ao contrário, prometeu tronos a todos os apóstolos (Mateus, XIX, 28), sem dizer que o de Pedro seria mais elevado que os dos outros!&lt;br /&gt;Que diremos do seu silêncio?&lt;br /&gt;A lógica nos ensina a concluir que o Cristo nunca pensou, em elevar Pedro à chefia do Colégio Apostólico.&lt;br /&gt;Quando o Cristo enviou os seus discípulos a conquistar o mundo, a todos - igualmente - deu o poder de ligar e desligar, a todos - igualmente - fez a promessa do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Dizem as Santas Escrituras que até proibiu a Pedro e a seus colegas de reinarem ou exercerem senhoria (Lucas, XXII, 25 e 26).&lt;br /&gt;Se Pedro fosse eleito Papa Jesus - não diria isso, porque, segundo a nossa tradição, o papado tem uma espada em cada mão, simbolizando os poderes espiritual e temporal.&lt;br /&gt;Ainda mais: se Pedro fosse papa ou chefe dos apóstolos, permitiria que esses seus subordinados o enviassem, com João, a Samaria, para anunciar o Evangelho do Filho de Deus? (Atos, VIII, 14).&lt;br /&gt;Que direis vós, veneráveis irmãos, se nos permitíssemos, agora mesmo, mandar Sua Santidade Pio IX, que aqui preside, e Sua Eminência, Monsenhor Plantier, ao Patriarca de Constantinopla, para convencê-lo de que deve acabar com o Cisma do Oriente?&lt;br /&gt;O símile é perfeito, haveis de concordar!&lt;br /&gt;Mas temos coisa ainda melhor:&lt;br /&gt;Reuniu-se em Jerusalém um concílio ecumênico para recindir questões que dividiam os fiéis.&lt;br /&gt;Quem devia convocá-lo? Sem dúvida Pedro, se fosse papa. Quem devia presidi-lo? Por certo que Pedro. Quem devia formular e promulgar os cânones? Ainda Pedro, não é verdade? Pois bem: nada disso sucedeu! Pedro assistiu ao concílio com os demais Apóstolos, sob a direção de Tiago! (Atos, XV).&lt;br /&gt;Assim, parece-me que o filho de Jonas não era o primeiro, como sustentais.&lt;br /&gt;Encarando agora por outro lado, temos: enquanto ensinamos que a Igreja está edificada sobre Pedro, Paulo (cuja autoridade devemos todos acatar) diz-nos que ela está edificada - sobre o fundamento da fé dos apóstolos e profetas, sendo a principal pedra do ângulo, Jesus Cristo (Efésios, II, 20).&lt;br /&gt;Esse mesmo Paulo, ao enumerar os ofícios da Igreja, menciona apóstolos, profetas, evangelistas e pastores; e será crível que o grande Apóstolo dos Gentios se esquecesse do papado, se o papado existisse? Esse olvido me parece tão impossível como o de um historiador deste concílio que não fizesse menção de Sua Santidade Pio IX.&lt;br /&gt;(Apartes: Silêncio, herege! Silêncio!)&lt;br /&gt;Calmai-vos, veneráveis irmãos, porque ainda não concluí. Impedindo-me de prosseguir, provareis ao mundo que sabeis ser injustos, tapando a boca do mais pequeno membro desta assembléia. Continuarei:&lt;br /&gt;O Apóstolo Paulo não faz menção, em nenhuma das suas Epístolas, às diferentes Igrejas, da primazia de Pedro; se essa existisse e se ele fosse infalível como quereis, poderia Paulo deixar de mencioná-la, em longa Epístola sobre tão importante ponto?&lt;br /&gt;Concordai comigo: A Igreja nunca foi mais bela, mais pura e mais santa que naqueles tempos em que não tinha papa.&lt;br /&gt;(Apartes: não é exato! não é exato!)&lt;br /&gt;Por que negais, Monsenhor de Laval? Se algum de vós outros, meus veneráveis irmãos, se atreve a pensar que a Igreja, que hoje tem um papa (que vai ficar infalível), é mais firme na fé e mais pura na moralidade que a Igreja Apostólica, diga-o abertamente ante o Universo, visto como este recinto é um centro do qual as nossas palavras voam de pólo a pólo!&lt;br /&gt;Calai-vos? Então continuarei:&lt;br /&gt;Também nos escritos de Paulo, de João, ou de Tiago, não descubro traço algum do poder papal! Lucas, o historiador dos trabalhos missionários dos apóstolos guarda silêncio sobre tal assunto!&lt;br /&gt;Isso vos deus preocupar muito.&lt;br /&gt;Não me julgueis um cismático!&lt;br /&gt;Entrei pela mesma porta que vós outros; o meu titulo de bispo deu-me direito a comparecer aqui, e a minha consciência, inspirada no verdadeiro Cristianismo, me obriga a dizer-vos o que julga ser verdade.&lt;br /&gt;Penso que, se Pedro fosse vigário de Jesus Cristo, ele não o sabia, pois que nunca procedeu como papa: nem no dia de Pentecostes, quando pregou o seu primeiro sermão, nem no Concílio de Jerusalém, presidido por Tiago, nem em Antioquia, nem nas Epístolas que dirigiu às Igrejas. Será possível que ele fosse papa sem o saber?&lt;br /&gt;Parece-me escutar de todos os lados: Pois Pedro não esteve em Roma? Não foi crucificado de cabeça para baixo? Não existem os lugares onde ensinou e os altares onde disse missa nessa cidade?&lt;br /&gt;E eu responderei: Só a tradição, veneráveis irmãos, é que nos diz ter Pedro estado em Roma; e como a tradição é tão somente a tradição da sua estada em Roma, é com ele que me provareis o seu episcopado e a sua supremacia?&lt;br /&gt;Scalígero, um dos mais eruditos historiadores, não vacila em dizer que o episcopado de Pedro e a sua residência em Roma devem-se classificar no número das lendas mais ridículas! (Repetidos gritos e apartes: tape-lhe a boca, fazei-o descer dessa cadeira!)&lt;br /&gt;Meus veneráveis irmãos, não faço questão de calar-me, como quereis, mas não será melhor provar todas as coisas como manda o apóstolo e crer só no que for bom? Lembrai-vos de que temos um ditador ante o qual todos nós, mesmo Sua Santidade Pio IX, devemos curvar a cabeça: Esse ditador, vós bem o sabeis, é a História!&lt;br /&gt;Permiti que repita: folheando os sagrados escritos, não encontrei ó mais leve vestígio do papado nos tempos apostólicos.&lt;br /&gt;E, percorrendo os Anais da Igreja, nos quatro primeiros séculos, o mesmo sucedeu!&lt;br /&gt;Confessar-vos-ei que encontrei o seguinte:&lt;br /&gt;Que o grande Santo Agostinho, Bispo de Hipona, honra e glória do Cristianismo e secretário no Concílio de Melive, nega a supremacia ao bispo de Roma!&lt;br /&gt;Que os bispos da África,  no Sexto Concílio de Cartago, sobe presidência de Aurélio, bispo dessa cidade, admoestavam a Celestino, Bispo de Roma, por supor-se superior aos demais bispos, enviando-lhes comissionados e introduzindo o orgulho na Igreja.&lt;br /&gt;Que portanto, o papado não é instituição divina.&lt;br /&gt;Deveis saber, meus veneráveis irmãos, que os padres do Concílio de Calcedônia colocaram os bispos da antiga e da nova Roma na mesma categoria dos demais bispos.&lt;br /&gt;Que aquele Sexto Concílio de Cartago proibiu o título de Príncipe dos Bispos, por não haver soberania entre eles.&lt;br /&gt;E que São Gregório I escreveu estas palavras, que muito aproveitam à tese: "Quando um patriarca se intitula Bispo Universal, o título de patriarca sofre incontestavelmente descrédito. Quantas desgraças não devemos nós esperar, se entre os sacerdotes se suscitarem tais ambições?&lt;br /&gt;Esse bispo será o rei dos orgulhosos! (Pelágio II, Cett. 15).&lt;br /&gt;Com tais autoridades e muitas outras que poderia citar-vos, julgo ter provado que os primeiros bispos de Roma não foram reconhecidos como bispos universais ou papas, nos primeiros séculos do Cristianismo.&lt;br /&gt;E para mais reforçar os meus argumentos, lembrarei aos meus veneráveis irmãos que foi Osio, bispo de Córdova, quem presidiu o Primeiro Concílio de Nicéia, redigindo os seus cânones; e que foi ainda esse bispo que, presidindo o Concílio de Sardica, excluiu o enviado de Júlio, Bispo de Roma!&lt;br /&gt;Mas da direita me citaram estas palavras do Cristo “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.&lt;br /&gt;Sois, portanto, chamados para este terreno.&lt;br /&gt;Julgais, veneráveis irmãos, que a rocha ou pedra sobre que a Santa Igreja está edificada é Pedro; mas permiti que eu discorde desse vosso modo de pensar.&lt;br /&gt;Diz Cirilo, no seu quarto livro sobre a Trindade: “A rocha ou pedra de que nos fala Mateus é a fé imutável dos Apóstolos”.&lt;br /&gt;Olegário, Bispo de Poitiers, em seu segundo livro sobre a Trindade, repete: “aquela pedra é a rocha da fé confessada pela boca de Pedro. É no seu sexto livro mais luz nos fornece dizendo: “e sobre esta rocha da confissão da fé que a Igreja está edificada”.&lt;br /&gt;Jerônimo no sexto livro sobre Mateus é de opinião de que Deus fundou a sua Igreja, sobre a rocha, ou pedra, que deu nome a Pedro.&lt;br /&gt;Nas mesmas águas navega Crisóstomo, quando, em sua homilia 56 a respeito de Mateus, escreve: "Sobre esta rocha edificarei a minha Igreja: e esta rocha é a confissão de Pedro."&lt;br /&gt;E eu vos perguntarei, veneráveis irmãos, qual foi à confissão de Pedro?&lt;br /&gt;Já que não me respondeis, eu vô-la darei: "Tu és o Cristo, o filho de Deus.''&lt;br /&gt;Ambrósio, Arcebispo de Milão; Basílio de Salência e os padres do Concílio de Calcedônia, ensinam precisamente a mesma coisa.&lt;br /&gt;Entre os doutores da Antiguidade Cristã, Agostinho ocupa um dos primeiros lugares, pela sua sabedoria, e pela sua santidade. Escutai como ele se expressa sobre a Primeira Epístola de João: "Edificarei a minha Igreja sobre esta rocha, significa claramente que é sobre a fé de Pedro."&lt;br /&gt;No seu tratado 124, sobre o mesmo João, encontra-se esta frase significativa: "Sobre esta rocha, que acabais de confessar, edificarei a minha Igreja; e a rocha era o próprio Cristo, filho de Deus."&lt;br /&gt;Tanto esse grande e santo bispo não acreditava que a Igreja fosse edificada sobre Pedro, que disse em seu sermão n. 13: "Tu és Pedro, e sobre esta rocha ou pedra, que me confessaste, que reconheceste, dizendo: Tu és o Cristo, o filho de Deus vivo, edificarei a minha Igreja; sobre mim mesmo: pois sou o Filho de Deus vivo, edificarei sobre mim mesmo, e não sobre ti."&lt;br /&gt;Haverá coisa mais clara e positiva?&lt;br /&gt;Deveis saber que essa compreensão de Agostinho; sobre tão importante ponto do Evangelho, era a opinião corrente do mundo cristão naqueles tempos. Estou certo de que não me contestareis.&lt;br /&gt;Assim é que, resumindo, vos direi:&lt;br /&gt;1.ª Que Jesus deu aos outros apóstolos o mesmo poder que deu a Pedro.&lt;br /&gt;2.ª Que os apóstolos nunca reconheceram em Pedro a qualidade de vigário do Cristo e infalível Doutor da Igreja.&lt;br /&gt;3.ª Que o mesmo Pedro nunca pensou ser papa, nem fez coisa alguma como papa.&lt;br /&gt;4.ª Que os concílios dos quatro primeiros séculos nunca deram, nem reconheceram o poder e a jurisdição que os bispos de Roma queriam ter.&lt;br /&gt;5.ª Que os Padres da Igreja, na famosa passagem: “Tu és Pedro e sobre essa pedra (a confissão de Pedro) edificarei a minha Igreja” nunca entenderam que a Igreja estava edificada sobre Pedro (super petrum), isto é: sobre a confissão da fé do Apóstolo.&lt;br /&gt;Concluo, pois, como a História, a razão, a lógica, o bom senso e a consciência do verdadeiro cristão, que Jesus não deu supremacia alguma a Pedro, e que os Bispos de Roma só se constituíram soberanos da Igreja confiscando um por um, todos os direitos do episcopado! (Vozes de todos os direitos do episcopado! vozes de todos os lados: Silêncio, Insolente! Silêncio! Silêncio!)&lt;br /&gt;Não sou insolente! Não, mil vezes não!&lt;br /&gt;Contestai a História, se ousais fazê-lo; mas ficai certos de que não a destruireis!&lt;br /&gt;Se eu alguma inverdade, ensinai-me isso com a História, da qual vos prometo fazer a mais honrosa apologia! Mas, compreendei que não disse ainda tudo quanto quero e posso dizer! Ainda que a fogueira me aguardasse lá fora, eu não me calaria!&lt;br /&gt;Sedes pacientes como manda Jesus. Não juntei a cólera ao orgulho que vos domina!&lt;br /&gt;Disse Monsenhor Dupanloup, nas suas célebres Observações sobre este Concílio do Vaticano, e com razão, que se declararmos infalível a Pio IX, necessariamente precisamos sustentar que infalíveis também eram todos os seus antecessores. Porem, veneráveis irmãos, com a História  na mão, vos provareis que alguns papas faliram.&lt;br /&gt;Passo a provar-vos, meus veneráveis irmãos, com os próprios livros existentes na Biblioteca deste Vaticano, como é que faliram alguns dos papas que nos têm governado:&lt;br /&gt;O papa Marcelino entrou no Templo de Vesta e ofereceu incenso à deusa do Paganismo.&lt;br /&gt;Foi, portanto, idolatra; ou pior ainda foi apóstata.&lt;br /&gt;Libório consentiu na condenação de Atanásio; depois passou-se para o Arianismo.&lt;br /&gt;Honório aderiu ao monoteísmo.&lt;br /&gt;Gregório I chamava Anticristo ao que se impunha como Bispo Universal; entretanto, Bonifácio III conseguiu obter do parricida Imperador Focas este título em 607.&lt;br /&gt;Pascoal II e Eugênio III autorizavam os duelos, condenados pelo Cristo: enquanto que Julio II e Pio IV os proibiram. Adriano II, em 872, declarou válido o casamento civil; entretanto, Pio VII, em 1823, condenou-o!&lt;br /&gt;Xisto V publicou uma edição da Bíblia, e com uma bula recomendou a sua leitura; e aquele Pio VII excomungou a edição! &lt;br /&gt;Clemente XIV aboliu a Companhia de Jesus, permitida por Paulo III; e Pio VII restabeleceu-a!&lt;br /&gt;Porém, para que mais provas? Pois o nosso Santo Padre Pio IX não acaba de fazer a mesma coisa quando, na sua bula para os trabalhos deste Concílio, dá como revogado tudo quanto se tenha feito em contrário ao que aqui for determinado, ainda mesmo tratando-se de decisões dos seus antecessores?&lt;br /&gt;Até isso negareis?&lt;br /&gt;Nunca eu acabaria, meus veneráveis irmãos, se me propusesse a apresentar-vos todas as contradições dos papas, em seus ensinamentos!&lt;br /&gt;Como então se poderá dar-lhes a infalibilidade? Não sabeis que, fazendo infalível Sua Santidade, que presente se acha e me ouve, tereis de negar a sua falibilidade e a dos seus antecessores&lt;br /&gt;E atrevereis a sustentar que o Espírito Santo vos revelou que a infalibilidade dos papas data apenas deste ano de 1870?&lt;br /&gt;Não vos enganeis a vós mesmos: Se decretais o dogma da infalibilidade papal, vereis os protestantes, nossos rancorosos adversários, penetrarem por larga brecha com a bravura que lhes dá a História.&lt;br /&gt;E que tereis vós a opor-lhes? O silêncio, se não quiserdes desmoralizar-vos. (Gritos: É demais; basta! basta!)&lt;br /&gt;Não griteis, monsenhores! Temer a História, é confessar-vos derrotados! Ainda que pudésseis fazer correr toda a água do Tibre sobre ela, não borraríeis nem uma só de suas páginas! Deixai-me falar e serei breve.&lt;br /&gt;Virgílio comprou o papado de Belizário, tenente do Imperador Justiniano. Por isso foi condenado no Segundo Concílio da Calcedônia, que estabeleceu este cânone: "O bispo que se eleve por dinheiro será degradado".&lt;br /&gt;Sem respeito àquele cânone, Eugênio III, seis séculos depois, fez o mesmo que Virgílio, e foi repreendido por Bernardo, que era a estrela brilhante do seu tempo.&lt;br /&gt;Deveis conhecer a história do Papa formoso: Estevão XI fez exumar o seu corpo, com as vestes pontificais: mandou cortar-lhe os dedos e o arrojou no Tibre. Estevão foi envenenado; e tanto Romano como João, seus sucessores, reabilitaram a memória de Formoso.&lt;br /&gt;Lede Plotino, lede Barônio, Barônio, o Cardeal! É dele que me sirvo!&lt;br /&gt;Barônio chega a dizer que as poderosas cortesãs vendiam, trocavam e até se apoderavam dos bispados; e, horrível é dizê-lo, faziam seus amantes serem papas!&lt;br /&gt;Genebrado sustenta que, durante 150 anos, os papas, em vez de apóstolos, foram apóstatas!&lt;br /&gt;Deveis saber que o Papa João XII foi eleito com a idade de apenas dezoito anos; e que seu antecessor era filho do Papa Sérgio com Marozzia!&lt;br /&gt;Que Alexandre XI era... nem me atrevo a dizer o que ele era de Lucrecia! e que João XXII negou a imortalidade da alma, sendo deposto pelo Concílio de Constança.&lt;br /&gt;Já nem falo dos cismas que tanto têm desonrado a Igreja. Volto, porém, a dizer-vos que se decretais a infalibilidade do atual Bispo de Roma, devereis decretar também a da todos os seus antecessores: mas, vós atrevereis a tanto? Sereis capazes de igualar, a Deus todos os incestuosos, avaros, homicidas e simoníacos Bispos de Roma? (Gritos: Descei da cadeira, descei já! Tapemos a boca desse herege).&lt;br /&gt;Não griteis, meus veneráveis irmãos. Com gritos nunca me convencereis! História protestará eternamente sobre o monstruoso dogma da infalibilidade papal; e, quando mesmo todos vós aproveis, faltará um voto, e esse voto é o meu!&lt;br /&gt;Mas, voltemos à doutrina dos Apóstolos:&lt;br /&gt;Fora dela só há erros, trevas e falsas tradições. Tomemos a eles e aos profetas nossos únicos mestres, sob a chefia da Jesus.&lt;br /&gt;Firmes e imóveis como a rocha, constantes e incorruptíveis nas inspiradas Escrituras digamos ao mundo: Assim como os sábios da Grécia foram vencidas Paulo, assim a Igreja Romana será vencida pelo seu 98 (Gritos clamorosos: Abaixo o protestante! Abaixo o calvinista! Abaixo o traidor da Igreja!)&lt;br /&gt;Os vossos gritos, monsenhores, não me atemorizam, e só vos comprometem. As minhas palavras têm calor,  mais minha cabeça está perene. Não sou de Lutero, nem de Calvino, nem de Paulo, e, sim, e tão somente, do Cristo! (Novos gritos: Anátema! Anátema vos lançamos!)&lt;br /&gt;Anátema! Anátema! para os que contrariam a Doutrina de Jesus! Ficai certos de que os apóstolos, se aqui comparecessem, vos diriam a mesma coisa que vos acabo de declarar.&lt;br /&gt;Que lhes direis vós, se eles, que predicaram e confirmaram com o seu sangue, lembrando-os o que escreveram, vos mostrassem o quanto tendes deturpado o Evangelho do Amado Filho de Deus? Acaso lhes diríeis: Preferimos a doutrina dos Loiolas à do Divino Mestre?&lt;br /&gt;Não! mil vezes não! A não ser que tenhais tapado os ouvidos, fechado os olhos e embotado a vossa inteligência, o que não creio.&lt;br /&gt;Oh! se Deus nos quer castigar fazendo cair pesadamente a sua mão sobre nós, como fez ao faraó, não precisa permitir que os soldados de Garibaldi nos expulsem daqui; basta deixar que façais de Pio IX um Deus, como já fizeste uma deusa de Maria!&lt;br /&gt;Evitai, sim, evitai, meus veneráveis irmãos, o terrível precipício a cuja borda estais colocados! Salvai a Igreja do naufrágio, que a ameaça, e busquemos todos, nas sagradas Escrituras, a regra da Fé que devemos ter e professar! Digne-se de assistir-me! Tenho concluído!&lt;br /&gt;(Todos os padres se levantaram, muitos sairão da sala; porém, alguns prelados Italianos, americanos, franceses e Ingleses rodearam o inspirado orador e, com fraternais apertos de mão, demonstraram concordar com o seu modo de pensar.)”&lt;br /&gt;Coisa singular: desde a tal infalibilidade dos papas, vem a Igreja como se atirando num despenhadeiro, de cabeça para baixo!”&lt;br /&gt;Quão inspirado estava o Bispo Strossmayer!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=" font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;Referência bibliográfica:&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(1)    Xavier, Francisco Cândido. A Caminho  da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel, 22 a. edição, pag. 123 Rio de Janeiro, Ed FEB, 1996&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(2)    idem&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(3)    Xavier, Francisco Cândido. A Caminho  da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel, 22 a. edição, pag. 193 Rio de Janeiro, Ed FEB, 1996&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(4)    idem&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(5)    Xavier, Francisco Cândido. A Caminho  da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel, 22 a. edição, pag. 197 Rio de Janeiro, Ed FEB, 1996&lt;/span&gt;&lt;br  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(6)    Fonte http://www.autoresespiritasclassicos.com/Autores%20Espiritas%20Classicos%20%20Diversos/Cairbar%20Schutel/10/Cairbar%20Schutel%20-%20Cartas%20a%20Esmo.htm&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-8955142925165857822?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/8955142925165857822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=8955142925165857822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8955142925165857822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8955142925165857822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/reflexoes-historicas-e-as-defeccoes-do.html' title='REFLEXÕES HISTÓRICAS E AS DEFECÇÕES DO CRISTIANISMO SEM JESUS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sZzBMyAZ9HI/Tx2CqrBdhII/AAAAAAAABrE/_y_JqjNUmCQ/s72-c/vlcsnap-2011-10-15-14h00m12s191.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-5228816331913574695</id><published>2012-01-18T16:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T17:07:02.525-08:00</updated><title type='text'>IDOSOS, A SUCATA HUMANA.LARES, O FERRO-VELHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s1600/MARGARIDA.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 75px; height: 73px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s200/MARGARIDA.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699142969320909858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Margarida Azevedo&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a insensibilidade a que esta sociedade chegou, desmembrando a  família e tudo o que dela faz parte, os idosos tornaram-se um peso  morto. O que resta das famílias resume-se a problemas económicos, à  fragilidade das mesmas, a horários de trabalho absolutamente  desgastantes, à fadiga psicológica resultado do excesso de preocupações,  à falta de tempo para estar em casa e desfrutar da companhia dos  familiares, à indisponibilidade mental para resolver os assuntos  domésticos.&lt;br /&gt;Perante este quadro, o idoso fica entregue aos cuidados de técnicos  especializados que os encaram, naturalmente, como o seu meio de vida e  não como pessoas que precisam de afecto. Neste mundo de técnica para  tudo, mudar fraldas, fazer a higiene, dar a medicação, ou simplesmente  dar uma refeição é actividade exclusiva de um técnico geriátrico.&lt;br /&gt;Porém, quando o Estado não quer gastar dinheiro com esses técnicos, ou  não pretende abrir mais casas para os que estão em fase terminal,  lembra-se da família; mas como esta está indisponível, pelas razões  acima descritas, entre outras, cai-lhe em cima, com todas as forças,  alegando que são os familiares que não querem os idosos em casa.&lt;br /&gt;As políticas desastrosas que governam as sociedades pós-modernas, ao  desenvolverem e alimentarem os conflitos sociais, caiem redundantes  sobre as famílias acusando-as de desprezarem os seus idosos, como quem  quer livrar-se de um peso morto. Porque os mais frágeis alvos e porque  mais expostas, as famílias vêem-se, assim, confrontadas com a exclusão  social, para a qual em nada contribuíram.&lt;br /&gt;Há que salientar que parte significativa das nossas famílias não pode  pagar a deslocação de técnicos que dão apoio domiciliário, as reformas  dos idosos são miseráveis, o que culmina em situações verdadeiramente  dramáticas.&lt;br /&gt;Os que estão nos lares, autênticos depósitos sucateiros ou apenas a sala  de espera do cemitério, vivem a triste realidade de estarem ausentes do  ambiente familiar, tratados sem afecto, não raro agredidos na sua  dignidade de seres “ainda” humanos, entregues ao que sobra de si mesmos.  Nesses asilos, onde alguns têm a felicidade de serem visitados por um  ou outro familiar que lhes leva um pacotinho de bolachas ou umas  bananinhas (fruta mais macia para quem não tem dentes), são os invejados  pela comunidade do ferro-velho; quanto aos acamados, entubados, que  comem por meio de sondas, que vivem de papo para o ar, a esses já  ninguém liga.&lt;br /&gt;Perante tudo isto, amigo Leitor, deixe-me que lhe diga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. ame os seus familiares e amigos do nascer ao morrer, na saúde e na  doença, na alegria e na tristeza, na prosperidade e na adversidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. ame a todos, novos e velhos, pois o Espírito continua a ser o mesmo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. não tenha em atenção o aspecto físico, o Espírito que nele haita é  muito diferente do corpo que está à sua frente. Lembre-se, em corpos  deficientes há grandes Espíritos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. quando orar por alguém doente, não o faça por pena, mas de coração  aberto e na certeza de que o paciente é largamente beneficiado com a sua  oração;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. ainda que o idoso já não consiga falar, trate-o com o maior respeito e  dedicação. Ele continua a ser a mesma pessoa, é apenas o corpo que está  desgastado.&lt;br /&gt;O cristão não deve pensar que está mais consciente destes problemas que  os seus concidadãos das outras confissões religiosas, ou que tem  melhores soluções. Não pode igualmente ter o pretenciosismo de que a sua  forma de perspectivar este tipo de realidades é mais coerente ou mais  enfática.&lt;br /&gt;Lamentavelmente, as sociedades cristãs não deram o exemplo nestas  matérias. Criaram instituições de toda a natureza, desde escolas, lares  para idosos, facultaram a educação a quem não a podia pagar e a  assistência médica de igual forma. Porém, o vil metal rapidamente ditou  as suas regras, e aquilo que era um bem tornou-se em matéria de  perdição.&lt;br /&gt;As sociedades cristãs precisam urgentemente de se repensar a si  próprias, e os cristãos de regressar ao Evangelho. Não interessam as  doutrinas, mas o amor que as move e alimenta. Os nossos idosos não podem  esperar por tudo aquilo a que têm direito. Não lhes podem negar o  fragmento de espiritualidade ainda cá deste lado. Quanto à debilidade,  isso não passa de mera desculpa para a grande viagem, tal como ir  passear ao jardim é apenas vontade de partir, ausentar-se por algum  tempo...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-5228816331913574695?