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sábado, 16 de maio de 2015

TELEPATIA NOS ANIMAIS

Fernando Rosemberg Patrocínio
f.rosemberg.p@gmail.com
http://fernandorpatrocinio.blogspot.com.br


Em Parapsicologia sabe-se que a sigla ‘PES’ expressa ‘percepção extra-sensorial’, ou seja, uma forma de percepção além dos sentidos físicos, e, portanto, paranormais. Referida ‘percepção’ está em todo Ser vivo e, por conseguinte, se pode vê-la em nossas casas mesmo, com nossos adoráveis animais (1).

Recordo-me que trabalhei (e ainda trabalho, porém noutra empresa), há alguns anos atrás, com amigos de uma pequena empresa cujo escritório comercial voltava-se para uma via de trânsito (rua), ou, melhor dizendo, para uma praça de árvores frondosas e pequena quadra de esporte centrada na mesma.

Na verdade, referido escritório era um anexo da moradia dos referidos amigos, e, no mesmo tínhamos, além de mesas e demais equipamentos de um escritório completo, o que, por aqui, chamamos de ‘sofá’, um enorme móvel encostado em parede que abrigava uma janela não muito grande (vitreaux), mas suficiente para arejar o local e, inclusive, permitindo uma razoável visão da praça e de quem, porventura, precisasse ter acesso ao local (clientes, carteiros, etc.).

E o fato é que, duas ou três vezes por semana, a dona da casa, esposa do ‘patrão’, demandava, de automóvel, ao centro comercial da cidade para afazeres diversos, compras em supermercados, farmácias e coisas que tais; e seus pequenos poodle (dois lindos cachorrinhos), com a ausência de sua dona, sempre ficavam muito entristecidos, cabisbaixos, com a saída da senhora que eles tanto amavam, e, cujo amor, sem dúvida, era recíproco.

E o mais curioso, e pude notar isto por inúmeras vezes, é que a uns cinco ou dez minutos antes que a dona da casa retornasse de seus afazeres alhures, referidos animais adentravam o escritório em correria e galgavam o sofá no sentido de olhar para fora do escritório (pelo vitreaux), com a pequena língua voltada para fora e abanando o rabinho sofregamente (de felicidade, suponho), como se “soubessem”, antecipadamente, que sua dona já se dispunha a retornar para casa e, dito e feito, passados os citados minutos, a patroa estacionava o seu veículo na porta de entrada do escritório; e era só alegria; os pequeninos cãezinhos saltitavam, corriam e abraçavam sua dona de tanto contentamento.

Tais fatos - incontestáveis - provam que a ‘PES’, e, mais especificamente a telepatia (?), pertence a todas as espécies do Orbe terreno, e que o Homem, bem como nossos animais, são Espíritos palingenésicos de diferentes ‘idades’ espirituais, e que, portanto, e, contrariando nossos céticos pesquisadores, o Homem, bem como seus animais, não são simples máquinas, mas sim organismos biológicos complexos detentores de sentimentos, de valores, de inteligência, de consciência e de percepções extra-sensoriais não explicáveis pela Ciência mecanicista cujos “sábios” quase tudo ignoram, céticos que são do Espírito e, por conseguinte, da Inteligência Suprema que Se prova e se nos revela pela Grandeza de Suas incontestáveis obras.

Assim, pois, não só o Espiritismo, mas também a Metapsíquica e a Parapsicologia, provaram por fatos inabaláveis a ‘PES’ por meio da precognição, da telepatia, e etc., que, por si sós, demonstram que algo de transcendente espiritualidade existe em nós mesmos e até mesmo nos animais, nossos irmãos menores dotados, como o somos, igualmente, da imortalidade que, vias palingenésicas, nos reconduzirão ao Seio do Amoroso Pai e Criador de todas as coisas.

(1) Vide muitos outros exemplos na Internet na prévia do livro do biólogo inglês Rupert Sheldrake: “Sete Experimentos que podem mudar o Mundo” (Cultrix).

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