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sábado, 27 de junho de 2015

DEUS: EIS O QUE SOIS

Fernando Rosemberg Patrocínio

Particularmente, somos um caso de amor e ódio!

Ora, por que, em nós mesmos, esta briga intestina de dois Seres se defrontando, tal como se dois Anjos procurassem nos dirigir: um, para o do Bem, para a Virtude e para o Amor; e o outro, para o mal, para o ódio, plantando desavenças, transtornos e delitos vários como os verificados em nossa conturbada sociedade moderna? 

Penso que a culpa é nossa mesma, Espíritos já um tanto avançados em Inteligência, mas ainda tão precários de Coração, de Moralidade Cristã. E o fato é que a ideia de Deus é coisa inata no Ser, em todos nós, filhos do Altíssimo. Mesmo os que O negam, sabem, em seu íntimo, que estão equivocados; sabem e sentem, em sua negação, uma tristeza e um vazio interior indefinível, um vazio que nada pode preencher ou satisfazer sua Alma que se perde em sua negação, pois que Deus está lá, mas seu filho não Lhe escuta, não lhe dá ouvidos, pois está doente de orgulho, de rebeldia, de espírito belicoso que discute com seus Anjos: Bons e maus, enquanto guerreia com Deus que, em Seu Divino Amor, Lhe aguarda uma brecha para poder entrar, abrir seu coração e tantas alegrias Lhe permitir, gratuitamente lhe dar.

E que Deus Maravilhoso é este que, em cerca de três meses de nossa gestação biológica, nos dá ao Espírito um novo corpo, para então, nos próximos seis meses, nos permitir crescer protegido no seio materno, para finalmente, cumprido o prazo, nos dar a luz de uma nova oportunidade terrena com um Novo Corpo, um Novo Universo Particular.

Ora, tal Universo, Íntimo e Particular, é composto, estima-se, de 07 octilhões (ponha zeros nisso) de corpúsculos atômicos e cerca de 60 trilhões de células, onde tudo se estrutura de forma altamente organizada: em tecidos ósseos, sangue, glândulas e órgãos, sendo o Espírito reencarnado, pois, o Deus deste Universo Corporal, havendo de responder, certamente, pelo destino que der a ele, dirigindo-o para o Bem ou para o mal. Daí o dizer-se: 

“Sois Deuses”,

.. Pois que, verdadeiramente:

-Somos Deuses do nosso Universo Particular; 
-Somos Deuses de um Novo e Sagrado Corpo; e, portanto:

-Somos Deuses de uma nova Oportunidade de Redenção...


 Que a Providência Divina nos permitira, novamente, para nos fazer crescer, evoluir, avançar...

E, ainda assim, Deus não se distancia de nós; Deus está conosco neste Universo Íntimo e Particular; Deus está conosco dirigindo tudo quanto deste Universo não podemos, conscientemente, participar, pois:

-Quem Lidera os trabalhos involuntários de Nós mesmos?

-Quem Lidera os pulsares cardíacos do meu corpo, suas funções digestivas, renais, glandulares e tantas outras mais? 

Ora, se não sou eu mesmo, e, se tais funções são tantas, tão distintas e tão inteligentes, isto quer dizer nem tudo é tão mecânico em mim mesmo, pois que tais funções, em sua complexidade, se perderiam se dirigidas o fossem pelo acaso, o que me diz, pois, que Deus, por Seus prepostos, está em mim, em você, em todos nós! E que, portanto, Deus permanece neste Universo Íntimo e Particular nos compensando naquilo que nos fragilizamos, mas que, de todo modo, haveremos de responder, hoje e sempre, pelo que fizermos a nós mesmos e a outrem, sendo o Evangelho, pois, o nosso Eterno Moderador de Atitudes, ou seja: para ontem, para hoje e para sempre: Jesus.

Obs.: Vejam algo do trabalho inteligente do nosso corpo:

Quando um osso se quebra, os vasos sanguíneos em seu interior se rompem, causando sangramento e a formação de um coágulo. O local inflama, mas, em 24 horas, as extremidades dos vasos rompidos são vedadas, estancando quase por completo a hemorragia. A região da fratura fica cheia de pedacinhos do osso quebrado e tecidos mortos, que são removidos pela ação de células chamadas osteoclastos. Elas fagocitam ("comem" e "digerem") esses fragmentos. O processo pode durar semanas, dependendo do tamanho da lesão. Desde as primeiras horas após a contusão, também entram em ação os angioblastos, células responsáveis pela formação dos vasos sanguíneos.

Elas darão origem a novos vasos dentro do osso e irão reparar outros que se romperam com a fratura. Ao mesmo tempo, a medula óssea começa a se regenerar. Composta basicamente de sangue e gordura, ela fica dentro do canal medular do osso, que vai sendo preenchido por novas células. A reconstituição óssea em si se dá a partir de duas membranas bastante vascularizadas: o periósteo e o endósteo. Enquanto o periósteo envolve por completo os ossos, o endósteo é uma camada mais fina que os reveste internamente. Tanto o periósteo quanto o endósteo têm capacidade de produzir as células chamadas osteoblastos, que darão origem ao tecido ósseo. Um ou dois dias após a fratura, os osteoblastos já começam a invadir o interior e a superfície do coágulo.

A deposição de osteoblastos no local da fratura leva à formação do calo ósseo, que surge tanto externamente quanto internamente. Enquanto isso, o coágulo vai diminuindo, pois as células que o formam continuam sendo "devoradas" pelos osteoclastos. Em até duas semanas, o calo, formado também por tecido fibroso e cartilaginoso, consegue unir as extremidades da fratura com a parte intacta do osso. Em seis semanas, a fissura desaparece.

A fase seguinte, que pode durar meses, é a da consolidação, quando ocorre a calcificação do osso. O cálcio, que confere resistência aos ossos e chega ao local pela corrente sanguínea, ajuda a reparar de vez o estrago. A etapa final e mais longa da regeneração óssea - pode levar até dez anos - é a remodelagem.

Os osteoclastos atacam de novo, "lixando" a superfície do osso para reduzir o calo. Ao final, a área da fratura, que até então permanecia mais suscetível a quebras, volta a ter a resistência de antes. (
Vide: Internet).

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