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/5228816331913574695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=5228816331913574695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5228816331913574695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5228816331913574695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/idosos-sucata-humanalares-o-ferro-velho.html' title='IDOSOS, A SUCATA HUMANA.LARES, O FERRO-VELHO'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QTJLVey7CSc/TxdsVdKJrCI/AAAAAAAABq4/pe5DgZ4WdAk/s72-c/MARGARIDA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-3172577301835509600</id><published>2012-01-18T05:25:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T05:28:44.004-08:00</updated><title type='text'>21º ENCONTRO ESPÍRITA “VOZ DO EVANGELHO”</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cA26JI5oiP8/TxbIyEnx7iI/AAAAAAAABqg/l7rt_0WAVmE/s1600/aformiga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 135px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-cA26JI5oiP8/TxbIyEnx7iI/AAAAAAAABqg/l7rt_0WAVmE/s400/aformiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698963141043547682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;Luiz Carlos Formiga&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Leitores,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Não sei se sabem que sou filho de uma mineirinha com um português pobre. Talvez por isso não resista ao apelo de divulgar eventos que venham dessas terras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;FRUTAL – MINAS GERAIS fará o 21º ENCONTRO ESPÍRITA “VOZ DO EVANGELHO” .&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Tema Central: “Estar no mundo sem ser do mundo” . “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” Paulo – Coríntios I 6:12.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Este tema cai como luva nas discussões que se travam na WEB (voz moderna do evangelho) por causa da triste repercussão de determinado programa televisivo. Portugal não podia ficar de fora e discute a mídia brasileira. Não vou me alongar, o que passo abaixo é o suficiente. Adorei o resgate de artigos que pareciam estar destinados ao ostracismo, mas que voltam a apontar na direção de “núcleos espíritas universitários”. Afinal artigos do NEU estão sendo revisitados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Cliquem e divulguem a luta contra a mediocridade, pelo menos a do Desembargador Aposentado, da Associação de Magistrados Brasileiros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Palavras chave e endereços - VIGIAI E ORAI, VIDA E VALORES, REDES SOCIAIS, MEDIOCRIDADE, SUICÍDIO EPIDÊMICO, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;FILMES E TV. 1. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.forumespirita.net/fe/pedagogia-espirita/vigiai-e-orai-40058/msg253889/?topicseen#msg253889" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.forumespirita.net/&lt;wbr&gt;fe/pedagogia-espirita/vigiai-&lt;wbr&gt;e-orai-40058/msg253889/?&lt;wbr&gt;topicseen#msg253889&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;2. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/vida-e-valores-%28a-televisao%29/msg254077/?topicseen#msg254077" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.forumespirita.net/&lt;wbr&gt;fe/artigos-espiritas/vida-e-&lt;wbr&gt;valores-(a-televisao)/&lt;wbr&gt;msg254077/?topicseen#msg254077&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-3172577301835509600?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/3172577301835509600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=3172577301835509600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3172577301835509600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3172577301835509600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/21-encontro-espirita-voz-do-evangelho.html' title='21º ENCONTRO ESPÍRITA “VOZ DO EVANGELHO”'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cA26JI5oiP8/TxbIyEnx7iI/AAAAAAAABqg/l7rt_0WAVmE/s72-c/aformiga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-3262764374333855632</id><published>2012-01-16T15:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T15:26:00.788-08:00</updated><title type='text'>AS CONSEQUÊNCIAS DO SUICÍDIO E DA EUTANÁSIA ANTE AS SOBERANAS LEIS DE DEUS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1K94bVsUlJw/TxSxuQjQ-SI/AAAAAAAABqI/_5jCMjmJA0E/s1600/eutanasia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-1K94bVsUlJw/TxSxuQjQ-SI/AAAAAAAABqI/_5jCMjmJA0E/s400/eutanasia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698374836805499170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Roberto Rodrigues de Oliveira, valendo-se de um capuz, “invadiu” a residência e assassinou Geraldo Rodrigues de Oliveira, seu irmão tetraplégico, a pedido da própria vítima. “Sem poder se movimentar e vivendo em uma cama, Geraldo já havia pedido inclusive para que a ex-esposa o matasse, o que foi negado. Como não conseguia cometer suicídio, ele propôs ao irmão (Roberto) a simulação do roubo seguido de morte. Roberto Rodrigues aceitou e planejou o crime com a vítima.”(1) O fato ocorreu no interior do estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-size:130%;" &gt;O crime foi esquematizado a fim de que parecesse um latrocínio. Roberto se sentia culpado pela situação do Geraldo porque foi o causador do acidente automobilístico que deixou o irmão tetraplégico. A ex-mulher da vítima explicou em depoimento à polícia que Geraldo (um autocida confesso), só pensava em morrer devido à situação em que se encontrava. Não obstante a montagem do cenário para parecer um latrocínio, o pacto criminoso tem algumas sérias implicações espirituais para os envolvidos. Roberto transportará o fardo da culpa pelo homicídio, em que pese a sua consciência dizê-lo estar aplicando a “misericordiosa” eutanásia. E Geraldo carregará nas profundezas da mente o aguilhão da criminosa intenção do suicídio indireto.&lt;br /&gt;Embora com rudimentos diferentes quanto ao modus operandis, o “caso Roberto e Geraldo” remete-nos ao “caso Bridget Kathleen Gilderdale”, em que a Justiça inglesa a absolveu pelo crime de tentativa de homicídio por ter induzido ao suicídio a filha Lynn Gilderdale, portadora de esclerose múltipla, que se comunicava apenas através de sinais, e estava, há dezessete anos, aprisionada em uma cama.(2) A corte foi informada de que Lynn já havia tentado se matar antes e registrado um pedido para que não mais fosse ressuscitada. Gilderdale confessou ter auxiliado a filha a suicidar-se depois de ter tentado, sem sucesso, convencê-la a permanecer viva.&lt;br /&gt;A decisão do Tribunal de Lewes, no condado de East Sussex, ganhou as páginas dos principais jornais ingleses porque, dias antes, a mesma justiça britânica condenou Frances Inglis à prisão perpétua por ter induzido a morte, com injeções de heroína, o filho que havia sofrido lesão cerebral e estava sob tratamento intensivo desde 2007, gerando o debate sobre mudanças nas leis que tratam de suicídio assistido, eutanásia e homicídio. Enquanto o juiz do caso Gilderdale declarou apoio à ré, o juiz Brian Barker, do caso de Inglis, disse que não há na lei nenhum conceito sobre assassinato misericordioso - isso continua sendo assassinato.&lt;br /&gt;A eutanásia vem suscitando controvérsias nos meios jurídicos, lembrando, no entanto, que a nossa Constituição e o Direito Penal Brasileiro são bem claros: constitui assassínio comum. Nas hostes médicas, sob o ponto de vista da ética da medicina, a vida é considerada um dom sagrado e, portanto, é vedada, ao médico, a pretensão de ser juiz da vida ou da morte de alguém. A propósito, é importante deixar consignado que a Associação Mundial de Medicina, desde 1987, na Declaração de Madrid, considera a eutanásia como sendo um procedimento eticamente inadequado.&lt;br /&gt;Sem entrar no mérito jurídico do homicídio, as manchetes nos induzem a comentar, doutrinariamente, sobre a eutanásia e o suicídio. A eutanásia, como sabemos, é uma prática que não tem o apoio da Doutrina Espírita. Kardec e os Mentores espirituais já se posicionaram sobre esse tema.&lt;br /&gt;Nem sempre conhecemos as reflexões que o Espírito pode fazer nas convulsões da dor física e os tormentos que lhe podem ser poupados graças a um relâmpago de arrependimento. Dessa forma, entendamos e respeitemos a dor, como instrutora das almas e, sem vacilações ou indagações descabidas, amparemos quantos lhe experimentam a presença constrangedora e educativa, lembrando sempre que a nós compete, tão somente, o dever de servir, porquanto a Justiça, em última instância, pertence a Deus, que distribui conosco o alívio e a aflição, a enfermidade, a vida e a morte, no momento oportuno.&lt;br /&gt;Muitos infelizes crêem que a solução para seus sofrimentos é o suicídio. Todavia, afirmamos que além de sofrer no mundo espiritual as dolorosas consequências de seu gesto equivocado de revolta diante das leis da vida, o autocida ainda renascerá com todas as sequelas físicas daí resultantes, e terá que enfrentar novamente a mesma situação dolorosa que a sua inexistente fé e distanciamento de Deus não lhe permitiram o êxito existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a desencarnação, não há tribunal nem Juízes para condenar o Espírito, ainda que seja o mais culpado. Fica ele, simplesmente, diante da própria consciência, nu perante si mesmo e todos os demais, pois nada pode ser escondido na consciência espiritual, tendo o indivíduo de enfrentar suas próprias criações mentais.&lt;br /&gt;O suicídio é a mais desastrada maneira de fugir das provas ou expiações pelas quais devemos passar. É uma porta falsa em que o indivíduo, julgando libertar-se de seus males, precipita-se em situação muito pior. Arrojado, violentamente, para o Além-túmulo, em plena vitalidade física, revive, intermitentemente, por muito tempo, os acicates de consciência e sensações dos derradeiros instantes, além de ficar submerso em regiões de penumbras, onde seus tormentos serão importantes para o sacrossanto aprendizado, flexibilizando-o e credenciando-o a respeitar a vida com mais empenho.&lt;br /&gt;André Luiz cita nas suas obras que "os estados da mente são projetados sobre o corpo através dos bióforos, que são unidades de força psicossomáticas que se localizam nas mitocôndrias. A mente transmite seus estados felizes ou infelizes a todas as células do nosso organismo através dos bióforos. Ela funciona ora como um sol, irradiando calor e luz, equilibrando e harmonizando todas as células do nosso organismo, ora como tempestades, gerando raios e faíscas destruidoras que desequilibram o ser, principalmente em atingindo as células nervosas".(3)&lt;br /&gt;O verdadeiro cristão porta-se, sempre, em favor da manutenção da vida e com respeito aos desígnios de Deus, buscando não só minorar os sofrimentos do próximo - sem eutanásias, claro! - mas também confiar na justiça e na bondade divina, até porque, nos Estatutos de Deus não há espaço para injustiças. Somos responsáveis pela situação em que o mundo se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-size:130%;" &gt;Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;font-size:130%;" &gt;http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências bibliográficas:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;(1)    Disponível em http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,10,375412,Homem+encomendou+a+propria+morte+por+ser+tetraplegico+Rio+Claro.aspx&lt;br /&gt;(2)    Lynn sofria desde os 14 anos de encefalomielite miálgica. A doença que afeta o sistema nervoso e lhe privou dos movimentos da cintura para baixo e da capacidade de engolir alimentos.&lt;br /&gt;(3)    Xavier, Francisco Cândido, Missionário da Luz, Ditado pelo Espírito André Luiz, RJ: Ed. FEB 2003&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-3262764374333855632?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/3262764374333855632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=3262764374333855632' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3262764374333855632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/3262764374333855632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/as-consequencias-do-suicidio-e-da.html' title='AS CONSEQUÊNCIAS DO SUICÍDIO E DA EUTANÁSIA ANTE AS SOBERANAS LEIS DE DEUS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1K94bVsUlJw/TxSxuQjQ-SI/AAAAAAAABqI/_5jCMjmJA0E/s72-c/eutanasia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-1646168222048018667</id><published>2012-01-16T06:53:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T06:58:49.617-08:00</updated><title type='text'>Orai e vigiai a mídia. Os fins justificam os meios?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PxViQJFSSAY/TxQ7EvBwOZI/AAAAAAAABp8/Y1J2kqotmoI/s1600/aformiga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 135px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-PxViQJFSSAY/TxQ7EvBwOZI/AAAAAAAABp8/Y1J2kqotmoI/s400/aformiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698244381059856786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:rgb(64,49,82)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Luiz Carlos Formiga&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: right;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Os que assistem aos programas de entretenimento podem não ter a intenção de aprender, mas aprendem, e acabam sendo manipulados.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;Fizemos pesquisa, via Google, e encontramos o GRUPO DE MÍDIA &lt;span&gt; &lt;/span&gt;e a Área Temática de Comunicação nos Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Belo Horizonte &lt;span&gt; &lt;/span&gt;– 12 a 15 de setembro de 2004. Legislando em causa própria, pinçamos um momento ligado ao título acima:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Os espaços do mercado, da publicidade e da mídia falam “a mim”, falam dos nossos sonhos, das nossas ilusões, da nossa sexualidade, das possibilidades mais desejadas como a de encontrar a beleza ideal e a juventude eterna. Os meios de comunicação estão mais preocupados com a audiência do que com o conteúdo, pois quanto maior for a audiência, maior o custo da publicidade (já que são elas que sustentam as emissoras).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A TV e o computador produzem um confinamento interativo. E se sabe que aquilo que se torna público, constante, repetitivo e isento de ponderação crítica e de impunidade adquire valor de verdade, de autoridade, de permissividade. Vivemos numa realidade que é atravessada pelo sistema capitalista, e um dos dispositivos utilizados para reforçar este sistema é a mídia, que está claramente a serviço deste, o que acaba por produzir a exclusão social de uma maioria (em termos numéricos).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A televisão produz subjetividades, entra nos lares e exibe valores éticos e consumistas. Sabemos que muitos meios de comunicação têm uma vocação educativa, e tanto faz o formato do&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;programa, a linguagem audiovisual adotada, seja jornalismo, novela, filme, ficção, show de auditório, mini-série, desenho ou programa infantil, pouco importa os meios, pois, no fim, todo conteúdo midiático, de alguma forma, será assimilado como educação. Ou seja, tudo que a mídia eletrônica emite é capaz de interferir, ensinar, modificar, inseminar, contaminar e encantar corações e mentes. &lt;span&gt;“&lt;/span&gt;Os que assistem aos programas de entretenimento podem não ter a intenção de aprender, mas aprendem, e acabam sendo manipulados&lt;span&gt;” &lt;/span&gt;(Formiga, 2003&lt;span&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Fischer (2001) explica que &lt;span&gt;“&lt;/span&gt;quando assistimos à TV, esses olhares dos outros também nos olham, mobilizam-nos, justamente porque é possível enxergar ali muito do que somos (ou do que não somos), do que negamos ou daquilo em que acreditamos, ou ainda do que aprendemos a desejar ou a rejeitar, ou simplesmente a apreciar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Em poucas palavras: "em maior ou menor grau, nós sempre estamos um pouco naquelas imagens”. Umas das provas mais extravagantes de como os jornalistas das grandes empresas de comunicação são limitados no sentido ético, intelectual, ou em ambos, é sua incapacidade de mostrar a realidade ao povo. Desta forma, a mídia produz alienação através da difusão de um ideal de comodidade, o que tem como conseqüência a passividade das pessoas frente à situação de calamidade social. Ignora-se o estado crítico da enorme diferença entre as classes. Como se observa, a mídia se tornou o crivo da verdade, e não um meio que possibilite ao indivíduo refletir e fazer seus próprios julgamentos diante da realidade. Isso não é preocupante?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Efeito Inteligente é caso, da era do espírito, que não foi bem explorado pela mídia, embora inusitado, assim como o efeito físico citado em “A Educação da Idade Dourada” (*)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Monotype Corsiva&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt;Valores ou desVALORES? (**)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="Monotype Corsiva&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt; O mundo vive da "mídia"?&lt;br /&gt;A "miséria moral"...&lt;br /&gt;Dá “ibope”?&lt;br /&gt;Há pessoas que “investem” num "time"...&lt;br /&gt;Algumas até já perderam a vida...&lt;br /&gt;Por que não investir no bem?&lt;br /&gt;Fala-se tanto em paz...&lt;br /&gt;Mas é a guerra que se faz!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Referências bibliográficas citadas no trecho selecionado.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;FISCHER, Rosa Maria B.- &lt;b&gt;Mídia e Produção de Sujeito: o privado em praça pública&lt;/b&gt;. Cadernos de História. Uberlândia (MG): , v.1, n.10, p.9 - 20, 2002.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;FORMIGA, Luiz Carlos D. &lt;b&gt;A Influência da Mídia. A sedução de Pocotó .&lt;/b&gt; RJ. Rio de Janeiro. 2003.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Disponível em:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/a-influencia-da-midia.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.espirito.org.br/&lt;wbr&gt;portal/artigos/neurj/a-&lt;wbr&gt;influencia-da-midia.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://neu-uerj.zip.net/arch2011-08-01_2011-08-31.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://neu-uerj.zip.net/&lt;wbr&gt;arch2011-08-01_2011-08-31.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;(*)&lt;b&gt; Efeito Inteligente-Físico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://aeradoespirito2.sites.uol.com.br/Artigos/EFEITO_INTELIGENTE_LCF.html" target="_blank"&gt;http://aeradoespirito2.sites.&lt;wbr&gt;uol.com.br/Artigos/EFEITO_&lt;wbr&gt;INTELIGENTE_LCF.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b&gt;Efeito Físico&lt;/b&gt; relatado no “Educação na Idade Dourada”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/10/educacao-na-idade-dourada.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://orebate-jorgehessen.&lt;wbr&gt;blogspot.com/2011/10/educacao-&lt;wbr&gt;na-idade-dourada.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;table style="width: 375pt; text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" width="500" border="0" cellpadding="0" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="padding:0.75pt;border:rgb(0,0,0);width:373.6pt;background-color:transparent" valign="bottom" width="498"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Monotype Corsiva&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt;(**) Valores ou desVALORES? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Monotype Corsiva&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A Mulher do “Próximo”. Do Delito e das Penas. &lt;strong&gt;NEU* - Maquiavel e   Jesus. &lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="text-transform:uppercase"&gt;DIVIDIDOS &lt;/span&gt;pela   filosofia &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="padding:0.75pt;border:rgb(0,0,0);width:373.6pt;background-color:transparent" valign="top" width="498"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;p style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:11pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Marido é adepto de Maquiavel, esposa segue Jesus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:Times New Roman;font-size:130%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(102, 0, 0); text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:11pt;"&gt;&lt;a href="http://www.recantodasletras.com.br/mensagensdeamor/1975714" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.recantodasletras.&lt;wbr&gt;com.br/mensagensdeamor/1975714&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-1646168222048018667?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/1646168222048018667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=1646168222048018667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1646168222048018667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1646168222048018667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/orai-e-vigiai-midia-os-fins-justificam.html' title='Orai e vigiai a mídia. Os fins justificam os meios?'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PxViQJFSSAY/TxQ7EvBwOZI/AAAAAAAABp8/Y1J2kqotmoI/s72-c/aformiga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-2806641255642996085</id><published>2012-01-05T12:35:00.002-08:00</published><updated>2012-01-05T12:36:01.255-08:00</updated><title type='text'>SABEDORIA OU AMOR? A QUESTÃO ESTÁ EXPOSTA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/jlh.jpg" alt=" " align="left" height="105" width="142" /&gt;Um  confrade perguntou-nos se era mais importante ao espírito encarnado a  caridade (amor) ou a intelectualização (sabedoria).?  Para esclarecê-lo  procuramos beber informações nas fontes do saber emmanuelino. Disse-lhe  que ante às perspectivas do crescimento espiritual, a caridade (sentir) é  sobejamente  mais importante, na essência,  que a inteligência (saber),  inobstante necessitarmos das duas asas (amor e sabedoria) para   alçarmos vôos rumo à excelsa destinação luminosa.  Em realidade  o  sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para  a perfeição infinita,  os dois são classificados como adiantamento  moral e adiantamento intelectual , ambos são imprescindíveis ao  progresso, sendo justo, porém, considerar a superioridade do primeiro  (sentimento) sobre o segundo(sabedoria), porquanto “a parte intelectual  sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição  das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo,  representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.”(1)&lt;br /&gt;Em verdade a nossa capacidade intelectual é demasiadamente curta, em  face dos elevados poderes da personalidade espiritual independente dos  laços da matéria. Segundo Emmanuel “os elos da reencarnação fazem o  papel de quebra-luz sobre todas as conquistas anteriores do Espírito  reencarnado. Nessa sombra, reside o acervo de lembranças vagas, de  vocações inatas, de numerosas experiências, de valores naturais e  espontâneos, a que chamamos subconsciência. Aliás, a incapacidade  intelectual do homem físico tem sua origem na sua própria situação,  caracterizada pela necessidade de provas amargas.” (2)&lt;br /&gt;Os valores intelectuais da Terra , atualmente, padecem a afronta de  todas as forças corruptoras do declínio. “A atual geração, que tantas  vezes se entregou à jactância, atribuindo a si mesma as mais altas  conquistas no terreno do raciocínio positivo, operou os mais vastos  desequilíbrios nas correntes evolutivas do orbe, com o seu  injustificável divórcio do sentimento.” (3)É por esse ensejo que notamos  no cenário político-social-econômico da Terra  as aberrações, os  absurdos teóricos, os extremismos estabelecendo a inversão de todos os  valores. “Excessivamente preocupados com as suas extravagâncias, os  missionários da inteligência trocaram o seu labor junto ao espírito por  um lugar de domínio, como os sacerdotes religiosos que permutaram a luz  da fé pelas prebendas tangíveis da situação econômica.” (4)&lt;br /&gt;Entretanto, é imprescindível reconhecer que há uma tarefa especializada  da inteligência no orbe terrestre, sobretudo os que recebem a delegação  abençoada, em lutas expiatórias ou em missões santificantes, de  ampliarem a boa tarefa da inteligência em conveniência real da  coletividade. É urgente , contudo a vigilância constante, pois  “o  destaque intelectual, muitas vezes, obscurece no mundo a visão do  Espírito encarnado, conduzindo-o à vaidade injustificável, onde as  intenções mais puras ficam aniquiladas.”(5)&lt;br /&gt;Outro aspecto que devemos refletir é se devemos, em nome do Espiritismo,  buscar  os intelectuais para a compreensão dos seus deveres  espirituais?  Emmanuel responde-nos essa questão de forma categórica:  “provocar a atenção dos outros no intuito de regenerá-los, quando todos  nós, mesmos os desencarnados, estamos em função de aperfeiçoamento e  aprendizado, não parece muito justo, porque estamos ainda com um dever  essencial, que é o da edificação de nós mesmos. No labor da Doutrina,  temos de convir que o Espiritismo é o Cristianismo redivivo pelo qual  precisamos fornecer o testemunho da verdade e, dentro do nosso conceito  de relatividade, todo o fundamento da verdade da Terra  está em  Jesus-Cristo.” (6)&lt;br /&gt;A Terceira Revelação triunfa por si, sem a concorrência das fracas  possibilidades humanas. Ninguém deverá procurar  os intelectuais  supondo-se elemento indispensável à sua vitória. Emmanuel alerta que  “o  Espiritismo não necessita de determinados homens (intelectualizados)  para consolar e instruir as criaturas, depreendendo-se que os próprios  intelectuais do mundo é que devem buscar, espontaneamente, na fonte de  conhecimentos doutrinários, o benefício de sua iluminação.” (7)&lt;br /&gt;Caro irmão, lembremos que os homens simplórios,  iletrados, humildes que  “passam a vida inteira trabalhando ao Sol no amanho da Terra ,  fabricando o pão saboroso da vida, têm mais valor para Deus que os  artistas de inteligência viciada, que outra coisa não fazem senão  perturbar a marcha divina das suas leis. Portanto, que a expressão de  intelectualidade é muito valiosa,  não há dúvida, mas não pode  prescindir jamais dos valores do sentimento em sua essência sublime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;(1)    Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1990, perg. 204&lt;br /&gt;(2)    Idem perg. 205&lt;br /&gt;(3)    Idem, perg. 206&lt;br /&gt;(4)    Idem, perg. 207&lt;br /&gt;(5)    Idem, perg. 208&lt;br /&gt;(6)    Idem, perg. 210&lt;br /&gt;(7)    Idem, perg. 210&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-2806641255642996085?