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segunda-feira, 21 de julho de 2014

UM LIVRO ABERTO (Fernando Rosemberg).

Nota de esclarecimento: 
“O artigo abaixo trata-se do exercício natural do direito que cada qual tem de pensar por si mesmo e de abraçar os pontos de vista que lhe parecem os melhores. Não me compete censurar opiniões, ainda mesmo que eu, Jorge Hessen, não defenda pessoalmente as concepções de Pietro Ubaldi. 
Assim, deixamos aos leitores do meu blog em O Rebate o encargo de analisar tudo quanto o autor expõe ou sugere a seguir, pois o mesmo direito que tem o articulista de argumentar , temos todos o mesmo direito de refutar , de aceitar, ou não, os seus argumentos.” 

(Uberaba, 21/07/2014).

A vida não se resume no hoje, no presente, ou, melhor: no curto período de uma existência humana.

A vida, por conseguinte, não começa no berço e não se encerra no túmulo.

E isto pelo fato de que somos viajores palingenésicos: que habitaram outros corpos, experienciaram outras vidas, aventuras e desventuras transcorridas no decurso de longa viagem, a do que se conhece como: tempo-evolução.

E mesmo quando os tempos se findarem, quando a evolução se abrandar por estados mentais mais asserenados e plenos de divindade, haveremos de permanecer como viajores de um tempo sem tempo, de uma evolução sem evolução, e, portanto, muito mais livres e soltos, espertos e voláteis na eternidade plena de amor, mas observantes da Lei e atuantes da imensurável obra universal.

E o fato é que, na experiência hoje vivida, não constava do meu projeto de vida, ou seja, em meu programa de provas, de expiações e de novos aprendizados por fazer, o diploma de um curso superior; conquanto estivesse eu, uma vez mais, tentando burlar as Leis, me desviar do caminho e fazer o que outrora, em tempos já transcorridos, eu, arrogantemente o fizera, ou sempre o pretendera fazer:

-Continuar sendo, egoisticamente, e, soberbamente, o dono do meu nariz, dos meus passos, do meu destino: fosse ele qual fosse.

Mas chega a hora em que a taça está cheia: abusos e torpezas já não se toleram mais.

E a Lei reage, endireita e corrige em prol do bem, do celeste futuro espiritual de todos nós, como Seres fraternos e irmanados por coletividade universal.

Na presente vida, pois, cursei, por um período apenas, a Faculdade de Ciências Econômicas. Era até um aluno dedicado, exemplar. Todavia, uma forte astenia me atacara, e tanto é, que, incontinente, abandonei o curso.

Sou teimoso, todavia.

E logo me ensaiava de novo; com efeito, as portas da Faculdade de Engenharia Civil, depois de apertado vestibular, se abriram para o Espírito obstinado que há em mim.

Mas se abrira tão-só para nova decepção, atribuída ao fato contundente de se ter de estudar e trabalhar para o seu sustento mesmo. E sobrevieram: fadiga, angústia, decepção, cursei apenas quatro períodos e me afastara cabisbaixo.

Fora quando o Espiritismo franqueara suas portas a mim; de um cabisbaixo e nocauteado pela vida, renasci das cinzas de mim mesmo, tornando-me novo homem: fortalecido, otimista e jubiloso em Cristo Jesus. E, então, nada mais importava: encontrei a luz do meu caminho, da minha vida, do meu destino; a verdade escancarara suas portas a mim com a maior das Universidades do Mundo terreno: a do Espírito imortal, Criatura infindável de Deus. 

E novos paradigmas foram se juntando uns aos outros em minha curiosidade natural:

-Ciência Oficial (e conhecimentos gerais já obtidos);

-Espiritismo de Kardec e de renomados Clássicos;

-Obra Humanística de Chico Xavier e, finalmente,

-Obra Monista do sábio intuitivo: Pietro Ubaldi.

Óbvio que há muito mais, entretanto, os citados, por si sós, são o bastante por agora; e isto por que nossos aprendizados são de toda a nossa imortalidade; que sejamos, pois, mais humildes e mais fraternos, não só operosos trabalhadores, mas também: de tudo colaboradores.

E reafirmo que, com a revelação espírita, surgiram as obrigações morais. E, então, fundei uma pequena casa espírita, onde até hoje atuo como coordenador de estudos doutrinários e exerço outras modestas tarefas mais. Sou articulista de diversos órgãos da imprensa espírita, onde destaco: vários Jornais, Revistas: Internacional do Espiritismo, O Espírita, Allan Kardec e etc.; no campo cibernético: Revista Eletrônica O Consolador, Fórum Espírita, O Rebate, Net-Saber, Webartigos, dentre outros, além de abastecer um blog com escritos semanais de minha autoria e de renomados escritores da imprensa espírita e não propriamente espírita, pois, amigos, eu os tenho das mais diversas áreas como, por exemplo, um intelectual brilhante, escritor e acadêmico português que de meus trabalhos é de abalizada opinião, como também conselheiro de imenso e mui dócil coração. Além dele, citaria, dentre tantos outros, o grande amigo e companheiro: Jorge Hessen que dispensa maiores comentários por seu vasto saber, sua cultura acadêmica e, sobretudo espiritual.

