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sexta-feira, 6 de março de 2015

MUITO DE GALO NA GALINHA

Fernando Rosemberg Patrocínio
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Eis aí, pois, uma chamada hilária, mas deveras instigante que assim se nos mostra algo bombástico nas diversas mídias de nossa interação:

“Galinha ‘macho’ canta como galo e ‘paquera’ as fêmeas em sítio de Minas Gerais”.

Vamos a outros trechos da curiosa questão:

“Uma galinha de pescoço pelado virou assunto na zona rural de Caldas (MG). É que ela se recusa a agir como fêmea. O dono diz que ela nunca botou um ovo sequer e canta como um galo. A "danada" ainda é brava e arruma briga com os galos do quintal, e para completar, agora resolveu até fazer graça para as outras galinhas. Apesar de muita gente estranhar o comportamento e até achar que ela atrai "coisa ruim", o dono diz que não deixa a galinha "macho" ir 'pra panela' de jeito nenhum”.

“O mais curioso é que até esporões começaram a nascer nela. Seu 'Tadinho' (o proprietário da dita) chegou a colocar a pobrezinha de castigo pra ver se ela ficava mais feminina e a experiência não surtiu resultado. ‘Pra amansar e pra ver também [se botava], porque solta não ia ter jeito de ver. E nada de ovo’, lamenta”.

“Além de cantar como galo, a galinha anda 'paquerando' as outras galinhas e esse comportamento vem causando confusão no quintal do seu 'Tadinho'. É que tem galo que está se sentindo ameaçado, com medo de perder o posto pra ela. ‘As vezes ela briga também, se [o galo] for 'mais' pequeno (sic)... ela é corajosa’, conta seu Tadinho”.

“O clima anda tenso entre a bicharada no quintal do seu Tadinho: um galo canta de um lado e ela responde do outro. A galinha é corajosa e não foge da briga. Chega até a arrancar pena do galinho garnisé. Ela se ofende quando um macho se atreve a chegar perto, não dá tempo nem pra um galanteio. A galinha só permite a aproximação das outras fêmeas. Ela fica em volta das galinhas igual galo mesmo, abaixa a asa, vira em roda. E só acompanha as galinhas - revela o dono”.

E, de acordo com uma veterinária consultada, a referida galinha pode ter um distúrbio hormonal e, por isto, ela apresenta as mesmas atitudes do macho. Todavia, outros estudos científicos dizem que ainda não se conhece todos os segredos que determinam o sexo e tampouco de suas inversões, para macho ou para fêmea; e muito menos ainda de suas personalidades mais ou menos marcantes, para comportamentos de macho ou de fêmea. A Ciência, pois, ainda pesquisa e não tem todas as respostas. 

Parte de tal solução, talvez, esteja nas proposições do cientista Rupert Sheldrake (“Diálogo Com Cientistas e Sábios” – Cultrix), que postula haver para as diversas espécies do Mundo terreno o que ele chama de campo morfogenético, ou seja, que o Espiritismo codificado chama de perispírito.

Neste raciocínio, pois, o campo morfogenético sobrevivente de um galo, ou, falando mais claro, o “espírito” (princípio inteligente) de um galo, ao reencarnar, recusa-se a mostrar-se como fêmea mesmo que toda a fisiologia do seu organismo físico se expresse como uma galinha, pois, em tal caso, predomina a determinação masculina do referido campo morfogenético perispirítico, ou seja: de sua personalidade de galo e não de galinha, de macho e não de fêmea.

Em suma, a Espiritualidade que nos cerca e nos dirige proporciona tais fenômenos de distonia psíquica nos Seres vivos para nos mostrar que nem tudo é matéria biológica vivente, e sim, que existe algo de espiritual e de sobrevivente em todas as espécies do Mundo terreno, que se mostra, pois, pela palingenesia ou reencarnação.

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