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/2806641255642996085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=2806641255642996085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/2806641255642996085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/2806641255642996085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/sabedoria-ou-amor-questao-esta-exposta_05.html' title='SABEDORIA OU AMOR? A QUESTÃO ESTÁ EXPOSTA!'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4342406452564862045</id><published>2012-01-05T12:35:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T12:35:27.094-08:00</updated><title type='text'>SABEDORIA OU AMOR? A QUESTÃO ESTÁ EXPOSTA!</title><content type='html'>SABEDORIA OU AMOR? A QUESTÃO ESTÁ EXPOSTA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/jlh.jpg" alt=" " align="left" height="105" width="142" /&gt;Um  confrade perguntou-nos se era mais importante ao espírito encarnado a  caridade (amor) ou a intelectualização (sabedoria).?  Para esclarecê-lo  procuramos beber informações nas fontes do saber emmanuelino. Disse-lhe  que ante às perspectivas do crescimento espiritual, a caridade (sentir) é  sobejamente  mais importante, na essência,  que a inteligência (saber),  inobstante necessitarmos das duas asas (amor e sabedoria) para   alçarmos vôos rumo à excelsa destinação luminosa.  Em realidade  o  sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para  a perfeição infinita,  os dois são classificados como adiantamento  moral e adiantamento intelectual , ambos são imprescindíveis ao  progresso, sendo justo, porém, considerar a superioridade do primeiro  (sentimento) sobre o segundo(sabedoria), porquanto “a parte intelectual  sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição  das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo,  representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.”(1)&lt;br /&gt;Em verdade a nossa capacidade intelectual é demasiadamente curta, em  face dos elevados poderes da personalidade espiritual independente dos  laços da matéria. Segundo Emmanuel “os elos da reencarnação fazem o  papel de quebra-luz sobre todas as conquistas anteriores do Espírito  reencarnado. Nessa sombra, reside o acervo de lembranças vagas, de  vocações inatas, de numerosas experiências, de valores naturais e  espontâneos, a que chamamos subconsciência. Aliás, a incapacidade  intelectual do homem físico tem sua origem na sua própria situação,  caracterizada pela necessidade de provas amargas.” (2)&lt;br /&gt;Os valores intelectuais da Terra , atualmente, padecem a afronta de  todas as forças corruptoras do declínio. “A atual geração, que tantas  vezes se entregou à jactância, atribuindo a si mesma as mais altas  conquistas no terreno do raciocínio positivo, operou os mais vastos  desequilíbrios nas correntes evolutivas do orbe, com o seu  injustificável divórcio do sentimento.” (3)É por esse ensejo que notamos  no cenário político-social-econômico da Terra  as aberrações, os  absurdos teóricos, os extremismos estabelecendo a inversão de todos os  valores. “Excessivamente preocupados com as suas extravagâncias, os  missionários da inteligência trocaram o seu labor junto ao espírito por  um lugar de domínio, como os sacerdotes religiosos que permutaram a luz  da fé pelas prebendas tangíveis da situação econômica.” (4)&lt;br /&gt;Entretanto, é imprescindível reconhecer que há uma tarefa especializada  da inteligência no orbe terrestre, sobretudo os que recebem a delegação  abençoada, em lutas expiatórias ou em missões santificantes, de  ampliarem a boa tarefa da inteligência em conveniência real da  coletividade. É urgente , contudo a vigilância constante, pois  “o  destaque intelectual, muitas vezes, obscurece no mundo a visão do  Espírito encarnado, conduzindo-o à vaidade injustificável, onde as  intenções mais puras ficam aniquiladas.”(5)&lt;br /&gt;Outro aspecto que devemos refletir é se devemos, em nome do Espiritismo,  buscar  os intelectuais para a compreensão dos seus deveres  espirituais?  Emmanuel responde-nos essa questão de forma categórica:  “provocar a atenção dos outros no intuito de regenerá-los, quando todos  nós, mesmos os desencarnados, estamos em função de aperfeiçoamento e  aprendizado, não parece muito justo, porque estamos ainda com um dever  essencial, que é o da edificação de nós mesmos. No labor da Doutrina,  temos de convir que o Espiritismo é o Cristianismo redivivo pelo qual  precisamos fornecer o testemunho da verdade e, dentro do nosso conceito  de relatividade, todo o fundamento da verdade da Terra  está em  Jesus-Cristo.” (6)&lt;br /&gt;A Terceira Revelação triunfa por si, sem a concorrência das fracas  possibilidades humanas. Ninguém deverá procurar  os intelectuais  supondo-se elemento indispensável à sua vitória. Emmanuel alerta que  “o  Espiritismo não necessita de determinados homens (intelectualizados)  para consolar e instruir as criaturas, depreendendo-se que os próprios  intelectuais do mundo é que devem buscar, espontaneamente, na fonte de  conhecimentos doutrinários, o benefício de sua iluminação.” (7)&lt;br /&gt;Caro irmão, lembremos que os homens simplórios,  iletrados, humildes que  “passam a vida inteira trabalhando ao Sol no amanho da Terra ,  fabricando o pão saboroso da vida, têm mais valor para Deus que os  artistas de inteligência viciada, que outra coisa não fazem senão  perturbar a marcha divina das suas leis. Portanto, que a expressão de  intelectualidade é muito valiosa,  não há dúvida, mas não pode  prescindir jamais dos valores do sentimento em sua essência sublime.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;(1)    Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1990, perg. 204&lt;br /&gt;(2)    Idem perg. 205&lt;br /&gt;(3)    Idem, perg. 206&lt;br /&gt;(4)    Idem, perg. 207&lt;br /&gt;(5)    Idem, perg. 208&lt;br /&gt;(6)    Idem, perg. 210&lt;br /&gt;(7)    Idem, perg. 210&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4342406452564862045?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4342406452564862045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4342406452564862045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4342406452564862045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4342406452564862045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/sabedoria-ou-amor-questao-esta-exposta.html' title='SABEDORIA OU AMOR? A QUESTÃO ESTÁ EXPOSTA!'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-62101029894488694</id><published>2012-01-04T11:27:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T18:23:33.270-08:00</updated><title type='text'>CENTRO ESPIRITA NÃO COMPORTA VÍCIOS DE QUAISQUER NATUREZA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/jlh.jpg" alt=" " align="left" height="105" width="142" /&gt;A doença do jogo compulsivo atinge mais de 10% da população mundial. Mark Griffiths, psicólogo britânico, professor da Nottingham Trent University, assegura  que o hábito de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga. Pesquisas sobre jogadores crônicos garantem  que tais viciados padecem pelo menos um efeito colateral quando sofrem por ocasião de abstinência, como insônia, cefaléias, bulimia, fraqueza física, disritmias cardíacas, consternações musculares, dificuldades de respiração e calafrios.&lt;br /&gt;A rigor, todos e quaisquer vícios são, invariavelmente, danosos ao crescimento espiritual do ser humano. Infelizmente, hoje em dia tornou-se "modismo" o hábito da jogatina. O Governo estimula inclusive os sorteios de loteria. Em realidade, para os pesquisadores, os vícios se alargam a partir de uma combinação biológica e genética de uma pessoa, além do ambiente sociocultural em que ela cresce, e sua compleição psicológica, como traços de personalidade, atitudes, experiências, crenças e a própria atividade. Para alguns descrentes, o comportamento exagerado por si só não significa que alguém seja viciado. A diferença fundamental entre o exagero de entusiasmo e o vício é que os entusiastas saudáveis adicionam alegria de viver às atividades, ainda que desprovidas dos objetos de desejo.&lt;br /&gt;Não afirmaremos jamais que o vício, mormente o que propomos analisar, seja um problema de criminalidade, mas como um problema de desequilíbrio íntimo, diante das leis da vida. E isto não apenas no terreno em que o vício é mais claramente examinado. Sobre a temática (vício), Chico Xavier disse: “se falamos demasiadamente, estamos viciados no verbalismo excessivo e infrutífero. Se bebemos café excessivamente, estamos destruindo também as possibilidades do nosso corpo nos servir.”(1)  Quando ponderamos a palavra vício, podemos também citar os corrompidos pelo álcool, cigarro,  dinheiro, comida e recordamos ainda do sexo.&lt;br /&gt;Sobre esse último tópico,  Chico Xavier instrui: “do sexo herdamos nossa mãe, nosso pai, lar, irmãos, a bênção da família. Tudo isto recebemos através do sexo. No entanto, quando falamos em vício, lembramo-nos do fogo do sexo e a droga... Mas droga é outro problema para nossos irmãos que se enfraqueceram diante da vida, que procuram uma fuga. Não são criminosos; são criaturas carentes de mais proteção, de mais amor. Porque se os nossos companheiros enveredaram pelo caminho da droga, eles procuraram esquecer algo. E esse algo são eles mesmos. Então, precisávamos, talvez, reformular nossas concepções sobre o vício.”(2)&lt;br /&gt;Paulo confessou: “não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas a iniquidade que habita em mim.”(3) Sob o ponto de vista espírita, o vício de jogar pode se tornar um grave entrave moral para o viciado que se diz adepto de Espiritismo, colocando sob suspeita a sua credibilidade.&lt;br /&gt;Não é recomendável um Centro espírita angariar recursos oriundos de jogos, pois isso provocará um ambiente desfavorável para a tranquilidade e harmonia dos frequentadores. As Instituições Espíritas voltadas a essa prática hospedam inevitavelmente irmãos do além despreparados para os serviços de socorro espiritual que a casa pode oferecer. Ainda que procuremos amenizar os argumentos, em  realidade, o vício açoita as bases da consciência cristã e desarmoniza a estrutura psicológica. Alguns confrades são afeitos  aos jogos de azar, porém é importante recordá-los de que o hábito persistente de jogar os enlaçará invariavelmente nas urdiduras da obsessão. Tais irmãos poderão ficar encarcerados nas garras insaciáveis do parasitismo ou do vampirismo, e vidas que poderiam ser nobres, dignas, proveitosas, tornam-se vazias, estimulantes de sujeição calamitosa, cujas defecções morais muitas vezes atingem famílias inteiras.&lt;br /&gt;No Brasil, há 60 anos, desde o Governo Eurico Gaspar Dutra, os jogos de azar são proibidos. Explorá-los é contravenção penal. Todavia, como assinalo acima, o Governo tem estimulado o jogo de azar (legal). Evoca-se para tal concessão a sena, a megasena, a quina etc. Lembremos que nem tudo que é legal é moral, muito embora essa diversidade de jogos seja perfeitamente aceita pela sociedade.&lt;br /&gt;Quaisquer tipos de jogos nos centros espíritas contrariam os princípios cristãos, pelos efeitos nefastos que provocam aos seus praticantes. Não há como compactuar com tais práticas, que estimulam o ânimo dos dirigentes das instituições a promover rifas, bingos e sorteios viciantes, numa inquietante justificativa de que as finalidades são "justas". Todavia, ainda que para "fins beneficentes", não se justificam os meios comprometedores, consoante admoesta André Luiz, em "Conduta Espírita", publicada pela FEB.&lt;br /&gt;É certo que a Doutrina Espírita não é condescendente com quaisquer proibições em suas hostes, desde que observadas as advertências dos Benfeitores quanto aos malefícios que os vícios (no caso, os jogos) causam aos que a eles se afinizam e se entregam. Cremos ser de bom alvitre a consignação, nos dispositivos estatutários e Regimentos Internos da casa espírita, o termo "fica vedado" tal ou qual coisa, pois não faltará quem sugira a divisão da doutrina em Espiritismo Conservador e Espiritismo Liberal, tal qual vem acontecendo - sabemos - com outras religiões, que a cada dia perdem adeptos e, consequentemente, força.&lt;br /&gt;Obviamente, se pessoalmente alguém quiser entrar numa casa lotérica e tentar a "sorte", o problema é pessoal, isso é claro, mas se quiser arrastar essa mazela para a comunidade espírita, a questão muda de figura. A partir daí, alguém precisa alçar a questão em benefício dos postulados kardecianos. A despeito de quaisquer pretextos, uma instituição espírita não comporta, em suas instalações, rifas e jogos de azar.&lt;br /&gt;Para se angariar recursos visando obras transitórias das edificações materiais, a experiência tem mostrado que podemos pegar a charrua do esforço maior e promovermos os tradicionais almoços fraternos, exibições de fitas cinematográficas, bazares, festival da torta, festival do sorvete etc. Se alguém se dispuser a doar para a instituição um bem de expressivo valor (terreno, casa, carro, jóias), a fim de ser revertido em recursos para obras assistenciais, esforcemo-nos por comercializá-lo a preço de mercado, sem rifar,  lembrando sempre o que a sabedoria popular proclama: "o 'pouco' com Deus, é 'muito'!"&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)    Fonte: "O Espírita Mineiro", número 179, julho/agosto/setembro de 1979. Publicado no livro CHICO XAVIER - MANDATO DE AMOR, Editado abril/1993 pela União Espírita Mineira - Belo Horizonte, Minas Gerais&lt;br /&gt;(2)    idem&lt;br /&gt;(3)    Epístola aos Romanos 19-20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-62101029894488694?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/62101029894488694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=62101029894488694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/62101029894488694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/62101029894488694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2012/01/centro-espirita-nao-comporta-vicios-de.html' title='CENTRO ESPIRITA NÃO COMPORTA VÍCIOS DE QUAISQUER NATUREZA'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-337041449812314434</id><published>2011-12-31T06:25:00.001-08:00</published><updated>2011-12-31T06:27:10.146-08:00</updated><title type='text'>O NATAL DOS ESCRAVOS</title><content type='html'>&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kwMsNrgUXpo/Tv7uTyUyWkI/AAAAAAAAAMA/VpnruRiRZZ8/s1600/imagesCA1TEUJ3.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img style="width: 162px; height: 123px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kwMsNrgUXpo/Tv7uTyUyWkI/AAAAAAAAAMA/VpnruRiRZZ8/s1600/imagesCA1TEUJ3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Alguns são vítimas da luxúria e da ganância, outros do salário da  sobrevivência, outros da pobreza mais acentuada e da miséria... todos  são escravos, cada qual à sua maneira.&lt;br /&gt;Se no passado a escravatura estava restrita a um espaço geográfico  determinado, se era um produto como as especiarias ou o café e o açúcar,  hoje tornou-se uma realidade à escala planetária, o produto mais  desejado porque o mais barato, logo o mais rentável. Esta nova forma de  escravatura, assentando essencialmente no silêncio e no voto por cabeça,  reduziu a Democracia a uma quimera, um desejo longínquo.&lt;br /&gt;Na sociedade esclavagista grega, a Democracia assentava na liberdade de  expressão, na discussão dos assuntos públicos, donde o bom cidadão era  aquele que se interessava politicamente pela vida da cidade. Quanto aos  escravos, todos possuíam ouvido afinado e entendiam de tragédia, o que é  normal pois ser escravo não significa ser surdo. No Império Romano, os  escravos não podiam ser abatidos pelos donos, que tinham que os  alimentar convenientemente. No sec. I a.C. o dono deixou de ter direito  sobre a vida dos escravos, os maus tratos foram proíbidos e passaram a  ser severamente castigados.&lt;br /&gt;Nos tempos de hoje, vive-se o silêncio dos cidadãos e o livre pensamento  tornou-se perigoso. Dizer o que pensa pode custar ao trabalhador o seu  posto de trabalho, pode mesmo nunca mais vir a trabalhar e a acabar os  seus dias debaixo da ponte. Pode até custar-lhe a permanência na  religião, no grupo de amigos, porque, na realidade, ninguém quer dar-se  com um marginal.&lt;br /&gt;A agravar a situação, surge o fantasma da pobreza como um cancro, para  os que estão relativamente seguros no seu posto de trabalho. O salário  não chega num mundo de paradoxos, onde é criado o desconforto social por  não se possuir determinado produto, de determinada marca, ou seja, o  artifício do outro lado de uma marginalidade fantasiosa. A pobreza é um  espectro negro num mundo cheio de produtos para todas as necessidades, e  de religiões ao serviço das mesmas, as quais se apresentam cinicamente  como entidades salvadoras de almas, de discursos que apelam à coragem,  consequentemente ocas e ausentes de fraternidade.&lt;br /&gt;Mensagens bonitas não faltam. Discursos apelativos ao bom entendimento  entre todos os povos super-abundam, porém, cada uma pretende tirar para  si o maior proveito do que a Natureza produz, enriquecer facilmente,  fugir aos impostos, criar mecanismos tão complexos quão perigosos para  subverter, subornar, dominar pela força e pela violência. As religiões  são mestras neste tipo de coisas.&lt;br /&gt;Ninguém pense que se acabaram as castas, a fidalguia ou os berços de  oiro. Pelo contrário, eles estão cada vez mais em voga. As religiões  precisam deles, precisam de ricos cada vez mais ricos e de pobres cada  vez mais pobres. Os primeiros, para as alimentarem, manterem os seus  dignatários, que vivem sem trabalhar, sob o pretexto de cumprirem  missões, nomeadamente a pregação do Reino de Deus; os segundos, para  manterem debaixo da sua alçada, os pobrezinhos, coitadinhos, que  escaldam com uma tijela de sopa tépida.&lt;br /&gt;Os empregos mais destacados, por exemplo, pivots da TV, apresentadores,  directores de fundações, dirigentes de instituições de caridade, só para  citar alguns, são entregues a quem tem nome sonante, apelido vistoso na  praça, e a quem está destacado para “trabalhar” nesses métodos obscuros  de caridade. Quanto ao emprego, a competência não é o factor decisivo,  isso só é importante para algum empresário honesto, ou para algum  potencial candidato a um posto de trabalho onde apenas pretende ganhar o  salário que lhe dê de comer, uma vez que ir além disso já é um luxo.&lt;br /&gt;E assim caminhamos, num mundo que se tornou estreito, um lugar apertado  onde só entram dois tipos de pessoas: os que mandam e os que obedecem.  Os primeiros, felizes com a ilusão do poder, os segundos, felizes com a  ilusão do pão garantido. Os primeiros dizem como se faz, os segundos  aprendam a ideologia dominante ditada pelos primeiros: ausência de  família, desprezo pelos valores tais como dignidade, verdade,  sinceridade, altruísmo; desrespeito pelos mais velhos e pela vivência de  que são portadores, sobrevaloração dos mais novos que, não tendo as  referências destes, aprendem o servilismo, sem de tal se darem conta;  minimização da própria identidade em prol do serviço à casta dominante,  aos &lt;em&gt;filhos d´algo&lt;/em&gt;, ao luxo esmagador.&lt;br /&gt;Neste aspecto, somos todos carrascos dos valores, da liberdade que  deixou de ser a coroa da glória, da política que já não é palavra, mas  número, da lei que já não educa, prisioneira da corrupção. Já lá vão os  tempos da ágora de Atenas, do cidadão empenhado e politizado. Vivemos a  segregação, as dualidades redutoras, os sistemas binários cheios de  clivagens. Falamos de ricos e pobres? Não. Falamos de multimilionários e  de miseráveis, do desperdício e da ausência, de grandes mentiras e de  verdades quase microscópicas, ou antes, caleidoscópicas.&lt;br /&gt;Onde estão as grandes mensagens dos profetas de todos os grupos  religiosos? Caíram no vazio, convertidas em histórias para adormecer,  outras nem isso; algumas no inconsciente colectivo dos povos, no  saudosismo do respeito pelo outro, enquanto representante e portador de  humanidade e de Deus e da sua mesma individualidade.&lt;br /&gt;Vítimas e simultaneamente produtoras de esteriótipos, as religiões  perderam o combóio da salvação das almas, chumbaram no seu trabalho  missionário porque deixaram-se arrastar pela ganância, pelas honrarias  mundanas contra as quais tanto alertaram os profetas. Jesus não foi  excepção ao referir os sepulcros caiados por fora, aos primeiros lugares  nas sinagogas e nos banquetes, a voragem das casas das viúvas, as  preces vistosas, em público, as longas vestes, o muito dizer Senhor,  Senhor, etc. As religiões já não recorrem aos profetas, abdicaram deles.  Elas usam-nos como um paramento bonito e nada mais.&lt;br /&gt;Não é o Natal cristão que está em crise. São os natais de todas as  religiões, dos seus profetas tão sábios quanto humildes, dos grandes  mensageiros do Divino, da dessacralização da Natureza e da Vida.  Perderam-se os natais dos corações, das famílias, que se desmembraram.  Vivemos cada vez mais o natal que nos querem impor, o natal dos outros;  vivemos uma fé que não é a nossa, uma espiritualidade fragmentada,  comprada, importada. E se é verdade que crescemos por meio de contágios,  não é menos verdade que deve ser cada um a escolher, a dissecar o que  lhe é proveitoso do que lhe é dispensável.&lt;br /&gt;Tirem-nos tudo, mas não nos deixem orfãos. Dêem-nos de novo as nossas  famílias, queremos os nossos filhos, queremos orar pelos nossos  antepassados, queremos viver com os nossos vivos e os nossos mortos.  Queremos as nossas raízes, as nossas referências, o nosso curriculum  vitae que constitui a nossa história pessoal e divina. Porque nos tiram  isso? É fácil de perceber: uma família unida é a maior força social que  existe, psicológica, política, religiosa e economicamente. Um escravo  não tem direito à família.&lt;br /&gt;Aprender a ser livre é a grande história da nossa História. O problema é  que, desta vez, somos nós os agentes da nossa mesma escravatura, os  grilhões e a condenação às galés são o resultado dos braços cruzados, da  falta de coragem para dizer que crescer para a liberdade é também uma  questão da fé, da relação com Deus, do modo como O vivenciamos na nossa  História. Não podemos deixar que a caravela se afunde no desespero da  pobreza. Lembremo-nos que, desta vez, até os ricos são escravos.&lt;br /&gt;A ambição criou a desvaloração da família, espalhando as heranças ao  mesmo tempo que a transmissão da fé de pais a filhos. Perdeu-se a noção  de que família e fé acompanham-se como realidades identitárias, formas  de ajuste de um passado mais ou menos remoto, conquistas de perdão que  estavam relativamente adiadas, como defende o Espiritismo. A sociedade  não pode ser um aviário produtor de géneros humanos preparados para o  consumo. Os principais elementos salvíficos, família e fé, são as bases  da História, o móbil de uma trama milenar.&lt;br /&gt;Não queremos estar calibrados, nem em termos de religião, de fé, de  família nem de profissão. Dispensamos a moldagem e o fabrico em série de  personalidades quais autênticas máscaras. Por outras palavras, não  quero que pensem por mim, que escolham a minha fé, nem quero outra noção  de família que não a minha, nem o posto de trabalho através de  subjugação. Perdendo a sua herança material e espiritual, o homem vive a  sua nudez, e perdendo a noção de família deixa de ter herdeiros de bens  e de fé. Naufraga.&lt;br /&gt;Já não andamos à descoberta de novas terras, nem de outros mundos. Nunca  se falou tanto nem tão abertamente de Espíritos como nos dias que  correm, mas não é por isso que estamos melhor colocados na relação com  eles. Até o mundo do Além nunca foi tão perpetrado, por isso nunca nos  enganou tanto como hoje.&lt;br /&gt;Até as grandes máximas dos Espíritos Mensageiros são banalizadas. O que  nos ensinaram os Vedas com as suas normas de conduta sob todos os  aspectos da vida, o Tibete por meio de meditações e manuseamento de  plantas e terras argilosas, os Egípcios com as Matemáticas e Geometria, e  Pitágoras, e Sócrates, e Platão, só para citar alguns, todos tão caros  ao mundo em geral, e à Doutrina Espírita, em particular. O legado de que  somos herdeiros, como por exemplo a fé inabalável que os caracterizava,  a importância que era conferida ao simples facto de sermos humanos, o  que para todos significava relação com o Divino, apresentando o homem  como o ser de consciência dos seus deveres para com a Natureza e o seu  Criador.&lt;br /&gt;Penso que até os Espíritos devem sentir o peso da banalização e do  escárnio; também eles devem sentir a avidez de uma boa comunicação, um  simples acto de fé, um pensamento cujo objectivo seja Deus. Ser  Espírito, protector ou missionário, nos tempos que correm deve ser muito  difícil. Não lhes queria a pele, ou melhor, o envoltório.