Em termos de livros, desenvolvi em Formato e.Book, até o presente instante, seis (6) opúsculos digitais que, a meu ver, são fomentadores do Espiritismo de Allan Kardec (França), consorciado, para o desgosto de ortodoxos espiritistas brasileiros, com o Monismo de Pietro Ubaldi (Itália); ora, tais espiritistas pensam que são donos do Espiritismo kardequiano que, em si mesmo, agrega situações filosóficas e doutrinárias contidas no Monismo ubaldiano, sendo ambas, portanto, doutrinas entrosantes, monistas e universais, conquanto a visão estrábica de alguns soberbos do seu apoucado saber.

De tal forma que, resumindo: estive e estou trabalhando com doutrinas de intelectuais europeus, de um francês e de um italiano que, para mim, representam o que há de melhor da inteligência terrena, de cujo consórcio doutrinário, secundado por inspirações ultranormais, estive a escrever os referidos e.Books:

1-“Análise Crítica da CUEE”;

2-“O Espiritismo Completo”;

3-“A Matemática do Espiritismo Completo”;

4-”O Mecanismo Uno-Contínuo da Criação”;

5-"Noções Futurológicas do Espírito"; e,

6-“Fundamentos da Corrente Mental”.

Estando todos eles, evidentemente, expostos em meu blog. Óbvio que em todos eles (e.Books) pude viver momentos de suave, mas também de tão doce e tão nítida inspiração, ou intuição, pois que ambas se confundem no todo de sua expressividade, sendo uma mais tocante que a outra. E soubessem da alegria de se viver um ‘insight’ e quereriam vivê-los repetidas vezes mais.

Fora o que se dera comigo. 

Se a vida tem seus percalços, suas dores inevitáveis, tenho tido também, como todo mundo, muitas alegrias, e, as maiores confesso, presenciei nas inspirações de queridos mestres espirituais que, se não os conheço - como Ser humano que sou - certamente os conheço como Espírito, pois que todas as noites, quando adormecemos, nos desembaraçamos do transitório casulo físico e volitamos céleres para as regiões espirituais mais ou menos altas, mais ou menos distantes, para o retorno àqueles de nossa sintonia, de nossa amizade e nossa predileção.

Por outro lado, não sou um escritor profissional e tampouco um matemático de formatura acadêmica; sou sim, de tudo isso, um estudioso extra-oficial: de meus trabalhos e suados esforços.

Recordo-me bem que devorava livros de álgebra, de geometria e adorava as extensas fórmulas trigonométricas que, por sinal, as de minha Psi-Matemática (Vide: “A Matemática do Espiritismo Completo”) guardam alguma semelhança e recordação. Mas acredito que, no pretérito, tenha realizado estudos mais adequados de tal disciplina, para hoje ter-lhe alguma facilidade e identificação.

Óbvio que, presentemente, não mais tenho grandes recordações do cálculo diferencial e integral, e outras matemáticas afins. Portanto, não me forcem a barra, esqueci tudo, ou, quase tudo, de cálculo superior newtoniano e de tantos outros mais.

E quanto ao escrever: só escrevo nas horas vagas, finais de semana, pelas madrugadas quando o sono me falta. E, portanto, tenho atividades outras, profissionais, que nada tem a ver com meu exercício de pensar, de refletir, e de, com alguma matematicidade, escrever.

E o fato é que tenho recebido muitas visitas ao meu blog, bem como alguns comentários sobre os citados textos e e.Books, e principalmente, da referida e nova Psi-Matemática; mas continuo aguardando mais críticas, sugestões e desenvolvimentos outros da citada e presente contribuição alicerçada pela mais exata das ciências ao nosso dispor.

Ora, este autor mesmo tivera de aprender e de reaprender com as intuições recebidas; o mesmo, portanto, haverá aplicar-se a outrem, a você e a todos nós, e, portanto, mãos a obra esclarecidos cristãos redivivos: trabalhemos com Jesus.

Autor: Fernando Rosemberg Patrocínio



Por e.mail, recebi do brilhante escritor e acadêmico português: 

No referido artigo: “Um Livro Aberto”: Fiquei muito sensibilizado com sua simplicidade e humildade, como de resto já o sabia.

E o que acabo de dizer está bem expresso no seguinte parágrafo: 
« Por outro lado, não sou um escritor profissional e tampouco um matemático de formatura acadêmica; sou
sim, de tudo isso, um estudioso extra-oficial: de meus trabalhos e suados esforços. ». 

É claro que o Fernando é um exímio escritor, um profundo especialista na sua área de Conhecimento e de Fé. O que mais quer meu amigo?

Ass.: Diamantino Bártolo

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