&lt;br /&gt;As novas religiões e com elas as novas formas de religiosidade, bem como  as tentativas de adaptação das mais antigas à realidade de hoje falham  porque não conseguem impor-se nem como alternativas nem como  prolongamento dos discursos dos profetas da Antiguidade. As novas formas  de viver a fé mais não são que meras reinterpretações que convidam a um  reviver, retomar, reproduzir.&lt;br /&gt;A nova vinda do Messias, ou a sua primeira vinda, como defendem os  nossos irmãos Judeus (nós, cristãos, também o somos, de alguma forma,  pois somos seguidores de um judeu exemplar), requer uma preparação que  ainda não temos (ninguém melhor que os Judeus percebeu o peso dessa  responsabilidade). O Natal que já veio, o Natal da segunda vinda, em  grande apoteose, e o que está para vir são semelhantes. Todos requerem  preparação, espiritualidade emancipada, fé libertadora.&lt;br /&gt;Quanto a nós, cristãos, para quem o Messias já veio e está para voltar,  como defendem alguns, que Messias pregamos? O Cristo libertador que  celebramos no Natal é o Messias da redenção, do perdão das ofensas?  Entedemos a sua mensagem como um discurso universal, dirigido a todos os  povos, independentemente das suas formas de crença?&lt;br /&gt;O Natal é um aniversário que celebra o grande libertador,  confrontando-nos simultaneamente com o peso da responsabilidade de  sermos portadores de uma mensagem de Vida Eterna. Mas também nos  culpabiliza por enchermos as caixas de esmolas, libertarmo-nos dos  farrapos que já não queremos, doarmos 1 Kg de arroz ou de massa aos  pobrezinhos, que nesta quadra são mais importantes para a limpeza das  consciências (o que seria de muitas sem pobrezinhos?), a catarxe da  alma.&lt;br /&gt;O Espiritismo tem a nobre missão de cortar com esta realidade. A  caridade só é salvação quando feita com amor e associada a uma vivência  purificadora.&lt;br /&gt;Urge perceber o Natal como uma universalidade da fé. O Deus dos Hebreus  presenteou-nos com mais um profeta que representa uma prova material,  mais uma, da Sua existência junto do Homem. Cada Natal é um lembrete de  que não estamos sós, e que encarnar, além de ser o cumprimento de um  dever, é essencialmente missão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;                         &lt;br /&gt;Margarida Azevedo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-337041449812314434?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/337041449812314434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=337041449812314434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/337041449812314434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/337041449812314434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/o-natal-dos-escravos.html' title='O NATAL DOS ESCRAVOS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kwMsNrgUXpo/Tv7uTyUyWkI/AAAAAAAAAMA/VpnruRiRZZ8/s72-c/imagesCA1TEUJ3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4793422414665418330</id><published>2011-12-28T11:28:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T11:37:54.101-08:00</updated><title type='text'>A PRECE É PRÁTICA RELIGIOSA RECOMENDADA POR TODOS OS BONS ESPÍRITOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-nmK0f4RF5Fs/Tvtvnu5JA5I/AAAAAAAABoM/PXqsq_48Rf0/s1600/jorgehessen.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 128px; height: 95px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nmK0f4RF5Fs/Tvtvnu5JA5I/AAAAAAAABoM/PXqsq_48Rf0/s400/jorgehessen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5691265282506032018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Estudos diversos comprovaram a consequência favorável que a prece produz. O médico e pensador Alexis Carrel (1) dizia frequentemente que o importante não é acrescentar anos à sua vida, mas vida aos seus anos. Em 1942, Carrel escreveu o artigo intitulado A Prece é Força, afirmando “que a oração é uma força tão real como a gravidade terrestre”.  (2) E acrescentou: “no meu caráter de médico, tenho visto enfermos que, depois de tentarem, sem resultado, os outros meios terapêuticos, conseguiram libertar-se da melancolia e da doença, pelo sereno esforço da prece” (3). Naquela tumultuada década dos anos 40 do século XX(4), sobretudo para os médicos, era uma grande ousadia admitir as implicações da “prece” sobre a saúde. Todavia, o médico filósofo, contrariando seus colegas, proclamou a força da oração.&lt;br /&gt;Sabe-se hoje que a prece realmente atua sobre os doentes, influenciando o sistema imunológico, segundo estudo realizado no ano de 1988, no Hospital Geral de São Francisco, na Califórnia. “Nesse hospital foi possível comprovar que os pacientes que foram alvos de preces apresentaram significativas melhoras, necessitando inclusive de menor quantidade de medicamentos.” (5)&lt;br /&gt;A prece é recomendada por todos os Espíritos. Renunciar a ela é ignorar a bondade de Deus; é rejeitar para si mesmo a sua assistência; e para os outros, o bem que se poderia fazer. (6) O Espírito André Luiz, que foi médico em sua última reencarnação terrena, disse: “Ah! se os médicos orassem”. A exclamação consta no capítulo intitulado “Em aprendizado”, que revela o apoio que os benfeitores espirituais dão aos médicos que se disponham a abrir os seus canais de sensibilidade. “Todos os médicos, ainda mesmo quando materialistas de mente impermeável à fé religiosa, contam com amigos espirituais que os auxiliam” (7).&lt;br /&gt;Alexis Carrel, sob a luz da inspiração, certificou que “quando oramos, ligamo-nos, nós mesmos, à inexaurível força motriz que aciona o universo. Pedimos que uma parcela desta força se aplique na devida proporção das nossas necessidades. Com o próprio ato de pedir, nossas deficiências humanas são supridas, e erguemo-nos fortalecidos e restaurados”. (8)&lt;br /&gt;Os médicos americanos William Reed (9) e Roger Youmanas, quebrando os paradigmas e axiomas acadêmicos, defendem a necessidade da oração na hora da cirurgia. Para Reed o poder da oração pode garantir o sucesso de uma cirurgia, na atmosfera tensa de uma sala de operação. Quando uma enfermeira lhe  passa um instrumento, o médico diz que faz sempre uma prece. Pede a Deus que o guie, de acordo com os seus desígnios. Para o cirurgião, a oração cria o clima de calma, necessário para o trabalho.&lt;br /&gt;William Reed e Youmanas citam o caso de hemorragias subitamente controladas ou paradas cardíacas prontamente resolvidas. E o próprio Reed teve prova disso com seu filho de dois anos. A criança estava com pneumonia e de repente parecia que ia morrer. Salvou-o com respiração artificial, depois que pediu a Deus para que não tirasse a vida de seu filhinho. Roger Youmanas, cirurgião da Califórnia, confirma que sempre reza durante 30 segundos quando se vê diante de um caso difícil. Acredita que a prece em favor de um doente pode ajudar. E acredita que um cirurgião possa fazer uma operação melhor se tiver inspiração divina. ”(10)&lt;br /&gt;O Cristo disse: “por isso vos digo: todas as coisas que vós pedirdes orando, crede que as haveis de ter, e que assim vos sucederão.” (11) Para nós, espíritas, a prece se reveste de características especiais, pois a par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da oração. Allan Kardec, ao emitir seus comentários na questão 662 de O Livro dos Espíritos, afirma que “o pensamento e a vontade representam em nós um poder de ação que alcança muito além dos limites da nossa esfera corporal. A rigor, a eletricidade é energia dinâmica; o magnetismo é energia estática; o pensamento é força eletromagnética.”(12)&lt;br /&gt;Há pessoas que negam a Eficácia da Prece com o argumento de que, se Deus conhece as nossas necessidades, desnecessário se torna expô-las. Acrescentam, tais descrentes, que as nossas súplicas não podem modificar os designo da Providência, porque todo o Universo está regido por leis eternas. “Contudo, o Espiritismo nos faz compreender que na oração, sendo um canal de ligação com o Criador, podemos solicitar, enaltecer e agradecer. As preces dirigidas a Deus são ouvidas pelos Espíritos encarregados da execução dos Seus desígnios; as que são dirigidas aos Bons Espíritos vão também para Deus.” (13)&lt;br /&gt;Quando o pensamento se dirige para algum ser, na terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som. A energia da corrente está na razão direta da energia do pensamento e da vontade. “É assim que a prece é ouvida pelos Espíritos, onde quer que eles se encontrem. “Pela prece, o homem atrai o concurso dos Bons Espíritos, que o vêm sustentar nas suas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos.” (14)&lt;br /&gt;O mestre de Lyon explana que “a prece do homem de bem tem mais merecimento aos olhos de Deus, e sempre maior eficácia. Porque o homem vicioso e mau não pode orar com o fervor e a confiança que só o sentimento da verdadeira piedade pode dar. Do coração do egoísta, daquele que só ora com os lábios, não poderiam sair mais do que palavras, e nunca os impulsos da caridade, que dão à prece toda a sua força.” (15) Porém, quem não se julga suficientemente bom para exercer uma influência salutar, não deve deixar de orar por outro, por pensar que não é digno de ser ouvido. “A consciência de sua inferioridade é uma prova de humildade, sempre agradável a Deus, que leva em conta a sua intenção caridosa. A prece que é repelida é a do orgulhoso, que só tem fé no seu poder e nos seus méritos, e julga poder substituir-se à vontade do Eterno.” (16)&lt;br /&gt;Outra questão importante para o tema é a prece coletiva; será que tem ação mais poderosa? Sim! Quando todos os que a fazem se associam de coração num mesmo pensamento e têm a mesma finalidade, porque então é como se muitos clamassem juntos e em uníssono. “Mas que importaria estarem reunidos em grande número, se cada qual agisse isoladamente e por sua própria conta? Cem pessoas reunidas podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma aspiração comum, orarão como verdadeiros irmãos em Deus, e sua prece terá mais força do que a daquelas cem.” (17)&lt;br /&gt;"E quando orais, não faleis muito, como os gentios; pois cuidam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Quando orais, não haveis de ser como os hipócritas, que gostam de orar em pé nas sinagogas, para serem vistos pelos homens".(18) Por isso que as formas e as fórmulas utilizadas para a oração se fazem secundárias, sendo indispensável a intenção do suplicante, cujo propósito estimula o dínamo cerebral a liberar a onda psíquica vigorosa que lhe conduzirá a vontade. O pensamento, portanto, ligado a Deus, ao bem, ao amor, ao desejo sincero de ajudar, eis a oração que todos podem e devem utilizar, a fim de que a paz se instale por definitivo nos corações.&lt;br /&gt;Jorge Hesen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Referências bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)           Ganhador do Prêmio Nobel de Medicina por seus trabalhos em sutura de vasos sanguíneos e autor do livro “O Homem, Esse Desconhecido”&lt;br /&gt;(2)           publicado Revista Reader's Digest.Reader's Digest  de fevereiro de 1942&lt;br /&gt;(3)           idem&lt;br /&gt;(4)           Em 1942 as nações mais ricas da Europa e a própria América, onde Dr. Carrel vivia, estavam engalfinhadas na Segunda Guerra Mundial&lt;br /&gt;(5)           Artigo de Kátia Penteado intitulado Efeitos da Prece na Saúde : a Ciência confirma a Doutrina Espírita - Nov/2004&lt;br /&gt;(6)           Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed. FEB 1990,  cap 27&lt;br /&gt;(7)           Xavier, Francisco Cândido.  Libertação, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1990&lt;br /&gt;(8)           publicado Revista Reader's Digest.Reader's Digest  de fevereiro de 1942&lt;br /&gt;(9)           William Reed é presidente a Fundação Médica Cristã  que possue mais de 3.000 médicos associados&lt;br /&gt;(10)         Publicado na Revista  O Espírita setembro / dezembro   de 2001, nº 110 Ano XXIII&lt;br /&gt;(11)         Mc, XI: 24)&lt;br /&gt;(12)         Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1994, questão 662&lt;br /&gt;(13)         Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed. FEB 1990,  cap 27&lt;br /&gt;(14)         idem&lt;br /&gt;(15)         idem&lt;br /&gt;(16)         idem&lt;br /&gt;(17)         idem&lt;br /&gt;(18)        Mt, VI:5&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4793422414665418330?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4793422414665418330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4793422414665418330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4793422414665418330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4793422414665418330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/prece-e-pratica-religiosa-recomendada.html' title='A PRECE É PRÁTICA RELIGIOSA RECOMENDADA POR TODOS OS BONS ESPÍRITOS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nmK0f4RF5Fs/Tvtvnu5JA5I/AAAAAAAABoM/PXqsq_48Rf0/s72-c/jorgehessen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-8109870026893989987</id><published>2011-12-18T13:40:00.001-08:00</published><updated>2011-12-18T13:41:14.055-08:00</updated><title type='text'>GUINNESS BOOK, OS RECORDES DA ESTUPIDEZ</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;              &lt;/div&gt;        &lt;p style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zsLUD595ZMQ/TukJC-U_sAI/AAAAAAAAAL0/21Lby-YSO_4/s1600/images.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-zsLUD595ZMQ/TukJC-U_sAI/AAAAAAAAAL0/21Lby-YSO_4/s1600/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Penso que é dever de todos nós enaltecer os feitos espectaculares de  todos aqueles que, mediante esforços quantas vezes sobre humanos,  conseguiram enaltecer a condição humana. Só para citar alguns, é digno  de mencionar o trabalho dos atletas nos Jogos Olímpicos e nos meetings,  as descobertas científicas em todas as áreas, a coragem de alguns  políticos em denunciar irregularidades do sistema político-financeiro,  por vezes com o risco da própria vida, etc. Que haja um livro que os  recorde, penso que é louvável, pois é a melhor forma de lhes prestar  homenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, sem qualquer respeito pela dignidade humana, e minimizando os  anseios de realização pessoal e colectiva de comunidades e mesmo de  países que se sentem inferiorizados perante outros, o Guiness tem vindo a  representar a obra literária dos recordes de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos o recorde da maior feijoada do mundo, a maior pirâmide humana, o  maior agrupamento de Pais-Natal, temos o maior arroto, quem tem as  pernas mais compridas, quem consegue vestir mais de 180 t-shirts...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As televisões dão a maior cobertura possível, com tempos de antena em  horário nobre, aliciam e, com toda a alegria do mundo, iludem o  auditório mais frágil com as grandes proezas que ficam para a  posteridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sendo capazes de ficar célebres por outros feitos, dão-se prémios a  quem consegue comer mais hamburguers, ou beber mais água no menor espaço  de tempo possível. A saúde e o bem-estar são de outra estirpe e, para  ganhar nada, apenas alimentar a tola e ridícula vaidade, fazem-se  concursos de estupidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que é de mau gosto que a menina com a voz mais cristalina esteja ao mesmo nível de comparação com o maior cócó do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estas comparações perde a componente cívica, de forma que os  “suficientes” ou razoáveis sentem-se minimizados por não conseguirem os  níveis científicos ou atléticos de outros cidadãos, sentindo-se apagados  por não serem campeões de alguma coisa. Há que perceber que todos  possuímos um lado bom, todas as profissões são merecedoras de respeito,  pois todas são interessantes, e que tudo e todos têm o seu devido lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O varredor de ruas contribui de forma espectacular para o nosso  bem-estar. As ruas sujas são fonte de epidemias. O melhor seria não as  sujar, ficando o varredor com a incumbência de limpar apenas a sujidade  provocada pelas nuances da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe que é doméstica e toma conta da casa e dos filhos é uma  victoriosa; o trabalhador que sustenta a casa é um herói; cuidar de um  idoso acamado ou de um filho deficiente profundo é sobre-humano. Estes  são os guinnesses pessoais de milhões de pessoas que ficam no anonimato,  mas que nem por isso são menos importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutar contra as dificuldades da vida, as injustiças, as descriminações,  seja em que área for, é trabalho de todos. Fazê-lo é criar condições  para nós e para os outros, nomeadamente para os tais que fazem os  prodígios científicos, desportivos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, todos precisamos de todos, todos somos devedores para com  todos, mas todos devemos combater com todas as forças o triunfo da  estupidez. Só pela educação conseguiremos perceber que, por mais fértil  que a terra seja, sem o agricultor não há legumes nem frutas à mesa, por  mais competentes que sejam os engenheiros e os arquitectos, sem  serventes não há prédios e morávamos na rua, e por mais sábio que seja o  professor, só com o apoio dos auxiliares de educação é que a escola  funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe a cada um de nós a tarefa de combater as descriminações, as  intolerâncias e a violência de toda a ordem, mas também a agressividade  geradora de mal-estar, de doenças sociais sem o mínimo de sentido. Esta é  também uma tarefa das religiões e de todos os grupos espirituais, ou  seja, antes de ir pôr a esmola na caixa, há que reconciliar-se primeiro  com o seu irmão. Amen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Margarida Azevedo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-8109870026893989987?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/8109870026893989987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=8109870026893989987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8109870026893989987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8109870026893989987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/guinness-book-os-recordes-da-estupidez.html' title='GUINNESS BOOK, OS RECORDES DA ESTUPIDEZ'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zsLUD595ZMQ/TukJC-U_sAI/AAAAAAAAAL0/21Lby-YSO_4/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-5674501548965793476</id><published>2011-12-18T13:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T05:53:06.090-08:00</updated><title type='text'>FILHOS TEMPORÕES E OS DESAFIOS PARA OS “PAIS-AVÔS”</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a target="_self" href="http://api.ning.com/files/s3eBAeVd4-CBRfyEC5CDvDhe0cv4oPbmfWrXC17NvzWtEGoFaQx5n-jahD8Mm4abF1JyY6sTzFEFqp9uRYft8FQC8QfkjXf2/jorgehessen.jpg"&gt;&lt;img class="align-left" src="http://api.ning.com/files/s3eBAeVd4-CBRfyEC5CDvDhe0cv4oPbmfWrXC17NvzWtEGoFaQx5n-jahD8Mm4abF1JyY6sTzFEFqp9uRYft8FQC8QfkjXf2/jorgehessen.jpg" width="94" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Quais os limites de idade para a maternidade/paternidade na velhice, considerando as novas tecnologias de reprodução humana? Casos de gravidez tardia têm ficado mais comuns. Muitas questões são evocadas para o tema. Temos um caso recente de Gabriella, uma bibliotecária italiana de 57 anos e Luigi de Ambrosis, um aposentado de 70. Casados há 21 anos, decidiram ter um bebê com óvulos doados. Há um ano e sete meses nasceu Viola. Todavia, perderam a guarda da filha porque a corte de Turim (Itália) entendeu que eles são velhos demais e não têm condições de criá-la. A menina foi colocada para adoção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Segundo os juízes, a menina Viola&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;poderia ficar órfã muito jovem ou seria forçada a cuidar de seus pais idosos na idade em que os jovens mais precisam de apoio. Cremos que esse não deve ter sido o motivo, pois só em setembro de 2011, outros dois casais italianos mais velhos (elas, de 57 e 58 anos; eles, 65 e 70 anos) geraram gêmeos por doação de óvulos.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Em verdade, Gabriella e Luigi de Ambrosis foram submetidos a testes psicológicos e psiquiátricos que concluíram que a mãe não estabeleceu vínculos emocionais com a filha. O marido também não teria demonstrado preocupação com o bem-estar da Viola.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Um estudo feito pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que homens que se tornam pais com mais de 45 anos têm filhos com dificuldade de interação social com mais frequência e até indica que filhos de pais mais velhos têm mais probabilidade de ter autismo ou QI mais baixo. No estudo analisaram dados de 450 mil adolescentes do sexo masculino com 16 ou 17 anos de idade. Os resultados desse trabalho, porém, estão ainda longe de ser conclusivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Outra pesquisa realizada pela Universidade de Queensland, na Austrália, consigna que pais mais velhos têm maior probabilidade de ter filhos com menor habilidade cognitiva, isto é, menos inteligentes. Será? Os pesquisadores usaram informações do US Collaborative Perinatal Project, que realiza diferentes testes em crianças com oito meses, com anos 4 e com 7 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Os testes verificam habilidades de linguagem oral, leitura e escrita, memória, compreensão, concentração e coordenação motora. O resultado final do estudo demonstrou que as crianças que tinham papais mais velhos pontuaram menos nos testes de habilidades cognitivas, com exceção das habilidades motoras. O estudo sugere que os governantes conscientizem a população dos agravos de se ter um filho em idade tardia (tanto homens como mulheres) e eduque para a gestação em idade mais apropriada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Entendemos que, se por um lado a gravidez com os papais mais velhinhos pode ser um pouco arriscada, por outro a infância da criança poderá ser muito melhor. Casais idosos têm maior experiência e geralmente estão numa condição financeira mais propícia para ter filhos. Inobastante a opinião dos especialistas, o fato de os pais mais velhos tentarem poupar os filhos de tudo é o principal fator responsável pelo desequilíbrio dos filhos. A superproteção pode provocar nos jovens a dificuldade de se relacionar com outras pessoas e de estabelecer laços afetivos fora do ambiente familiar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Será que gerar filhos na velhice pode tornar-se um problema social? Ninguém quer pensar que os pais estão envelhecendo ou desencarnando. Em verdade, imaginar que os pais velhos se aproximam mais rápido da morte pode gerar muita ansiedade e frustração. O ideal seria que as pessoas refletissem sobre não abreviar a morte de ninguém, mas aceitar a vida em plenitude, mesmo diante da fatalidade biológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Sou um “pai-avô” – tenho uma filha de 7 anos e creio que a figura do “pai-avô” pode ser compreendida como uma das inúmeras formas que temos de lidar com a finitude que aguilhoa a todos, e de maneira contundente, a partir da maturidade. Talvez a geração de filhos da velhice traga&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;mais dificuldades em conviver com os filhos na adolescência. Mas o Espiritismo nos treina para&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;lidar com os conflitos comuns aos adolescentes, e nada melhor do que nós, pais anciãos, tentarmos nos colocar no lugar dos jovens. Não esqueçamos que carregamos uma vantagem sobre os demais pais de outras faixas etárias. Para nós, esse diferencial é a maturidade. A possibilidade de educarmos de forma diferente e melhor é incontestável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Se moldarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e respeitados pelos filhos temporões, seremos capazes de envelhecer sem temer o destino deles.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;http://jorgehessen.net&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-5674501548965793476?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/5674501548965793476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=5674501548965793476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5674501548965793476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5674501548965793476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/filhos-temporoes-um-dasafio-para-os.html' title='FILHOS TEMPORÕES E OS DESAFIOS PARA OS “PAIS-AVÔS”'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-7736859922151959236</id><published>2011-12-02T16:40:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T16:51:27.862-08:00</updated><title type='text'>ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS SOBRE O  MOVIMENTO ESPÍRITA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://encrypted-tbn0.google.com/images?q=tbn:ANd9GcQWbnxdaApNQkqqq5SBncipJ2e4kHrZ3UbXeUHqXdQ7faiMe2gUiQ" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O Manifesto do CEI-América do Sul&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;(transcrito, pode ser visto no Portal da FEB. Eis o link:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;http://www.febnet.org.br/site)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os representantes do Movimento Espírita Sul-Americano, organizado com base nos ensinos de Allan Kardec, reunidos na cidade de Punta del Este, Uruguai, nos dias 14 e 15 de outubro de 2011, durante a 4ª Reunião do Conselho Espírita Internacional-América do Sul, decide apresentar a todas as Instituições filiadas as seguintes diretrizes e esclarecimentos frente a certas circunstâncias que atualmente se apresentam a nível nacional e internacional, gerando conflito, divisão e desvios no objetivo essencial da Doutrina Espírita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Neste sentido, o CEI respeita a liberdade de pensamento e o livre-arbítrio de todos os indivíduos; não é, portanto, do seu interesse censurar ou discriminar outros movimentos existentes; porém lhe cabe, nos termos filosóficos, estatutários e legais, defender e promover entre outras coisas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;·       Os princípios fundamentais e os ensinos da Doutrina Espírita, transmitidos pelos Espíritos Superiores e codificados pelo insigne pedagogo francês Allan Kardec, contidos nos livros que integram a denominada Codi-ficação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;·        Velar pela coerência, ética e prestígio do Ideal Espírita a nível nacional e internacional em todas as suas conotações, expressões e apresentações, especialmente no que concerne aos métodos e formas de estudo, práticas, divulgação, fundamentação e interpretação da Doutrina por meio das Instituições e de seus trabalhadores e simpatizantes, para que estas sempre mantenham a sua pureza nas diretrizes oferecidas pelos Guias da Humanidade plasmadas nas Obras Básicas e complementares da Codifica-ção.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ANTECEDENTES  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;No que diz respeito à essência e à pureza doutrinária do Espiritismo, o codificador Allan Kardec, nas obras fundamentais, e os Guias da Humanidade, nas obras complementares, advertem com contundente clareza sobre os feitos e circunstâncias que levariam a abater e desviar os Espíritas do verdadeiro objetivo do ideal, “que é o da moral”, nos seguintes termos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Primeiro: “Alguns atacarão o Espiritismo abertamente em palavras e em ações e o perseguirão até na pessoa de seus aderentes, tentando desencorajá-los à força de intrigas, enquanto que a outros, subrepticiamente, por vias indiretas, buscarão miná-los de maneira insidiosa. Ficai avisados de que a luta não terminou. Estou prevenido de que tentarão um supremo esforço; mas, não temais, a garantia do sucesso está nesta divisa, que é a de todos os verdadeiros espíritas: Fora da caridade não há salvação. Empunhai-a bem alto, porque ela é a cabeça de Medusa para os egoístas.” (Allan Kardec. Revista Espírita – Periódico de Estudos Psicológicos. Ano 5, No. 2, fevereiro de 1862.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Segundo: “A tática já aplicada pelos inimigos dos Espíritas, mas que vai ser empregada com novo ardor, é a de tentar dividi-los criando sistemas divergentes e suscitando entre eles a desconfiança e a inveja. Não vos deixeis cair na armadilha e tende como certo que aquele que procura, seja por que meio for, romper a boa harmonia não pode estar animado de boas intenções. Eis por que vos exorto a guardar maior prudência na formação de vossos grupos, não só para a vossa tranquilidade, mas no próprio interesse de vossos trabalhos.” (Allan Kardec. Revista Espírita – Periódico de Estudos Psicológicos. Ano 5, No. 2, fevereiro de 1862.);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Terceiro: “A natureza dos trabalhos espíritas exige calma e recolhimento. Ora, não há recolhimento possível se somos distraídos pelas discussões e pela expressão de sentimentos malévolos. Se houver fraternidade não haverá sentimentos de malquerença; mas não pode haver fraternidade com egoístas, com ambiciosos, e orgulhosos. Com orgulhosos que se escandalizam quando não têm a supremacia, e com egoístas que só pensam em si mesmos, a cizânia não tardará a ser introduzida e, com ela, a dissolução. É o que gostariam os inimigos e é o que tentarão fazer.” (Allan Kardec. Revista Espírita – Periódico de Estudos Psicológicos. Ano 5, No. 2, fevereiro de 1862.);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Quarto: “Devo ainda vos chamar a atenção para outra tática de nossos adversários: a de procurar comprometer os espíritas induzindo-os a se afastarem do verdadeiro objetivo da Doutrina que é a moral, para abordarem questões que não são da sua competência e que poderiam, com toda a razão, despertar suscetibilidades e desconfianças. Também não vos deixeis cair nessa armadilha, afastai cuidadosamente de vossas reuniões tudo quanto disser respeito à política e às questões irritantes; nesse caso, as discussões não levarão a nada e apenas suscitarão, enquanto ninguém questionará a moral, quando ela for boa. Procurai no Espiritismo aquilo que vos pode melhorar, eis o essencial. (…)” (Allan Kardec. Revista Espírita – Periódico de Estudos Psicológicos. Ano 5, No. 2, fevereiro de 1862.);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Quinto: “Falemos sem disfarce e digamos claramente que há resistências que seria supérfluo procurar vencer e que se obstinam mais por amor-próprio ou por interesse que por convicção; seria perder tempo buscar trazê-las para nós; somente cederão perante a força da opinião pública. Recrutemos os adeptos dentre as pessoas de boa vontade, que não faltam; aumentemos a falange de todos aqueles que, cansados da incerteza e assustados pelo nada materialista, só querem crer e logo o número deles será tamanho que os demais terminarão por render-se à evidência. Este resultado já se manifesta, esperem para ver, dentro em pouco, em vossas fileiras, aqueles que somente esperavas ver como últimos.“ (Allan Kardec. Revista Espírita – Periódico de Estudos Psicológicos. Ano 6, No. 3, fevereiro de 1863.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Sexto: “Em nossas conversações frequentes com os mentores, sempre lhes percebíamos a natural preocupação com os companheiros encarnados, portadores de responsabilidades na área espírita, que se deixam distrair pelas querelas inúteis e debates injustificáveis na defesa de pontos de vista doutrinários, tomando rumos estranhos pelos desvios de rota, descuidando-se do essencial em favor do secundário. Por outro lado, observo que este comportamento apaixonado, na área espiritual e num grupo reduzido de profitentes, torna-se mais expressivo e grave no comportamento social que envolve as massas, e os jogos de interesses assumem proporções imprevisíveis, levando os indivíduos à agressividade, à violência, assim liberando as altas cargas das paixões inferiores, filhas diretas do egoísmo. A dedicação com fidelidade e firmeza de caráter a qualquer causa é sempre um grande desafio ao homem, especialmente por exigir-lhe vivência do ideal esposado com tolerância para com todos quantos lhe compartem ou não a opinião (…).“ (Manoel Philomeno de Miranda. Divaldo Pereira Franco. Trilhas da Libertação. Cap. Reflexões e Expectativas.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Sétimo: “O Homem realmente livre é consciente das suas responsabilidades, não necessitando de nada externo para os logros elevados a que se propõe. Torna-se-lhe condição essencial o conhecimento real, defluente da meditação e da vivência dos seus estatutos para seguir na marcha com a elevação indispensável à vitória. Certamente foi esta a ideia de Jesus ao preconizar-nos buscar a Verdade que nos torna livres.” (Manoel Philomeno de Miranda. Divaldo Pereira Franco. Trilhas da Libertação. Cap. Serviços de Desobsessão.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Oitavo: “(…) Em reunião privada com os chefes de grupos, explicitou o programa que elaborara para ser aplicado em todas as suas diretrizes e com pormenorizado zelo.” “Primeiro: O Homem, redefiniu o novo Soberano das Trevas – é um animal sexual que se compraz no prazer. Deve ser estimulado ao máximo, até a exaustão, aproveitando-lhe as tendências, e quando ocorrer o cansaço levá-lo aos abusos às aberrações. (…) “Segundo: O narcisismo é filho predileto do egoísmo e pai do orgulho, da vaidade, inerentes ao ser humano. Fomentar o campeonato da presunção nas modernas escolas do Espiritualismo, ensejando a fascinação, é item de alta relevância para a queda desastrosa de quem deseja a preservação do ideal de crescimento e de libertação. (…) “Terceiro: O Poder tem prevalência em a natureza humana. Remanescente dos instintos agressivos, dominadores e arbitrários, ele se expressa de várias formas sem disfarce o escamoteado, explorando aqueles que se lhe submetem e desprezando-os ao mesmo tempo, pela subserviência de que se fazem objeto, e aos competidores e indomáveis detestando, por projetar-lhe sombra. (…) “Quarto: O dinheiro, que compra vidas e escraviza almas, será outro excelente recurso decisivo. A ambição da riqueza, mesmo que mascarada, supera a falsa humildade, e o conforto amolenta o caráter, desestimulando os sacrifícios. (…)” (Manoel Philomeno de Miranda. Divaldo Pereira Franco. Trilhas da Libertação. Cap. Os Gênios das Trevas.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Nono: “Uma questão que desde logo se apresenta é a dos cismas que poderão nascer no seio da Doutrina. Estará preservado deles o Espiritismo? Não, certamente, porque terá, sobretudo no começo, de lutar contra as ideias pessoais, sempre absolutas, tenazes, refratárias a se amalgamarem com as ideias dos demais; e contra a ambição dos que, a despeito de tudo, se empenham por ligar seus nomes a uma inovação qualquer; dos que criam novidades só para poderem dizer que não pensam ou agem como os outros, pois lhes sofre o amor-próprio por ocuparem uma posição secundária. Se, porém, o Espiritismo não pode escapar às fraquezas humanas, com as quais se tem de contar sempre, pode todavia neutralizar-lhes as consequências e isto é o essencial. (…)”. (Allan Kardec. Obras Póstumas. Segunda Parte. Os Cismas.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Décimo: “[...] que os irmãos se compenetrem, cada vez mais, do espírito de serviço e renúncia, de solidariedade e bondade pura que Jesus lhes legou. [...] O mundo conturbado pede, efetivamente, ação transformadora. [...] unamo-nos na mesma estrada de amor, trabalho, auxílio, educação, solidariedade, valor e sacrifício que caracterizou a atitude do Cristo em comunhão com os homens, servindo e esperando o futuro, em seu exemplo de abnegação, para que todos sejamos um, em sintonia sublime com os desígnios do Supremo Senhor”. (Emmanuel. Francisco Cândido Xavier. Em Nome do Evangelho, psicografia de 1948. Em: Orientações aos Órgãos de Unificação, FEB: Rio de Janeiro, 2010.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;DIRETRIZES E ESCLARECIMENTOS  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Com base nas enfáticas advertências deixadas pelo insigne Mestre de Lyon e nos Guias da Humanidade, solicitamos a todas as Instituições espíritas filiadas, trabalhadores e simpatizantes do ideal, levar em conta o que segue e tomar precauções, permanente e decididamente frente a:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Primeiro: A todas as pessoas, grupos, associações ou movimentos que apresentando características de um "Espiritismo superficial", ou seja, que de maneira aparente estão fundamentados nos ensinos de Allan Kardec, e que expõem abertamente novas concepcões ou práticas que no bom sentido e na lógica se afastam dos princípios e orientações doutrinárias, que têm penetrado de maneira estratégica e taticamente em importantes cenários internacionais e nacionais apoiados, aparentemente, nos postulados espíritas, porém apresentando e divulgando fundamentos, teorias, atividades e práticas contrárias aos ensinos e finalidades da Doutrina Espírita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Segundo: Reforçar estrita vigilância e verificação na aquisição e no estudo individual ou institucional das obras supostamente recebidas por Espíritos Superiores, cujo conteúdo incorpora propostas espiritualistas, porém não-espíritas, gerando confusão e sentimento de culpa, bem como apresentam distorcidas a personalidade e as características psicológicas de Espíritos reconhecidos pelo trabalho missionário na propagação da Doutrina Espírita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Terceiro: O Conselho Espírita Internacional e os Movimentos Espíritas adesos da América do Sul se apresentam como entidades legal e doutrinariamente reconhecidas, para oferecer os esclarecimentos, orientações e representações ante a qualquer um dos aspectos anotados. Todavia, os Presidentes das respectivas Federativas filiadas, bem como os dirigentes e trabalhadores das Instituições Espíritas, deverão velar pelo cumprimento destas diretrizes e informar continuadamente ou, se necessário, solicitar as informações e orientações de fatos ou situações relacionadas com as advertências apresentadas, sempre no intuito de esclarecer, orientar e retomar nossos objetivos como movimento em via de unificação e de consolidação sob o lema: “Trabalho, solidariedade e tolerância”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Quarto: A recomendação com respeito aos movimentos que não são coerentes com o definido pelo Conselho Espírita Internacional - CEI é de respeito, porém, sem compromissos nem apoio, sugerindo aos dirigentes do Movimento Espírita que ocupem espaços no sentido de estimular o estudo, a prática e a difusão do Espiritismo, com base na Codificação Kardequiana.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Cordialmente,  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;FABIO VILLARRAGA BENAVIDES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;COORDINADOR CEI SURAMERICA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;EDUARDO NANNI&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;FEDERACION ESPIRITA BOLIVIANA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;GUSTAVO MARTINEZ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;CONFEDERACION ESPIRITISTA ARGENTINA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;MIRTA CAL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;FEDERACION ESPIRITA URUGUAYA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;JORGE BERRIO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;CONFEDERACION ESPIRITA COLOMBIANA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;ANTONIO CESAR PERRI DE CARVALHO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;ISABEL LOO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;FEDERACION ESPIRITA DE PERU&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;JOSE VASQUEZ &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;ASOCIACION CIVIL SOCRATES. VENEZUELA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;CECILIA PLAZA &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;CENTRO DE ESTUDIOS ESPIRITA BUENA NUEVA. CHILE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;MILCIADES LEZCANO &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;MOVIMIENTO ESPIRITA PARAGUAYO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-7736859922151959236?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/7736859922151959236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=7736859922151959236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7736859922151959236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7736859922151959236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/esclarecimentos-necessarios-sobre-o.html' title='ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS SOBRE O  MOVIMENTO ESPÍRITA'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4084527312515362035</id><published>2011-12-01T05:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T05:32:15.803-08:00</updated><title type='text'>Comemorando Dia Mundial de combate a AIDS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-p_x0AP2F-X4/TteBtRFlO9I/AAAAAAAABnk/8mJB8hnKEkQ/s1600/aformiga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 135px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-p_x0AP2F-X4/TteBtRFlO9I/AAAAAAAABnk/8mJB8hnKEkQ/s400/aformiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681152069632080850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="background:white;margin:0cm 0cm 0pt 1cm;text-indent:1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:rgb(102,102,102);font-size:14pt;" &gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;"No Dia Mundial de combate a AIDS, 1° de dezembro, a população mundial reflete e discute os avanços da epidemia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a AIDS foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da &lt;span&gt; &lt;/span&gt;ONU.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, e a compaixão com as pessoas infectadas pelo HIV/AIDS. No Brasil, a data passou a ser adotada em 1988.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O Ministério da Saúde divulga que o Brasil tem hoje 608.230 casos registrados. Em 2010, foram notificados 34.218 casos da doença com taxa de incidência de 17,9 casos por 100 mil habitantes." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;No trabalho intitulado (*) “Itinerário Terapêutico de Pessoa convivendo com HIV”, os participantes responderam uma entrevista e destacaram “o impacto do diagnóstico, as reflexões sobre a doença, as estratégias de enfrentamento, as formas de buscar informações, as peregrinações e a forma de entrada no sistema de atendimento, as implicações do custo e acesso, a gestão do tratamento e a importância das relações de vínculo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Pode-se ressaltar a relevância do trabalho como um alicerce para os profissionais da saúde. A pesquisa apresenta narrativas das vivências dos pacientes com HIV, lembrando que infelizmente &lt;b&gt;ainda existe o preconceito&lt;/b&gt; e demonstrando que é possível conviver com a doença.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;As campanhas precisam ser contínuas para formar gerações conscientes e, além disso, as unidades de saúde devem estar preparadas para receber os pacientes com HIV. É necessário uma mudança cultural no enfrentamento para acabar com o preconceito e facilitar o tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Um debate que surge a partir do estudo é a assistência nas Unidades de Assistência Primária em Saúde (UAPS). Muitas vezes, nestes locais, &lt;b&gt;os profissionais não dão a atenção adequada aos pacientes que recebem com suspeita de Aids.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;É indispensável que o atendimento primário seja eficiente para que oriente os tratamentos secundários e terciários. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Durante o Dia Mundial de combate a AIDS, acontece um mutirão de testagem de HIV, sífilis e hepatites virais, além de palestras em diversos pontos da cidade e &lt;b&gt;distribuição de 50 mil preservativos&lt;/b&gt;. (*) Será que os parceiros de Benki usaram preservativos? (**)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“Para aderir a uma das ferozes gangues de rua da América Central, Benky, uma jovem pequenina com os olhos fortemente maquiados com rímel e os braços recobertos de tatuagens, teve de fazer sexo com uma dúzia de garotos do grupo, certa noite.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ela se lembra de ter chorado incontrolavelmente quando o último deles terminou, e de ter sido cercada por todos os membros da gangue, que a cumprimentaram por sua admissão plena à Mara Salvatrucha.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Na história da menina há inclusive o crime doloso contra a vida: “o líder da gangue ordenou a Benky, que então tinha 14 anos, que roubasse ônibus, arrancasse correntes do pescoço das pessoas e até matasse uma menina de uma gangue rival.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ela sempre obedeceu, embora declare que não estava completamente certa de que a rival havia morrido depois de levar um tiro nas costas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“ Eu achava que a gangue seria como minha família", explica Benky sobre sua adesão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;"Pensei que receberia o amor que me faltava.(**)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:9pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(*)&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8pt;"&gt;&lt;a href="http://www.ufjf.br/secom/2011/11/30/no-dia-mundial-de-combate-a-aids-mestranda-apresenta-pesquisa-sobre-a-trajetoria-dos-pacientes-com-a-doenca/" target="_blank"&gt;http://www.ufjf.br/secom/2011/&lt;wbr&gt;11/30/no-dia-mundial-de-&lt;wbr&gt;combate-a-aids-mestranda-&lt;wbr&gt;apresenta-pesquisa-sobre-a-&lt;wbr&gt;trajetoria-dos-pacientes-com-&lt;wbr&gt;a-doenca/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 1cm; text-indent: 1cm; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(**)&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8pt;"&gt;&lt;a href="http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.23.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:windowtext;"&gt;http://www.jornaldosespiritos.&lt;wbr&gt;com/2007.3/col49.23.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4084527312515362035?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4084527312515362035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4084527312515362035' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4084527312515362035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4084527312515362035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/12/comemorando-dia-mundial-de-combate-aids.html' title='Comemorando Dia Mundial de combate a AIDS'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-p_x0AP2F-X4/TteBtRFlO9I/AAAAAAAABnk/8mJB8hnKEkQ/s72-c/aformiga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-8428480515208271365</id><published>2011-11-30T14:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T14:31:02.758-08:00</updated><title type='text'>O ELITISMO ANTE O PERSONALISMO DE CLASSE "ESPÍRITA"</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold;mso-bidi-font-style:italic"&gt;&lt;img _fcksavedurl="/sites/62/62449941e98140d030aaf349db47a5b8/attachments/Image/foto_maior.jpg" src="http://construtordesites.metaweb.com.br/sites/62/62449941e98140d030aaf349db47a5b8/attachments/Image/foto_maior.jpg" align="left" height="123" width="150" /&gt;Temos recebido com certa freqüência alguns emails contendo mensagens supostamente doutrinárias, essencialmente destrutivas, malsãs, apelativas, exaltando assuntos frívolos, escritos sob o guante de verborragias repetitivas, vulgares, agressivas. Num desses petardos virtuais, lemos entre outras jóias uma advertência aos que programam escalas de oradores, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a fim de evitarem convidar para palestras “simplesinhas” a “Dra.” Sicrana, Diretora de uma associação &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;de notáveis espíritas, .pois ela não tem perfil para falar nos eventos espíritas comuns (comuns!!??), onde ela tenha que falar, por exemplo, abordando temas do Evangelho Segundo o Espiritismo porque são temas comuns (isso mesmo que o missivista diz...comuns????), porque, na opinião da “Dra.” Sicrana, na cidade do escalador deve ter expositores simplesinhos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;para falar sobre estes temas “comunzinhos do Evangelho” e não vê porque chamar alguém de outro estado, abarrotados de “Drs.” &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;e bamba (“especializada”) em outra área, para falar sobre os “reles” &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo. (pasmem!) &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;mso-bidi-font-style:italic"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold;mso-bidi-font-style:italic"&gt;Cita, ainda, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;tal email que se o escalador pretende levar a Dra Fulana à sua cidade, tente aproveitá-la bem, criando algum evento monumental junto a uma Universidade (de preferência de renome internacional, por certo), onde ela possa verbalizar sua singela teoria “científica” sobre o Espiritismo para uma platéia acadêmica (de preferência com&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;pós-doutorados), sobretudo mestres de tal ou qual área universitária gente da área de psicologia, biologia, química, medicina, física e outras assemelhadas. O mesmo deve ser feito em relação ao “Dr.” Fulano, e vários outros “especialistas espíritas”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight:bold;mso-bidi-font-style:italic"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Esse assunto remeteu-nos ao diálogo que mantivemos com membro de uma associação “espirita” de notáveis, vejamos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Prezado Sr. Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: Prezada Dra Sicrana&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Permita-me uma reflexão sobre conteúdo de sua entrevista ao C.E. Joana D´Arc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: Certamente, minha irmã.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Eu nasci em berço espírita, em uma das menores cidades do Estado de ........ e convivi com as pessoas mais simples e economicamente desprovidas, que se possam imaginar. A gente estudava Karcec, fazia preces, participava das reuniões mediúnicas e tinha Jesus como Mestre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: Toda Casa Espírita, minha irmã, tem que ter esse perfil, ou seja: Oração, Estudo e Caridade, tendo Jesus como Mestre e Modelo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Na sequência dos tempos, vim estudar em (...) e fiquei por aqui, onde desenvolvi minha vida profissional, criei minha família e continuei com minhas atividades junto a essa nossa doutrina de libertação das consciências. Foi assim que acabei me ligando tb à Associação de (...). Tenho testemunhado o esforço hercúleo de seus integrantes, em divulgar um paradígma de humanização de todos os procedimentos de bem-estar, agregando profissionais (..........), enfim, de todas as modalidades correlatas. Lá eu tenho ouvido sempre que "o diploma do (profissional) espírita pertence a Jesus".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: A minha opinião particular sobre os profissionais da área da saúde, principalmente, é que todos, indistintamente, deveriam honrar o compromisso que assumiram, como humildes servidores do Cristo, pois são irmãos que vivenciam, na alma, a dor dos seus semelhantes; são os socorristas de plantão, literalmente falando. Devemos a eles o nosso maior respeito, sem dúvida alguma. Porém, não podemos entender “humanização” a portas fechadas, onde profissionais se reúnem para estabelecerem um padrão de comportamento humanitário, mas que, na verdade, ainda têm uma visão turva sobre o que realmente isso significa. O maior humanista que já tivemos, na área, foi o inesquecível Dr.Bezerra de Menezes. É nele que a classe médica deveria se inspirar. Por outro lado, quem já leu a coleção André Luiz sabe qual foi a sua surpresa ao adentrar no Mundo dos Espíritos. Preciso dizer mais, minha irmã?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: O trabalho das associações......, por exemplo, em defesa da vida, contra o aborto intencional, inclusive contra o aborto do chamado (equivocadamente) de "anencéfalo", é inegável. Foi com a estrutura da associação........ que o Espiritismo conseguiu ser ouvido no Supremo Tribunal Federal, no final do ano passado, defendendo a vida do anencéfalo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: Eu seria incoerente, minha irmã, se negasse esse esforço em defesa da vida. Perdoe-me, mas é muita presunção atribuir à associação........, a única e legítima representante legal do Espiritismo na Alta Corte a defender a vida do anencéfalo. Não somente os espíritas, mas, principalmente estes, arregimentaram-se e avançaram contra a descriminalização do aborto. Nesse dia, minha irmã, não houve distinção de classe, pois todos estavam irmanados em um só coração, em um só pensamento em nome do amor incondicional e do respeito à vida. Modestamente escrevi muito e publiquei sobre o específico e dei ampla divulgação à época. Foi minha humilde contribuição diretamente de Brasília, onde resido há 40 anos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Em todos os eventos das associações ....., de que eu tenho participado, assisto sempre a demonstração do caráter verdadeiro da Doutrina Espírita, ou seja, de ciência, de filosofia e da moral de Jesus. Não se tem o objetivo de "elitização", nem de "atrair para si os holofotes da fama" ou de "divulgar o evangelho apenas às pessoas laureadas" (expressões que constam de sua entrevista). Pelo contrário, nas associações...... os profissionais se reunem em uma entidade de classe, para assumir a responsabilidade de tratar de assuntos específicos à sua formação, como aborto, transplante de órgãos, utilização de células-tronco embrionárias, depressão e obsessão, etc., sem perda de seu denominador comum, que é o fato de serem espíritas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: O verdadeiro caráter da Doutrina Espírita, minha irmã, não se resume em “assistir a reuniões de classe” para tratar de assuntos específicos à sua formação, pois basta ser específico e ser entidade de classe, para assumir caráter “elitista” e, mesmo porque, o personalismo de classe caracteriza um comportamento egoísta e, sobretudo vaidoso, uma vez que se julgam cumprindo admirável missão, mas “a sete chaves”. Ser espírita exige mais, muito mais do que isso. Os exemplos Chico Xavier e Bezerra de Menezes respondem por mim. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Senhor Jorge, eu tenho estado lá e estou testemunhando o que digo. Portanto, é com tristeza que leio referências injustas e infundadas ao trabalho de companheiros idealistas que só merecem nosso respeito e consideração. Não vejo a menor diferença de atitude nesses companheiros, em comparação a dos trabalhadores do centro espírita de minha pequena cidade natal. A seara continua a ser a de Jesus e laureados ou não pela academia da Terra, a honra que nos cabe é a de servir na condição de aprendizes na escola da vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sicrana: Com abraço fraterno&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen: Não duvido, minha irmã, do seu testemunho. Porém, eu vejo uma diferença imensa entre uma coisa e outra, pois ser idealista não significa ser ativista. O equilíbrio está em ser idealista e ativista sincero e humilde.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Concluindo: Associação é uma organização entre duas ou mais pessoas para a realização de um objetivo comum. Sendo assim, podemos finalizar que o associativismo, normalmente de voluntariado, usado como instrumento de satisfação das necessidades individuais humanas, pode ser facilmente banalizado e colocado à prova a sua credibilidade se, e somente se, for para privilegiarmos um determinado grupo ou classe no campo da religião ou mesmo da fé, propriamente dita. Eu entendo que a possibilidade de pessoas de uma mesma ideologia, de uma mesma formação acadêmica, de uma mesma classe social, criarem uma orientação à parte, mesmo dentro da mesma crença religiosa, é visível a intenção de manter relações sociais somente com seus iguais. Criar uma associação, onde se destaca somente aqueles da mesma “formação”, acho inviável, imoral e degradante – perdoe-me a franqueza - pois revela um sentido, totalmente, contrário a tudo aquilo que qualquer religião ensina.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Allan Kardec propõe que o Espiritismo é uma doutrina natural, isto é, que coloca o homem ou o espírito diretamente em relação com Deus, de forma igual perante o SENHOR. Portanto, qualquer formação fora dessa realidade é, simplesmente, demagogia e pretensionismo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Não estou aqui para julgar ou criticar, mas, para contra-argumentar e dizer que o meu pensamento, sobre a criação de tais Associações, encontra-se patenteado na entrevista a que você se refere e nos artigos que escrevo, pois que essa iniciativa afasta, cada vez mais, a idéia de União Espírita, tão aguardada pelos Espíritos Superiores que nos transmitiram essa abençoada Doutrina, que é o Espiritismo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Fraternalmente,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; color: red;"&gt;Jorge Hessen&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-8428480515208271365?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/8428480515208271365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=8428480515208271365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8428480515208271365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/8428480515208271365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/o-elitismo-ante-o-personalismo-de.html' title='O ELITISMO ANTE O PERSONALISMO DE CLASSE &quot;ESPÍRITA&quot;'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-7619287060926610838</id><published>2011-11-29T12:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T06:23:53.755-08:00</updated><title type='text'>O QUE PENSAR DOS DIZEM QUE "JESUS É SOMENTE O EMERGIR DE UM ARQUÉTIPO PLASMADO NO INCONSCIENTE COLETIVO" ?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/jesus.jpg" alt=" " align="left" height="233" width="216" /&gt;Stephen Sawyer,  desenhista que vive em Kentucky, EUA,  autor das imagens do Cristo com peitoral tatuado, braços musculosos , recentemente publicadas na capa do jornal The New York Times,  inventou o projeto Art4God para tentar aproximar os jovens do “cristianismo”. Sawyer acredita-se um legítimo pregador (!?...) do Messias de Nazaré. Através de livros, revistas e blogs, Stephen tem viajado os Estados Unidos divulgando a sua bizarra ideologia, retratando a figura máscula de Jesus igualando-O a um super-herói.&lt;br /&gt;Embora os desenhos sejam absolutamente grotescos e chocantes, é muito difícil em uma sociedade aberta, democrática e plural como a nossa, evitar expressões como essas, ou opiniões e teses, tenham elas ou não caráter histórico, científico, religioso ou moral, público ou privado. Todavia, o Espiritismo preconiza e defende a liberdade de expressão responsável, ou seja, quando exercida de forma justa e respeitosa, de modo que não venha a agredir ou desmerecer o direito de crença do seu semelhante.&lt;br /&gt;A partir do momento que Deus dotou de razão o homem e lhe conferiu o livre-arbítrio, permitiu dessa forma que o mesmo abrace o caminho que espera ser o mais acertado para ele, tornando-o responsável pelas suas preferências. Quem somos nós para impor a quem quer que seja a nossa vontade, ou aquilo que acreditamos ser o melhor? Todavia , quando lemos a matéria relativa à veiculação da imagem de Jesus, igualando-O aos chamados homens “sarados”, ficamos extremamente indignados, pois guardamos a certeza de que a memória e imagem do Mestre devem ser respeitadas e veneradas no alcance máximo da liberdade  humana.&lt;br /&gt;É bem verdade que os espíritas não idolatram  nenhum mensageiro em pinturas, fotos, esculturas, etc., Mas, esse comportamento de Sawyer  cremos ser uma violentação gratuita e inteiramente desnecessária como tantos outros desrespeitos já praticados sob a “proteção” da vilipendiada liberdade de expressão, que culmina atingindo o sentimento de todos aqueles que têm Jesus como exemplo de moral, caráter, bondade, amor, humildade.&lt;br /&gt;No que tange à aparência de Jesus, sabe-se que atualmente não existe uma unanimidade de como ele era realmente. Mas, Públio Lentulos dizia que “Ele era belo de figura e atraia os olhares. Seu rosto inspirava amor e temor ao mesmo tempo. Seus cabelos eram compridos e louros, lisos até as orelhas, e das orelhas para baixo cresciam crespos anelados. Dividia-os ao meio uma risca e chegavam-lhes aos ombros segundo o costume da gente de Nazareth. As faces cobriam de leve rubor. O nariz era bem contornado, e a barba crescia, um pouco mais escura do que os cabelos, dividida em duas pontas. Seu olhar revelava sabedoria e candura. Tinha olhos azuis com reflexos de várias cores. Este homem amável ao conversar, tornava-se terrível ao fazer qualquer repreensão. Mas mesmo assim sentia-se Nele um sentimento de segurança e serenidade. Ninguém nunca o via rir.” (1)&lt;br /&gt;“Muitos, no entanto, O tinham visto chorar. Era de estatura normal, corpo ereto, mãos e braços tão belos que era um prazer contemplá-los. Sua Voz era grave. Falava pouco. Era modesto. Era belo quanto um homem podia ser belo." (2) Como se observa há dois mil anos havia  um Homem incomum, entre os milhões de habitantes terrestres... E Esse Homem singular veio tornar-se o centro da história da humanidade. Muito mais do que isso: Ele se tornou um marco para a história da humanidade, de tal modo que até o tempo histórico é contado tendo-O como referência.&lt;br /&gt;Como se não bastasse, em meio à crescente proliferação de idéias esdrúxulas sobre o Cristo,  há infelizmente  no seio do movimento espírita os que desejam ver Jesus banido das hostes doutrinárias.  São arautos caolhos que têm deturpado  a legítima concepção  espírita sobre  o Meigo Rabi da Galiléia. São bonifrates das trevas que espalham as extravagantes idéias do tipo: "Jesus é somente o emergir de um arquétipo plasmado no inconsciente coletivo".&lt;br /&gt;Nos seus devaneios, tais títeres atestam que, de “tudo quanto a civilização cristã reteve de Jesus, nesses dois milênios, muito mais há de mito.” Enxovalham nossas mentes com afirmativa: -"Nosso Jesus não é o mítico Governador do Planeta, aquele que vive, entre Anjos e Tronos, na bela ficção literária de Humberto de Campos" e, ainda, regurgitam outras pérolas frasais como: -"Nosso Jesus, inteiramente homem, não evoluiu em linha reta" e, mais ainda, vociferam: -"Jesus não criou nenhuma nova moral. Apenas interpretou, adequadamente, aquela que sempre esteve no coração do homem por todos os tempos e lugares.”! Que talento! Tratam, o mais supremo dos seres da criação como um "João ninguém".&lt;br /&gt;Na Terra, onde se multiplicam as conquistas da inteligência (algumas resvalam e se enterram nas valas profundas das retóricas vazias) e fazem-se mais complexos os quadros do sentimento amarfanhado no materialismo, saibamos que Ele (Jesus) no campo da Humanidade [foi o único] orientador completo, irrepreensível e inquestionável, que renunciou à companhia dos anjos para viver e conviver com os homens.&lt;br /&gt;Nos tempos áureos do Evangelho o apóstolo Pedro, mediunizado, definiu a transcendência de Jesus, revelando que Ele era "o Cristo, o Filho de Deus vivo" (3) . No século XIX o Espírito de Verdade atesta ser Ele "o Condutor e Modelo do Homem" (4). Para o célebre pedagogo e gênio de Lyon, o Cristo foi "Espírito superior da ordem mais elevada, Messias, Espírito Puro, Enviado de Deus e, finalmente, Médium de Deus."(5) Não há dúvidas que Jesus foi o Doutrinador Divino (6) e por excelência o "Médico Divino",  segundo André Luiz. (7) Por sua vez, Emmanuel o denomina de "Diretor angélico do orbe e Síntese do amor divino". (8)&lt;br /&gt;Para a maioria dos teólogos, Jesus  é objeto de estudo, nas letras do Velho e do Novo Testamento, imprimindo novo rumo às interpretações de fé. Para os filósofos, Ele é o centro de polêmicas e cogitações infindáveis. Para nós espíritas, Jesus foi, é e será sempre a síntese da Ciência, da Filosofia e da Religião. "Tudo tem passado nestes dois mil anos, na Terra- mas a [Sua] Palavra brilha como um Sol sem ocaso, guiando as ovelhas tresmalhadas, os cordeiros perdidos do Rebanho de Israel à porta do aprisco, para restituí-los ao Bom Pastor". (9)&lt;br /&gt;O Espiritismo vem colocar a Mensagem do Cristo na linguagem da razão, com explicações racionais, filosóficas e científicas, mas, vejamos bem, sem abandonar, sem deixar de lado o aspecto emocional que é colocado na sua expressão mais alta, tal como o pretendeu Jesus, ou seja o sentimento sublimado, demonstrando assim que o sentimento e a razão podem e devem caminhar pela mesma via, pois constituem as duas asas de libertação definitiva do ser humano.&lt;br /&gt;Inobstante não ser a experiência humana uma estação de prazer, por isso, continuemos trabalhando no ministério do Cristo, recordando que, por servir aos outros, com humildade, sem violências e presunções, Ele foi tido por imprudente e rebelde, transgressor da lei e inimigo da população, sendo escolhido por essa mesma multidão para receber com a cruz a gloriosa coroa de espinhos, mas sob o influxo do bom ânimo Ele venceu o mundo!&lt;br /&gt;O Cristo é o modelo de virtudes para todos os homens . E mais ainda. Jesus Cristo é incomparável em face da dedicação e a santidade que Ele dispensa à Humanidade. Nós, que ainda estamos mergulhados nos pântanos das questiúnculas teológicas , não temos parâmetros para avaliar a Sua magna importância para o Espiritismo, isto porque a Sua excelsitude se perde na escura bruma indevassável dos milênios. Dizemos mais: O Espiritismo sem Jesus pode alcançar as brilhantes expressões acadêmicas, mas não passará de atividade fadada a modificar-se ou desintegrar-se, como todas as conquistas superficiais da Terra. E o espírita cristão, que não cogitou da sua iluminação com o Evangelho do Mestre, pode ser virtuose da inteligência, Phd de qualquer coisa e filósofo, com as mais subidas aquisições científicas, mas estará sem bússola e sem norte no momento do “furacão” inevitável da dor moral.&lt;br /&gt;Temos dito!&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;Jorgehessen.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)    Descrição tradicional feita pelo pró-consul Públios Lentulos&lt;br /&gt;(2)    idem&lt;br /&gt;(3)    Mt 13, 16-17.&lt;br /&gt;(4)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 2001, pergunta 625&lt;br /&gt;(5)    Kardec, Allan. A Gênese, RJ: Ed. FEB, 1998, XV, item 2&lt;br /&gt;(6)    Xavier, Francisco Cândido. Os Mensageiros, Ditado pelo Espírito André Luiz, RJ: Ed FEB, 2000, cap. 27)&lt;br /&gt;(7)    Xavier, Francisco Cândido. Missionário da Luz, Ditado pelo Espírito André Luiz, RJ: Ed FEB 2003, cap. 18&lt;br /&gt;(8)    Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, Ditado pelo Espírito Emmanuel, RJ: Ed FEB 2001, 283 e 327.&lt;br /&gt;(9)    SCHUTEL, Cairbar. Parábolas e ensinos de Jesus, SP: ed. O Clarim- Matão, 1993, p. s/n&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-7619287060926610838?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/7619287060926610838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=7619287060926610838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7619287060926610838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/7619287060926610838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/o-que-pensar-dos-dizem-que-jesus-e.html' title='O QUE PENSAR DOS DIZEM QUE &quot;JESUS É SOMENTE O EMERGIR DE UM ARQUÉTIPO PLASMADO NO INCONSCIENTE COLETIVO&quot; ?'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-9133942315234255975</id><published>2011-11-26T14:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T04:00:51.373-08:00</updated><title type='text'>O Silêncio das Religiões</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-iU7LzcFI1Mc/TtFuZRNmPpI/AAAAAAAABmo/zFpTM837-Uc/s1600/passini.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 145px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-iU7LzcFI1Mc/TtFuZRNmPpI/AAAAAAAABmo/zFpTM837-Uc/s320/passini.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679441985487126162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Passini&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;passinijose@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;Vivemos uma época de paradoxos: nunca se falou tanto em paz, mas nunca se ensinou tanto a guerra, a grosseria, a brutalidade, a violência. Como é possível criar uma sociedade pacífica, serena, nos modelos ensinados por Jesus, por Buda, por Francisco de Assis, por Ghandi, se desde a infância a criatura humana é submetida a um aprendizado de violência por meio audiovisual em cores no cinema e no lar?  Observem-se os desenhos animados, plenos de exemplos de brutalidade, de destruição, de desrespeito às coisas e à vida, que são apresentados às crianças na televisão e na internet. As cenas se sucedem, mostrando seres disformes, monstruosos, criaturas que se combatem e se destroem de modo espetacular, arruinando tudo o que está ao seu redor, através de socos, pancadas, raios, explosões. Pergunta-se como ensinar à criança a paz, a tranquilidade, o respeito às coisas e às criaturas, se lhe são apresentados exemplos que a induzem exatamente ao contrário? O resultado dessa sementeira de brutalidade e desumanização é visto todos os dias nas estatísticas, que apresentam o crescente número de desavenças, de agressões e de mortes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    Como será possível a uma criança chegar à condição de adulto sem tornar-se consumidora de alcoólicos, se a televisão faz uma pregação insistente sobre o prazer de consumi-los, em todos os horários, dentro dos lares, usando como pano de fundo a euforia do futebol, a alegria do convívio humano? Nesse particular, evidencia-se o imenso poder dos produtores de bebidas alcoólicas, que não só conseguiram manter sua propaganda na mídia, como ganharam o espaço anteriormente usado pelos produtores de cigarros. A batalha contra o fumo foi vitoriosa, colocando o Brasil bem à frente de países mais desenvolvidos. Entretanto, o fumo é bem menos lesivo à sociedade do que o álcool. O dano produzido pelo fumo se restringe quase que só ao seu usuário, enquanto que o do álcool é capaz de destruir uma família inteira. Por que não regulamentar a propaganda, a venda e o uso de alcoólicos como se fez com o fumo? Mas apesar de o uso do álcool ser muito mais danoso que o do fumo, não há legislação que obrigue os fabricantes de bebidas alcoólicas colocarem, nos seus produtos, avisos quanto aos malefícios do seu uso, conforme é exigido nas embalagens de cigarros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    E, por falarmos em propaganda danosa, o que dizer quanto à licenciosidade sexual, o que dizer sobre as aulas de prostituição que entram nos lares, em todos os horários? As cenas de intimidade vividas por casais são apresentadas em novelas exibidas à tarde e à noite. Alguns programas são apresentados em horário mais avançado, dado o nível de sensualidade que apresentam, mas as suas chamadas, os seus anúncios são feitos em todos os momentos. Há programas que não apenas são atentatórios aos bons costumes, à moral, à ética, mas à própria dignidade humana, onde se evidencia não só a licenciosidade, mas também a ausência de pudor, de senso de privacidade, este, um dos atributos que distingue o ser humano do restante da criação. Há programas humorísticos que pregam abertamente a promiscuidade, o desrespeito, o deboche, o uso do palavrão. O aviltamento da mulher se tornou tão comum que é olhado pelo viés humorístico. Há flagrante apoio à mulher leviana, despudorada, em detrimento da nobre figura da mulher-esposa, da mulher-mãe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    Mas, afinal, vivemos num país que se diz cristão. Será que o Cristianismo é para ser vivenciado apenas no interior das comunidades religiosas? Será que se deveriam isolar do mundo aqueles que não desejam compactuar com esse estado de coisas, ou lutar para que o mundo se torne compatível com os ensinamentos do Cristo? Se aqueles que desejam manter uma vida equilibrada, respeitosa pretenderem afastar-se do convívio com a sociedade, como interpretariam a recomendação de Jesus, registrada por dois evangelistas: “Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos (...)” (Mt, 10: 16) e “Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.” (Lc, 10: 3)?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    Diante da recomendação de Jesus, não devemos criar ilhas onde se viva cristãmente, mas devemos trabalhar no sentido de cristianizar todos os lugares. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    Como nos sentiríamos se, subitamente, aparecesse Jesus ao nosso lado, quando nossas crianças estão vendo certos desenhos, ou estamos assistindo a algumas dessas novelas, desses filmes ou algum desses programas? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;E o que estão fazendo as religiões no sentido de despertar as criaturas para uma mudança de atitude, a fim de que assumam sua real posição diante do Cristo? Será que o papel das religiões é levar seus fiéis a pensarem em Deus, ouvindo enternecidamente comentários sobre os ensinamentos de Jesus, somente no interior dos templos, em momentos sagrados? Mas Jesus nunca separou a vida em momentos sagrados e momentos profanos. De acordo com os Seus ensinos, os princípios éticos e morais devem permear todos os atos da vida, em todos os ambientes. Portanto, é premente a necessidade de se despertar o homem para o esforço de proceder de conformidade com esses ensinamentos, em todas as circunstâncias da vida, conforme Ele ensinou e exemplificou. Logo, as religiões devem esclarecer o homem no sentido de não esperar o Céu depois da morte, mas de construí-lo aqui, em todos os ambientes, principalmente dentro de si mesmo, desde agora. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;E como estamos procedendo nós, espíritas, nesse cenário caótico em que vivemos? As casas espíritas estão promovendo reflexões sérias que nos levem a nos situarmos na vida como espíritos imortais temporariamente encarnados? Estamos tendo oportunidade de avaliação das propostas da televisão, do cinema, do teatro, da literatura ante nosso futuro no Mundo Espiritual? Lembremo-nos de que, se o Espiritismo não nos atemoriza com o Inferno, também não nos oferece um Céu conquistado sem esforço no Bem. A verdade é que também nós estamos um tanto acomodados diante do panorama atual, pois raras vozes se erguem para denunciar esse tremendo antagonismo entre o que nos oferece a mídia, e as diretrizes de conduta ensinadas no Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:maroon;"&gt;    Portanto, diante dessa ruína moral que se vê na atualidade, é de se perguntar onde estão as vozes dos condutores de almas, onde estão as vozes das religiões que silenciam diante de tanta ignomínia? Será que aguardam a volta de João Batista?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                              &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-9133942315234255975?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/9133942315234255975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=9133942315234255975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/9133942315234255975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/9133942315234255975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/o-silencio-das-religioes.html' title='O Silêncio das Religiões'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-iU7LzcFI1Mc/TtFuZRNmPpI/AAAAAAAABmo/zFpTM837-Uc/s72-c/passini.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-5954206768685316613</id><published>2011-11-24T17:51:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T16:59:42.220-08:00</updated><title type='text'>COMO SE ENCONTRA O ATUAL CENÁRIO ESPÍRITA NA PÁTRIA DO EVANGELHO?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/jlh.jpg" alt=" " align="right" height="105" width="142" /&gt;&lt;br /&gt;Lemos recentemente o primeiro aviso espiritual sobre a missão da Pátria  do Evangelho, ditada em 1873 pelo Espírito Ismael! Sublinhamos na  mensagem lida os seguintes trechos: “o Brasil tem a missão de  cristianizar. É a Terra da Fraternidade. A Terra de Jesus. A Terra do  Evangelho. Não foi por acaso que tomou o nome de Vera Cruz, de Santa  Cruz. Na Era Nova que se aproxima, abrigará um povo diferente pelos  costumes cristãos. Cumpre reconhecer em Jesus, o chefe espiritual [do  Brasil]. A missão dos espíritas no País é divulgar o Evangelho, em  espírito e verdade. Os que quiserem bem cumprir o dever, a que se  obrigaram antes de nascer, deverão, pois, reunirem-se debaixo deste  pálio trinitário: Deus, Jesus e Caridade. Onde estiver esta bandeira, aí  estarei eu, Ismael.!” (1)&lt;br /&gt;Após a leitura dessa histórica mensagem, deliberamos analisar o atual   cenário espírita na Pátria do Evangelho. Propomos ao caríssimo leitor  fazer conosco um ligeiro check-up do atual movimento espírita nas terras  do “Cruzeiro do Sul”. Sem muito esforço de apreciação, identificaremos  uma redução acentuada do número de militantes sérios e comprometidos com  a Codificação Kardeciana. Lamentavelmente, assistimos irromper-se o  espírito elitista junto às muitas instâncias doutrinárias; vemos crescer  a volúpia da oficialização das cobranças de taxas para ingresso nos  eventos ditos “espíritas”. Promovem-se insistentemente a  espetacularização da oratória e do conhecimento doutrinário “decorado”  através de congressos, simpósios, workshop, palestras ou conferências  realizados quase sempre em lugares esplêndidos.&lt;br /&gt;A Internet tende a democratizar a informação mundial e poderia ser o  grande instrumento de divulgação dos princípios espíritas, porém o “olho  grande” nos  lucros através das vendas de livros psicografados caros  (cuja renda deveria destinar-se a obras assistenciais), salvo raras  exceções, estão sendo proibidos para “download” com a evocação do  execrável argumento materialista dos  tais “direitos autorais” (mas, os  autores são os espíritos, ou não?). É urgente um basta aos especuladores  ambiciosos, que continuam industrializando Jesus através do  Espiritismo. Cremos que se o Chico Xavier tivesse plena noção de que os  livros que doou seriam alvo de ganância financeira, ele não os doaria,  com certeza! É necessária a abolição dessa nefasta corretagem  doutrinária em que comerciantes avarentos transformam o Espiritismo em  balcão de negócios inaceitáveis.&lt;br /&gt;O Espiritismo, no aspecto meramente humano das suas atuais diretrizes,  ostentando convênio de agrado ou de cessão com as infiltrações mundanas  do materialismo, do ganho financeiro supostamente justificado pelo  assistencialismo de superfície, não se tem diferenciado da competição  entre as empresas comerciais que só visam ganhar mercado, clientes e  muitos cifrões.&lt;br /&gt;Emmanuel advertiu, entre outras coisas (como observaremos mais abaixo),  que os diretores de centros espíritas agenciam muito mais assembléias  para discutir modos de angariar dinheiro e haveres para o custeamento de  projetos desnecessários, e às vezes até supérfluos, do que para  instruir doutrinariamente os frequentadores da instituição. Por essas  razões, é importante analisar equilibradamente o movimento espírita  brasileiro de hoje.&lt;br /&gt;O incomparável médium Chico Xavier advertiu há algumas décadas que a  mensagem espírita não pode se distanciar do povo. É “preciso fugir da  tendência à elitização no seio do movimento espírita. É necessário que  os dirigentes espíritas, principalmente os ligados aos órgãos  unificadores, compreendam e sintam que o Espiritismo veio para o povo e  com ele dialogar. É indispensável que estudemos a Doutrina Espírita  junto às massas, que amemos todos os companheiros, sobretudo os  espíritas mais humildes, social e intelectualmente falando, e das massas  nos aproximarmos com real espírito de compreensão e fraternidade [isso  não se consegue com os shows dos eventos pagos, protagonizados por  alguns pregadores que comercializam as palestras que realizam]. Se não  nos precavemos, daqui a pouco estaremos em nossas casas espíritas apenas  falando e explicando o Evangelho de Cristo às pessoas laureadas por  títulos acadêmicos [que não abrem mão de manter o burlesco “Dr.” antes  dos endeusados nomes e sobrenomes] ou intelectuais e confrades de  posição social mais elevada. Mais do que justo evitarmos isso (repetiu  várias vezes) a “elitização” no Espiritismo, isto é, a formação do  “espírito de cúpula”, com evocação de infalibilidade, em nossas  organizações.”(2)&lt;br /&gt;Numa das entrevistas concedidas a Jarbas Leone Varanda, publicada  no jornal uberabense, Chico exprobra mais uma vez: “a falta de maior  aproximação com irmãos socialmente menos favorecidos, que equivale à  ausência de amor, presente no excesso de rigorismo, de formalismo por  parte daqueles que são responsáveis pelas nossas instituições; o médium  mineiro reprova a preocupação excessiva com a parte material das  instituições, com a manutenção, por exemplo, de sócios contribuintes ao  invés de sócios ou companheiros ligados pelos laços do trabalho, da  responsabilidade, da fraternidade legítima; é a preocupação com o  patrimônio material ao invés do espiritual e doutrinário; é a  preocupação de inverter o processo de maior difusão do Espiritismo  fazendo-o partir de cima para baixo, da elite intelectualizada para as  massas, exigindo-se dos companheiros em dificuldades materiais ou  espirituais uma elevação ou um crescimento, sem apoio dos que foram  chamados pela Doutrina Espírita a fim de ampará-los na formação  gradativa.” (3)&lt;br /&gt;O mestre lionês certifica que “quando as idéias espíritas forem aceitas  pelas massas, os sábios se renderão à evidência”. (4) Não podemos  permitir a “deturpação da mensagem dos Espíritos, como aconteceu com o  Cristianismo legalizado por Constantino, em 313, e posteriormente  oficializado como religião do Império romano por Teodósio, em 390. A  Doutrina dos Espíritos veio para consertar o Cristianismo, todavia, na  sua feição evangélica primitiva. Os líderes que se transviarem das  legítimas mensagens espíritas cristãs sofrerão as severas sanções das  Leis do Criador, em face da invigilância, pois com as Leis de Deus não  se pode brincar.&lt;br /&gt;Corroborando a tese de Humberto de Campo sobre a missão cristã do nosso  país no contexto mundial, Emmanuel registra - “achamo-nos todos à frente  do Brasil, nele contemplando a civilização cristã, em seu desdobramento  profundo. Nele, os ensinamentos de Jesus encontram clima adequado à  vivência precisa.”(5)  “Embora nos reconheçamos necessitados da fé  raciocinada com o discernimento da Doutrina Espírita, é forçoso observar  que não é a queda dos símbolos religiosos aquilo de que mais carecemos  para estabelecer a tranquilidade e a segurança entre as criaturas, mas  sim a nova versão deles, porquanto sem a religião orientando a  inteligência cairíamos todos nas trevas da irresponsabilidade, com o  esforço de milênios volvendo , talvez, à estaca zero, do ponto de vista  da organização material na vida do Planeta.” (6)&lt;br /&gt;Culminamos nossos argumentos relembrando que se “o Brasil puder  conservar-se na ordem e na dignidade, na Justiça e no devotamento ao  progresso que lhe caracterizam os dirigentes, mantendo o trabalho e a  fraternidade, a cultura e a compreensão de sempre, para resolver os  problemas da comunidade e, com o devido respeito à personalidade humana e  com o devido acatamento aos outros povos, decerto que cumprirá os seus  altos destinos de pátria do Evangelho, na qual a Religião e a Ciência,  enfim unidas, se farão as bases naturais da felicidade comum através da  prática dos ensinamentos vivos de Jesus Cristo.” (7)&lt;br /&gt;Jorge Hessen&lt;br /&gt;http://jorgehessen.net&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas:&lt;br /&gt;(“1)    Mensagem recebida no Grupo Confúcio, 1873. O Grupo Confucio (02  agosto 1873) foi a 1ª Sociedade Espírita nascida com o objetivo de  divulgar a Doutrina. Posteriormente mudou seu nome para Grupo Ismael. No  Rio de Janeiro foi a primeira, mas no Brasil foi a segunda  porque a 1ª  Sociedade Espírita fundada no Brasil foi na cidade de Salvador, em 17  de Setembro de 1865 : Grupo Familiar do Espiritismo. (Grandes Espíritas  do Brasil – Zeus Vantuil, pág 118)&lt;br /&gt;(2)    Xavier, Francisco Cândido. Encontros No Tempo, São Paulo:  Editora Instituto de Difusão Espírita, 1979, 2ª edição,&lt;br /&gt;(3)    Entrevista concedida ao Dr. Jarbas Leone Varanda e publicada no  jornal uberabense: “Um encontro fraterno e uma Mensagem aos espíritas  brasileiros”. Publicado no livro Encontro no Tempo, 2ª edição&lt;br /&gt;(4)    Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro, Ed. FEB, 1973, Introdução&lt;br /&gt;(5)    Mensagem psicografa por Francisco Cândido Xavier, em Uberaba, MG,  na tarde de 18/08/1971, para a reportagem da revista O Cruzeiro, do Rio  de Janeiro, da qual – edição de 01/09/1971, pág. 25 – permanece aqui  transcrita&lt;br /&gt;(6)    idem&lt;br /&gt;(7)    idem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-5954206768685316613?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/5954206768685316613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=5954206768685316613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5954206768685316613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/5954206768685316613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/como-se-encontra-o-atual-cenario.html' title='COMO SE ENCONTRA O ATUAL CENÁRIO ESPÍRITA NA PÁTRIA DO EVANGELHO?'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-4971379135769008734</id><published>2011-11-21T04:35:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T04:39:05.854-08:00</updated><title type='text'>DEUS, A MÃE E O FILHO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-PWVjZXEsQG8/TspGVEboyaI/AAAAAAAABmQ/tktL6RO-WqI/s1600/MARGARIDA.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 106px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-PWVjZXEsQG8/TspGVEboyaI/AAAAAAAABmQ/tktL6RO-WqI/s200/MARGARIDA.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677427608034789794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                     &lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Margarida Azevedo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;margaridamariaazevedo@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;em&gt;“E aconteceu, depois destas coisas, que tentou Deus a Abraão, e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E disse: Toma, agora, o teu filho, o teu único filho, Isaac, a quem  amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto, sobre  uma das montanhas, que eu te direi.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças  nada; porquanto, agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu  filho, o teu único.”&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(Gn 22: 1-2; 11-12)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aprende-se através destes versículos que não basta dizer que se acredita  em Deus, é preciso prová-lo. Porém, algumas provas parece que  transcendem em muito o razoável.&lt;br /&gt;Será que é preciso numa dimensão sacrificial o sacrifício, e  nomeadamente da própria vida, para provar a fé? Que representa a vida em  relação à fé? Precisará a fé da minimização vida, de a tornar  insignificante?&lt;br /&gt;Este cap. Gn 22 remete-nos para a dimensão trágica do amor e da fé, um  dos binómios mais complexos da nossa existência. Com linguagens  diferentes, objectivos e vivências diferentes, neste capítulo,  incompatíveis e em conflito, remetem-nos para: Quem amo mais, Deus ou o  meu filho? É esta a grande questão da reflexão que se segue.&lt;br /&gt;Mas o texto vai ainda mais longe. Em sua magistral sabedoria, não nos  permite colocar as seguintes questões: O que faço com a fé, na ausência  do meu filho, que matei sem ripostar? Que alegria numa fé baseada no  infanticídio do único filho, objecto do amor total? Como é que a fé  anula o horror da morte do filho, uma ausência sem retorno? Não podemos  colocar tais questões porque o infanticídio não chegou a acontecer e,  como tal, a reflexão é vazia de conteúdo. As respostas a estas questões  nunca as iremos ter porque o texto deixa-nos em suspenso...&lt;br /&gt;Aquilo para que nos remete, entre outras coisas, é para a tomada de  consciência de que podemos ser interceptados por Deus, pedindo-nos  coisas dificílimas e por meio das quais somos confrontandos com as mais  cruas questões existenciais, entre elas as provas da nossa fé.&lt;br /&gt;Por outro lado, todos sabemos que as situações-limite nos conduzem a  realidades que desencadeiam em nós estados de alma, avivam ou recalcam  sentimentos conduzindo-nos a certezas de tal forma ilusórias que nos  fazem crer que determinadas coisas estão na iminência de acontecer. São  episódios que nos põem à prova mediante testes muito complexos, em que  precisamos de pôr em causa ou reflectir sobre o que temos acreditado  desde sempre, impondo-nos nervos de aço para tomarmos decisões ao  arrepio do que seria esperável.&lt;br /&gt;Através do capítulo em questão, é-nos exigido que saibamos viver com o  desconhecido e o inesperável, aceitar a realidade de que viver é não  saber como tudo vai acabar. Abraão não sabia se Deus o deixaria levar o  teste até ao fim, nós, séculos mais tarde, também não. Quem sabe se  apenas ficou adiado?! É dramático pensá-lo.&lt;br /&gt;Mediante as nossas estruturas afectivas e a nossa relação com Deus, bem  como o modo como estamos na fé, será que Deus não estará disposto, hoje,  a pôr-nos à prova mediante idênticos processos? Esta questão, não já  face ao que não aconteceu porque Deus não quis, mas em nome de um futuro  que depende só de nós, faz algum sentido.&lt;br /&gt;Matar o filho para provar a fé é o absurdo dos absurdos. Mas é para a  análise de abismos como este que a Bíblia Hebraica nos remete: a  dimensão trágica da nossa existência, os absurdos, as aporias, o  ilógico.&lt;br /&gt;O capítulo (Gn 22) alude indiscriminadamente a Deus e ao anjo como se de  uma personagem única se tratasse, revelando duas presenças numa só. Nos  v. 1-2 quem fala é Deus, enquanto nos v. 11-12 é o anjo. Porquê? Não  poderemos assumir isso como uma fuga de Deus? Onde estava Deus aquando  do holocausto? Era suposto que Deus estivesse também em 11-12. Por que  não está?&lt;br /&gt;Não poderemos entender isso como uma resposta do género: nos momentos  cruciais, quando o mecanismo já está irreversivelmente em acção, somos  entregues a nós mesmos, abandonados às nossas próprias decisões? A  decisão é sempre complexa e isolada, e segundo o capítulo em epígrafe,  nem Deus interfere.&lt;br /&gt;Vejamos a mesma história pelo lado feminino, e coloquemos as seguintes  questões: Porque é que a mãe, Sara, está ausente deste diálogo? E se  Deus tivesse dirigido o mesmo pedido à mulher? E já agora, por que não o  fez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que toda a história teria outro desenlace. É que uma mãe é um  animal muito estranho. Atacar um filho é candidatar-se a observar até  onde pode ir a ferocidade, ainda que representada na mais franzina das  mulheres. Não há animal que lhe ganhe. O leão mais bravo não passa de  gatinho manso quando comparado com uma mãe assanhada. É uma experiência  que não aconselho a fazer.&lt;br /&gt;Por outro lado, questões como justo e injusto, dignidade e indignidade,  verdade e mentira não passam de binómios sem sentido, facilmente  ultrapassáveis quando se trata de defender um filho. Por ele, a mãe  pobre deixa de comer para que a ele não falte; faz qualquer coisa para o  vestir e calçar, para que seja alguém na vida, vai ao fim do mundo,  ultrapassa impossíveis, até faz o pino em cima de pregos.&lt;br /&gt;Se Deus tivesse feito o mesmo pedido à mulher, e o autor do texto  sabia-o muito bem, o desfecho teria sido o fracasso de Deus porque a  experiência gorava. A mulher não teria ido ao monte para entregar o  filho em holocausto. Menos ainda ser ela própria a matá-lo. Nunca,  jamais. Deus não teria podido provar a importância da fé, e o amor  incondicional pelo filho sairia vitorioso. O animal-mãe encara o filho  como sendo o seu próprio anjo, o seu pequeno deus, donde viver é  trabalhar para ele.&lt;br /&gt;Abraão está sempre presente não por se tratar de um patriarca, ou por se  crer, erroneamente, que na Bíblia a mulher é considerada inferior ao  homem, a Bíblia está cheia de mulheres importantes, do Primeiro ao  Segundo Testamentos. O facto é que há certos pedidos que não se podem  fazer a uma mulher. Este é um deles.&lt;br /&gt;Exigir que a mulher entre em conflito com o seu filho, ainda que em nome  da fé ou de Deus, é melhor não exigir, pois a mãe prefere o inferno com  o filho do que o céu sem ele.&lt;br /&gt;A grandeza da vida humana é precisamente a dinâmica destes conflitos, os  quais nem sempre terminam bem. Há um que é esmagado pelo outro. Para a  mulher, crer em Deus é um caso arrumado, desde que não vá mexer com o  seu sagrado pessoal afectivo. Ao longo da história das religiões, o  feminino tem desempenhado um papel preponderante, todavia há que não  esquecer de que há outra camada que se sobrepõe, uma outra forma de  relação com o divino. A mulher tem como que um pacto de não agressão com  ele porque, no que toca ao seu filho, estamos perante o seu próprio  sagrado, o que para ela é intocável.&lt;br /&gt;No entanto, o amor incondicional pelo filho não poderá ser uma linguagem  da fé? Um dos grandes enigmas do mundo é o amor de mãe. É  incondicional, desmesurado, cego, universal, atemporal, … E a fé não  deveria ser assim? Lembremos que Francisco de Assis afirmou que gostaria  de ver os homens comportarem-se como filhos de uma só mãe.&lt;br /&gt;Em termos de interpretação judaica, a nossa leitura seguiria outros  caminhos. Não no que diz respeito à mãe, mas em relação ao Homem. A  grande novidade do Judaísmo é que Deus é Deus sem precisar de apoucar o  próprio homem, e o homem é o homem sem precisar de se rebaixar perante  Deus. São ambos importantes e grandes, donde não é necessário que um  anule o outro.&lt;br /&gt;Nesta ordem de grandezas, Deus e Homem encontram-se na História, e por  isso o Messias tão esperado tem que ser um líder político, libertador de  toda a opressão porque directamente ao serviço de Deus.&lt;br /&gt;Se Deus tivesse levado a prova até ao fim, estaríamos em presença da  escravização da fé, a opressão de Deus sobre o homem. Ao deixar viver  Isaac, Deus confere a Abraão a alegria da fé. E a História é a trama dos  vivos, não dos mortos.&lt;br /&gt;Margarida Azevedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu muito obrigada ao grupo ecuménico de estudos bíblicos, que tanto  me tem ensinado, e de que tenho a honra de fazer parte há já onze anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-4971379135769008734?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/4971379135769008734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=4971379135769008734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4971379135769008734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/4971379135769008734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/deus-mae-e-o-filho.html' title='DEUS, A MÃE E O FILHO'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PWVjZXEsQG8/TspGVEboyaI/AAAAAAAABmQ/tktL6RO-WqI/s72-c/MARGARIDA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-899022618324305225</id><published>2011-11-17T12:05:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T18:03:55.380-08:00</updated><title type='text'>AUTOCOMBUSTÃO HUMANA ESPONTÂNEA? SERIA POSSÍVEL? EIS A QUESTÃO!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.gostodeler.com.br/images/560/auto.jpg" alt=" " align="left" height="215" width="228" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Michael Faherty, de 76 anos, desencarnou em sua casa em Galway no dia 22 de dezembro de 2010. O corpo, carbonizado, foi encontrado com a cabeça virada para a lareira. O médico legista Ciaran McLoughlin, de West Galway, Irlanda, afiançou que Faherty foi vítima de uma “autocombustão humana”. "O incêndio foi totalmente investigado e a sua conclusão é de que o fato se encaixa na categoria de ‘combustão humana espontânea’, para o qual não há uma explicação adequada"(1). McLoughlin explicou ser essa a primeira vez em 25 anos de carreira que deu um parecer de combustão espontânea.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Larry Arnold, um experto em autocombustão humana, sugere que o fenômeno resulta de uma nova partícula subatômica chamada 'pyroton' que, segundo ele, interage com as células para criar uma micro-explosão. Mas não existe nenhuma evidência científica provando a existência de tal partícula.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A primeira combustão humana espontânea conhecida foi divulgada pelo anatomista dinamarquês Thomas Bartholin, em 1663, quando descreveu como uma mulher em Paris "foi reduzida a cinzas e fumaça" enquanto dormia. O colchão de palha onde ela estava deitada não foi danificado pelo fogo. Em 1763, Jonas Dupont apresentou em Lyon uma tese de doutorado: De incendiis corporis humani sponraneis; ele foi o primeiro a tratar do assunto oficialmente.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;No século XIX, Charles Dickens despertou grande interesse no assunto, usando o tema para “matar” um personagem de sua novela "A casa abandonada” ("Bleak House"). Krook (o personagem alcoólatra), compartilhava da crença comum nessa época de que a combustão humana espontânea era causada por quantidades excessivas de álcool no corpo.(2) Surgiram algumas críticas acusando Dickens de divulgar superstições, mas o escritor respondeu aos ataques citando suas fontes de pesquisa sobre autocombustão humana – especialmente o caso da Condessa Cornelia de Bandi, de Cesena, Itália, ocorrido em 1731 – e o de Nicole Millet.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A rigor, ninguém ainda desmentiu ou provou concreta e conclusivamente a combustão humana espontânea. Portanto, estamos diante de um fenômeno paranormal não mencionado na literatura consagrada pelas explicações espíritas e que tem desafiado a inteligência dos pesquisadores. A ocorrência é um&lt;i&gt; &lt;/i&gt;dos mais complexos fenômenos estudados pela parapsicologia e, sem dúvida, dos mais difíceis de ser comprovado, e sobre o qual muitos cientistas preferem manter silêncio. A definição pode parecer um tanto vazia, mas a verdade é que pouco ou nada se sabe sobre o suposto fenômeno – como se inicia ou termina, ou mesmo por que ocorre.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;O intrigante da questão é: os corpos físicos podem ser consumidos espontaneamente pelo fogo? Muitas pessoas acreditam que a autocombustão humana seja um evento possível, mas a maioria dos cientistas não está convencida, apesar das evidências pelas inúmeras imagens fotográficas existentes. Para alguns, a combustão espontânea ocorre quando uma pessoa rompe em chamas por causa de uma reação química interna aparentemente não provocada por uma fonte externa de calor (ignição). “Em dezembro de 1966, o corpo do Dr. J. Irving Bentley, de 92 anos, foi descoberto na Pensilvânia, ao lado do medidor de consumo de eletricidade de sua casa. Na realidade, apenas parte da perna dele e um pé, ainda com o chinelo, foram achados. O restante do seu corpo tinha se transformado em cinzas.” (3)&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Como esclarecer que um homem pegou fogo – sem nenhuma origem aparente de faísca ou chama – queimando completamente o próprio corpo, sem espalhar as chamas para nenhum objeto próximo? O caso do Dr. Bentley e centenas de outros casos semelhantes ficaram conhecidos como eventos de "combustão humana espontânea" (Spontaneous Human Combustion – SHC). Embora ele e outras vítimas do fenômeno tenham sofrido combustão quase total, as redondezas de onde se encontravam, ou as próprias roupas, muitas vezes não sofriam dano algum.(4)&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Certa vez a TV Globo mostrou um “senhor que dormiu dois dias sucessivos e ao acordar notou no seu corpo queimaduras espontâneas profundas e sua mão direita completamente carbonizada, a qual teve que ser amputada. Um médico e um cientista abordados a respeito desse fato também não souberam explicá-lo. Mas como é de praxe, batizaram o fenômeno: "Combustão espontânea do corpo humano".(5)&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Allan Kardec elucida os fenômenos (anímicos) de efeitos físicos (ruídos, pancadas, lançamento de objetos, transportes, a pirogenia ou combustão espontânea [roupas, colchões, móveis], psicometria (percepção de fatos a partir de objetos) etc.(6) As manifestações físicas estiveram relacionadas ao próprio surgimento da Doutrina Espírita, no século XIX, quando o professor Rivail teve sua atenção despertada para as chamadas mesas girantes e passou a estudá-las conforme consigna O Livro dos Espíritos, na Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita. Os fenômenos espíritas desse gênero, de modo geral as manifestações físicas espontâneas, objetivavam chamar a atenção de Kardec e convencê-lo da presença de uma força superior à do homem.(7) Todavia, ressalte-se que o mestre de Lyon  nada investigou e nem os espíritos informaram sobre o fenômeno de mortes por autocombustão humana.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;“Existe, no entanto, a faculdade, qual utilizava Daniel Dunglas Home, que produzia fenômenos de combustão espontânea, mas que não era autocombustão e que não o queimava. Em uma experiência memorável diante do Imperador Napoleão III, antes de Allan Kardec, no mês de abril de 1852, convidado às Tulherias por aquele, deu as maiores demonstrações de mediunidade, porque o Imperador gostava de prestidigitação (ilusionismo) e acreditava que os fenômenos produzidos por Daniel e por outros eram de ilusionismo, de malabarismo. Entre as manifestações notáveis que Daniel produziu naquela noite, uma foi tomar de uma folha de papel, atritá-la, atirando-a nas labaredas da lareira, dizendo: – "Não queime". – e a folha de papel permaneceu intacta. Ele afastou-se alguns metros, e ordenou: – "Pode queimar". – e ela ardeu. Constatamos que ele a havia impregnado de energia anti-combustiva e, ao dar-lhe a ordem, a energia desgastada, não isolou o papel.” (8)&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Quais as causas dos fenômenos de efeitos físicos? Qual a sua origem e sua finalidade? São questões que passaram a ocupar o pensamento do professor lionês, que passou a estudá-los levando-o às pesquisas e ao trabalho de compilação e organização da Codificação Espírita, dando origem aos cinco livros que editou usando o criptônimo de Allan Kardec.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="background:white"&gt;Pelo sim, pelo não, ousemos propor uma explicação plausível para o &lt;/span&gt;fenômeno peculiar &lt;span style="background:white"&gt;que consome uma pessoa por uma chama que parece vir de seu próprio corpo e transformá-la em pouco mais que um monte de ossos enegrecidos e pó. Cremos ser um processo expiatório&lt;/span&gt; que alcançam alguns seres humanos que invariavelmente praticaram atos impiedosos no passado, quiçá nos medievos cenários inquisitoriais; pessoas essas que incineraram impiedosamente os hereges vivos nos troncos do ódio, razão pela qual e sob o látego da Lei de Ação de Reação carregam as matrizes que liberam a materialidade de tão dantesco fenômeno.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Espera-se que um dia o mistério possa ser mais bem esclarecido, pois a autocombustão de corpos representa um dos mais complexos e atemorizantes acontecimentos paranormais da história humana.&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; color: rgb(204, 0, 0);" align="right"&gt;Jorge Hessen&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; color: rgb(204, 0, 0);" align="right"&gt;&lt;a href="http://jorgehessen.net/" target="_blank"&gt;http://jorgehessen.net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(1)           Disponível em &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110923_combustao_irlanda_fn.shtml" target="_blank"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/09/110923_combustao_irlanda_fn.shtml&lt;/a&gt; acessado em 16/11/2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(2)           Entre as vítimas da tal “combustão humana espontânea”, consta uma proporção elevada de mulheres idosas, sedentárias, obesas e que bebiam muito. Mas a lista compreende também pessoas jovens, em boa saúde e que não bebiam, o que torna particularmente precária a explicação pela combustão do álcool e das gorduras do organismo. As listas das vítimas mostram, igualmente, uma proporção anormal de eclesiásticos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(3)           Disponível em &lt;a href="http://teoriadaconspiracao.org/discussion/67/combustao-humana-espontanea-che/p1" target="_blank"&gt;http://teoriadaconspiracao.org/discussion/67/combustao-humana-espontanea-che/p1&lt;/a&gt; acessado em 11/11/2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(4)           Disponível em &lt;a href="http://teoriadaconspiracao.org/discussion/67/combustao-humana-espontanea-che/p1" target="_blank"&gt;http://teoriadaconspiracao.org/discussion/67/combustao-humana-espontanea-che/p1&lt;/a&gt; acessado em 11/11/2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(5)           Disponível em &lt;a href="http://www.espirito.org.br/portal/artigos/correio-fraterno/boletim-2000-04.html" target="_blank"&gt;http://www.espirito.org.br/portal/artigos/correio-fraterno/boletim-2000-04.html&lt;/a&gt; acessado em  12/11/2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(6)           Há alguns anos, uma modesta residência da Grande São Paulo foi literalmente destruída em decorrência de uma série continuada de fenômenos de efeitos físicos: combustão espontânea de roupas, cobertores e colchões, vidros e telhas estilhaçados por objetos atirados ninguém sabia de onde, barulhos ensurdecedores que não deixavam ninguém descansar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(7)           Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns , Rio de Janeiro: Ed FEB, 1999, item 85&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.25pt; text-align: justify; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(8)           Entrevista de Divaldo Franco, disponível em &lt;a href="http://grupoallankardec.blogspot.com/2011/11/combustao-espontanea-na-visao-espirita.html" target="_blank"&gt;http://grupoallankardec.blogspot.com/2011/11/combustao-espontanea-na-visao-espirita.html&lt;/a&gt; acessado em 11/11/11&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-899022618324305225?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/899022618324305225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=899022618324305225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/899022618324305225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/899022618324305225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/autocombustao-humana-espontanea-seria.html' title='AUTOCOMBUSTÃO HUMANA ESPONTÂNEA? SERIA POSSÍVEL? EIS A QUESTÃO!'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-1180878254802703475</id><published>2011-11-13T05:51:00.000-08:00</published><updated>2011-11-13T05:56:22.858-08:00</updated><title type='text'>O ESPIRITISMO À BEIRA DO ABISMO ?!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-qzFHAmo5nhs/Tr_MRJ3DQLI/AAAAAAAABl0/Lfwypp9n5r0/s1600/MARGARIDA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 156px; height: 220px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-qzFHAmo5nhs/Tr_MRJ3DQLI/AAAAAAAABl0/Lfwypp9n5r0/s400/MARGARIDA.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674478650586775730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Margarida Azevedo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;margaridamariaazevedo@gmail.com&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Portugal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos  os grupos religiosos, independentemente das dimensões em termos de  fiéis ou do maior ou menor impacto social, primam pela construção de  interditos e preceitos, normas, teologias que visam traçar caminhos que  conduzam ao divino.&lt;br /&gt;É o que justifica a crença na existência de mundo paralelo ao mundo  físico, atingível por meio de fórmulas complexas, dizeres, sacralização  de espaços, lugares e objectos. Esses materiais tornaram-se meios de  transmissão de poderes mediante um uso diferente do do comum: o céu não é  um espaço físico onde cintilam estrelas e giram planetas, mas o lugar  misterioso onde moram os deuses com poderes infinitos; a Natureza não é a  vastidão imensa da fauna e flora, mas o espaço sagrado que reflecte a  vontade dos deuses.&lt;br /&gt;Com o avanço da Ciência, o horizonte do religioso sofre profundas  alterações ao deslocar o sagrado para o próprio homem. Inicia-se então  uma era geradora de uma espécie de super-homem, todo-poderoso, que, com o  seu pensamento, se impõe à Natureza, enfrenta-a, disputando com os  próprios deuses poderes e honrarias, a ponto de se confundirem entre si.  É disso exemplo a epopeia lusíada, brilhantemente cantada por Camões,  em que os deuses parecem humanos e os humanos parecem deuses. Mas  deixemos a Literatura.&lt;br /&gt;Sem ter consciência do que essa tomada de posição implica, há quem não  perceba que o endeusamento do homem é o seu próprio fracasso. Caindo a  absolutização do divino, com o seu mundo distante e independente do  mundo dos humanos, caiem crenças tais como uma rocha colocada de um modo  específico deixa de ser meio de adoração, e o templo já não congrega a  totalidade dos crentes. Porquê? Porque a Ciência mexeu com a fé, e os  materiais do sagrado fazem agora parte uma Natureza laicisada. Mais,  tornou ridículas muitas das suas manifestações, os seus conceitos e seus  investimentos afectivos, o que em nada abona a favor do homem. Isto  significa que, não tendo deixado para trás a noção de bons e maus  deuses, a mesma passou para o homem, classificando como mau aquele que  não pertence ao mesmo sistema de valores, logo aquele que não está na  mesma sintonia em termos de fé.&lt;br /&gt;Se por um lado desmorona-se todo o edifício e sistema de crenças assente  no desconhecimento das leis da Física, Química e Biologia, libertando  progressivamente o factor religioso da superstição, o que é uma  mais-valia, por outro há todo um vastíssimo desconhecimento e  consequente desvaloração do pensamento antigo por parte do homem  moderno; houve um deslocar da crença e da fé para a Ciência. Acredita-se  mais na descoberta da cura do cancro que na força da fé ou na eficácia  da oração, não se percebendo que uma não implica a anulação da outra.&lt;br /&gt;É preciso compreender que o avanço científico, responsável por novas e  cada vez mais complexas problemáticas, não anula as questões mais  antigas referentes ao campo religioso, à fé, ao investimento de crenças  em supostos métodos e meios de manifestação do divino. Ele apenas  acompanha os novos tempos, toma outro cariz, porém as questões de ontem  estão tão presentes hoje como antigamente. Não se trata de anular os  deuses, mas a superstição, pois que deuses, Espíritos, forças da  Natureza, Energia, etc., é tudo a mesma coisa com nomes diferentes, tal  como o Espiritismo o afirma ( vide perg. n.º 668 de O Livro dos  Espíritos).&lt;br /&gt;Porque há sofrimento, porque há ricos e pobres, porque morrem uns de  fome e outros vivem na opulência, porque há deficientes, porque é que o  mundo é algo organizado? O que é a fé? Por que sou crente? O que é a não  crença? Por que existo? Quem sou? De onde venho? Para onde vou? Estas  questões existenciais, terríveis, acrescente-se, são as mesmas desde que  o mundo é mundo, desde que o pensamento religioso existe, e não  conseguimos pensar o mundo e nós mesmos sem ele.&lt;br /&gt;Vivemos a prisão da nossa crença. Por mais mutável que nos pareça, por  mais que por seu intermédio nos modifiquemos, ela estará sempre lá. É  uma condicionante da nossa acção valorativa, uma forma de olhar, um modo  de viver. O mundo gira em torno e em função daquilo em que acreditamos,  seja no que for e como for. Vivemos na sombra das nossas vivências  interiores e à qual atribuímos e remetemos o que de bom e de mau nos  acontece. E esta matéria não é o objecto da Ciência.&lt;br /&gt;Ainda que fique provado que o Espírito existe, que a Matemática consiga  defini-lo por meio de fórmulas, que a Tecnologia delimite com toda a  precisão as suas dimensões, que a Biologia o identifique como uma forma  de vida apenas diferente, o homem de não fé continuará a chamar-lhe  outra coisa. Não podemos confundir a prova com a certeza da fé. Provar  que existe o ar não é acreditar nele. As certezas da fé advêm de um  fundo que não definimos, que é absolutamente inefável e que está  dependente de programas vivenciais que escapam ao entendimento. Pela fé  não descobrimos coisas novas, mas aprendemos a direccionar o nosso olhar  mediante estruturas vivenciais interiores, que nos remetem para um  tempo e uma vivência que nos parecem muito antigos. Viver na fé é  revelar-se, evidenciando mundivivências que estão fora do nosso espaço e  do nosso tempo. Somos portadores de uma multiplicidade de deuses,  ritos, castigo e perdão.&lt;br /&gt;Antigamente, o factor religioso era composto por um conjunto de  preceitos que respondiam às necessidases do homem de então. Hoje já não é  assim. O homem moderno e pos-moderno vive a angústia das suas  descobertas. O que é natural. O que ignoramos não nos incomoda porque é  um não existente. O incómodo vem directamente do que conhecemos e não  sabemos o que fazer com ele. Saber como se fazem os bébés-proveta não é  problema; em que situações, com que óvulos e com que espermatozóides, do  casal ou de dadores, isso já é um problema.&lt;br /&gt;A criação de leis que regulem as novas descobertas, quer queiramos  aceitar quer não, estarão sempre dependentes de factores que em tudo se  perdem na dimensão da fé, do modo como se está perante o divino, e de  como se espera agradar-lhe. Surgiram, de facto, novas questões, mas o  fundamento e o modo de solucioná-las passará sempre pelos mesmos  condicionalismos: uma componente valorativa dependente do sagrado.&lt;br /&gt;O Espiritismo, longe destas problemáticas, limita-se ao chavão das vidas  pretéritas. Porque é que uma coisa é de tal modo, responde-se sempre  por causa das encarnações anteriores. Desta forma, longe de ser uma  hipótese explicativa e um meio de ajudar na solução do problema,  assiste-se ao efeito contrário. Esta falsa teoria da reencarnação é  geradora da angústia de que um problema pode estender-se a uma  pluralidade de encarnações, nem podemos escapar-lhe porque nos persegue.  Mais que libertadora, essa teoria é uma corrente aprisionadora do  indivíduo ao seu passado, de que não se lembra, do qual não tem  quaisquer certezas, mas que está lá, culpabilizador. Quanto ao perdão  não existe, ficou adiado.&lt;br /&gt;O esquecimento das vidas passadas significa viver a presente como uma  novidade. Cada vida é um livro que se abre, totalmente desconhecido.  Assim, julgando que combatem aquilo a que chamam fé irracional ou  infundada, os falsos espíritas apenas substituem os materiais das  antigas crenças, ou simplesmente de outras crenças, pelo dogma da  reencarnação, pensando que dessa forma são mais evoluídos. Ora, o  Espiritismo não inventou os Espíritos, a sua comunicação com a Terra,  assim como não inventou a reencarnação. O Espiritismo cristianizou-os  mediante uma codificação que pretende dar voz às máximas de Jesus, num  mundo onde os próprios cristãos o esqueceram bem como à sua Doutrina.&lt;br /&gt;Mais, o Espiritismo não pode nem deve negar as antigas formas de crença,  o que seria uma profunda contradição, pois elas são o seu próprio  fundamento. &lt;em&gt;“É à mesma lembrança que se devem certas crenças  relativas à doutrina espírita encontradas em todos os povos? - Esta  doutrina é tão antiga quanto o próprio mundo. É por isso que a  encontramos por toda a parte, e é esta uma prova da sua veracidade.”&lt;/em&gt; ( KARDEC, A., &lt;em&gt;O Livro dos Espíritos&lt;/em&gt;, pp 128-129, perg, n.º221-a), e em O Evangelho Segundo o Espiritismo, o referido autor diz com toda a clareza que &lt;em&gt;“O Espiritismo se encontra por toda a parte, na antiguidade,e em todas as épocas da humanidade.”&lt;/em&gt; (p. 18).&lt;br /&gt;A veracidade da Doutrina está mais que provada através da História e da  Arqueologia, e podemos dizer que a Antiguidade, oriental e clássica,  além de ser a história social e política dos povos, a sua arte, ciência e  cultura, é, simultaneamente, a nossa História Espírita. É nesta arquê  do Espiritismo que encontramos, de forma indiferenciada, Magia  (lembremos os Reis Magos do Oriente, que previram o nascimento de  Jesus), Religião, Astrologia, Matemática, Geometria, Magnetismo... é  aqui que a Doutrina vai beber a sua identidade. &lt;em&gt;“O Espiritismo e o  magnetismo nos dão a chave de uma infinidade de fenómenos sobre os quais  a ignorância teceu muitas fábulas, em que os factos são exagerados pela  imaginação. O conhecimento esclarecido dessas duas ciências, que se  resumem numa só, mostrando a realidade das coisas e a sua verdeira  causa, é o melhor preservativo contra as ideias supersticiosas, porque  revela o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o que não  passa de crença ridícula.”&lt;/em&gt; (KARDEC, A., idem, p. 243)&lt;br /&gt;O que o Espiritismo codificado pretende fazer, entre outras coisas, é  introduzir o homem noutra dimensão da fé, livre dos materiais que até  agora têm funcionado como uma bengala: talismãs, representações  figurativas de Entidades, fórmulas e códigos complexos, enfim, toda e  qualquer manipulação mágica da Natureza. Como vimos na citação  supramencionada, o Espiritismo ultrapássa-os. &lt;em&gt;“ Em todos os tempos  foram reputados sobrenaturais os fenómenos cuja causa não era conhecida,  pois bem: o Espiritismo vem revelar uma nova lei, segundo a qual a  conversação com o espírito de um morto é um fato tão natural, como o que  se dá por intermédio da electricidade, entre dois indivíduos separados  por uma distância de cem léguas; o mesmo acontece com os outros  fenómenos espíritas.”&lt;/em&gt; (KARDEC,. A., &lt;em&gt;O que é o Espiritismo,&lt;/em&gt; p. 75).&lt;br /&gt;Porém, tomemos agora em consideração a seguinte pergunta: Os espíritas  conseguiram superar o politeísmo dos Antigos e o contemporâneo? Vejamos o  que a respeito nos ensina a Entidade interrogada:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Os fenómenos espíritas, sendo produzidos desde todos os tempos e  conhecidos desde as primeiras eras do mundo, não podem ter contribuído  para a crença na pluralidade dos deuses? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;_ Sem dúvida, porque aos homens, que chamavam deus a tudo o que era  sobre-humano, os Espíritos pareciam deuses. E também por isso, quando um  homem se distinguia entre os demais pelas suas acções, pelo seu génio  ou por um poder oculto que o vulgo não podia compreender, faziam dele um  deus e lhe rendiam culto após a morte.”&lt;/em&gt; (K., A., o.c., p.281, perg. n.º 668. Sublinhado do autor.).&lt;br /&gt;Parte significativa dos espíritas ainda não superou os antigos deuses.  Os fenómenos espíritas continuam a criar espanto tal como outrora.  Apenas mudaram os tempos e, com eles, a sua apresentação. Será que  alguém pode negar o culto e as romarias em torno da figura de F. C.  Xavier, a que um número cada vez maior de “fiéis” rende homenagem?  Alguém nega que o referido médium está a ser mais cultuado que Jesus,  nalguns Centros? Alguém pode negar que pôr em causa certos conteúdos dos  livros de Emmanuel é pôr a cabeça no cepo? Fazer referência a aspectos  em que Kardec está ultrapassado não equivale a falar contra a Doutrina,  sendo, quem o fizer, excomungado na fogueira da ignorância? Alguém pode  negar o ambiente exclusivista e intolerante face à rejeição de certos  trabalhos mediúnicos, por parte de alguns trabalhadores? Quem se atreve a  dizer, numa mesa de trabalhos, que não aprecia o Nosso Lar, de F. C.  Xavier, que rejeita passagens de O Livro dos Espíritos? Quem nega que os  fenómenos mediúnicos, porque produzidos através de determinados médiuns  ou tão somente por acontecerem dentro dos meios espíritas, são aceites  sem contestação? Desafio quem quer que seja a provar que o que digo é  falso.&lt;br /&gt;Além disso, muitos espíritas não conseguiram sobrepor-se à crença em  mézinhas, como é o caso de medicamentos que dizem vir do Astral,  supostamente revelados e prescritos por médicos espirituais; ou  “operações” feitas por autênticos curandeiros, um verdadeiro perigo para  a saúde pública e brilhantemente condenado pelo próprio F. C. Xavier;  continuam a creditar em seres com poderes especiais e, por isso, em  contacto directo com o divino ou com quem o represente, movimentando  milhões, uma ignomínia para os espíritas sérios, que se sentem incapazes  de acabar com tais práticas, por mais que as desmascarem. O  sobrenatural continua dentro da Doutrina, mal disfarçado perante o olhar  clínico de trabalhadores sérios, onde os falsos remetem o que é o  Espiritismo para segundo plano.&lt;br /&gt;E o que é o Espiritismo? Eu diria a liberdade de pensar Deus em que&lt;em&gt;  “Os Espíritos, ensinando o dogma da pluralidade das existências  corpóreas, renovam uma doutrina que nasceu nos primeiros tempos do mundo  e que se conservou até os nossos dias, no pensamento íntimo de muitas  pessoas. Apresentam-na, porém, de um ponto de vista mais racional, mais  conforme com as leis progressivas da Natureza e mais em harmonia com a  sabedoria do Criador, ao despojá-la de todos os acréscimos da  superstição&lt;/em&gt;."(KARDEC, A., idem, p. 141). E é isto que não está percebido.&lt;br /&gt;Ao ignorá-lo confundem codificação com negação. Ora, em parte alguma  Kardec ou as Entidades negam as antigas formas de crença, apenas lhes  dão continuidade de um ponto de vista mais racional. Na ilusão de que o  mundo de hoje já está preparado para perceber o que os Antigos não eram  capazes de compreender, não lhes passa pela cabeça que vivemos em torno  dos textos da Antiguidade, a começar pelos Evangelhos, e que estamos  muito longe de os pormos de lado. São disso exemplo o renascer das  técnicas de meditação orientais, taoistas e budistas, as práticas do  yôga, bem como os textos milenares que os fundamentam. É que o problema  não são os textos, mas a vivência da fé. Isto significa que o acento  tónico do problema não tem nada a ver com a antiguidade dos textos que,  só porque são antigos têm que ser forçosamente rejeitados. Santa  ignorância! Esses mesmos textos têm que ser lidos, hoje, desprovidos de  todo e qualquer pensamento prisioneiro de ideologias. É aí que está a  superação, no método analítico próprio de uma exegese histórico-crítica,  e não acorrentado a príncipios dogmáticos e supersticiosos.&lt;br /&gt;Por outras palavras, a ignorância não está do lado de quem os escreveu,  que conseguiu transmitir os grandes problemas da Humanidade, percebê-los  com notável clareza e singular inteligência, como é o caso da Bíblia  Hebraica, dos aforismos budistas, tão em voga ultimamente, bem como da  surpreendente admiração pelo conhecimento egípcio antigo. A ignorância é  nossa, quando nos julgamos detentores das respostas, apoiados numa  visão da Ciência, ela própria dogmatizada, e essa é grande obsessão dos  nosso tempo. E até neste ponto a Doutrina é uma novidade, isto é, o  conceito de ciência, segundo o Espiritismo não é um conceito dogmático: &lt;em&gt;“  O Espiritismo repudia, nos limites do que lhe pertence, todo efeito  maravilhoso, isto é, fora das leis da Natureza; (…) Ele amplia  igualmente, o domínio da Ciência, e é nisto que ele próprio se torna uma  ciência;”&lt;/em&gt; (KARDEC, A., o.c., p. 75).&lt;br /&gt;Saber que o mundo está em expansão, que começou ou não com o Big Bang,  pode ser uma grande victória da Ciência; desconhecer quem sou, porque  estou aqui e porque existo continua e continuará por responder, porque  quando tivermos respostas definitivas teremos chegado ao fim da  História.&lt;br /&gt;O que seria da Doutrina sem Sócrates ou Platão, a que o Evangelho  Segundo o Espiritismo faz referência, sem Moisés, onde a referida obra  afirma peremptoriamente&lt;em&gt; “ Deus é único e Moisés é o espírito que  Deus enviou com a missão de fazê-lo conhecer, não somente pelos hebreus,  mas também pelos povos pagãos. O povo hebraico foi o instrumento de que  Deus se serviu para fazer a sua revelação através de Moisés e dos  Profetas, e as vicissitudes da vida desse povo foram feitasa para chocar  os homens e arrancar-lhes dos olhos véu que lhes ocultava a divindade.  Os mandamentos de Deus, dados por Moisés, trazem o germe da mais ampla  moral cristã.”&lt;/em&gt; (p.46) ? O que seria da Codificação sem o próprio Jesus, quando o Kardec esclarece que&lt;em&gt; “o Espiritismo e o Cristianismo ensinam a mesma coisa.”&lt;/em&gt; (idem, p.35)?&lt;br /&gt;Não podemos deixar afundar esta doutrina só porque alguns querem fazer  dela um mundo à parte, isolando-a das suas raízes históricas e  filosóficas, das crenças que a fundamentam, fazendo comprometer o futuro  para que está vocacionada. Espiritismo significa continuidade,  humildade e amor por si próprio, pelo Outro e pelo Absoluto, tal como se  ensina nos meios yogues. Uma doutrina não tem que dizer coisas  diferentes, apenas dizer de forma diferente as coisas que todos dizem. É  que o caminho para Deus tem que ser desbravado por todos, segundo a sua  sensibilidade e o seu entendimento. Ou não será assim?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Citada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KARDEC, A., &lt;em&gt;O Livro dos Espíritos&lt;/em&gt;, CEPC, Lisboa, 1984, p.281, perg. n.º 668.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;                       O Evangelho Segundo o Espiritismo&lt;/em&gt;, CEPC, Lisboa, pp. 35 e 46.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;                       O que é o Espiritismo&lt;/em&gt;, FEB, RJ, 1987&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIADE, Mircea, &lt;em&gt;O Mito do Eterno Retorno&lt;/em&gt;, Edições 70, Lisboa, 1993.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1079668288967759781-1180878254802703475?l=orebate-jorgehessen.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/feeds/1180878254802703475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1079668288967759781&amp;postID=1180878254802703475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1180878254802703475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1079668288967759781/posts/default/1180878254802703475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2011/11/o-espiritismo-beira-do-abismo.html' title='O ESPIRITISMO À BEIRA DO ABISMO ?!'/><author><name>jorgehessen</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10471778448801592642</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-FPNulzMGALY/Twl7NDakD5I/AAAAAAAABo8/rgjr5CVNUSI/s220/E.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qzFHAmo5nhs/Tr_MRJ3DQLI/AAAAAAAABl0/Lfwypp9n5r0/s72-c/MARGARIDA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1079668288967759781.post-1296290711057063472</id><published>2011-11-11T02:48:00.001-08:00</published><updated>2011-11-11T02:58:45.139-08:00</updated><title type='text'>UNIVERSIDADE E ESPIRITUALIDADE (Entre Teses das Ciências e a Fé Quotidiana)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-_ZObdK79yME/Trz_sYn3brI/AAAAAAAABlo/y6w_oZhJck4/s1600/aformiga.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 135px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_ZObdK79yME/Trz_sYn3brI/AAAAAAAABlo/y6w_oZhJck4/s400/aformiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673690768568970930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt; &lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;LUIZ CARLOS                  FORMIGA&lt;br /&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                 &lt;span style="font-family:Tahoma;color:black;"&gt;            
